Você já parou para pensar quantas vezes nós sorrimos ao longo do diaquantas vezes somos o motivo do sorriso de outras pessoas? Eu sempre acreditei que sorrisos fossem contagiosos, resolvi ir para as ruas testar isso. O que será que acontece se você sorrir para estranhos?

O que eu aprendi ao sorrir para estranhos no ônibus

Todos os dias eu vou embora de transporte público, então selecionei algumas pessoas aleatórias durante o meu trajeto para casa para distribuir sorrisos sem ter um motivo aparente e ver quantos me corresponderiam com um sorriso também. Foram 14 “vítimas”. 

Minha ideia seria provar que sorrisos atraem sorrisos, e nada melhor do que testar essa teoria com pessoas desconhecidas. Não vou mentir que no começo eu estava meio tímida, afinal, quem é o doido que do nada começa a sorrir para estranhos? 

“Prazer, a doida que sai sorrindo do nada para os outros.” 

A primeira pessoa que eu resolvi testar essa teoria estava andando na rua com uma cara meio fechada e olhando para baixo, quando por um segundo ela olhou para mim eu sorri para ela, e ela imediatamente sorriu para mim.

“MINHA DEUSA, não é que essa teoria funciona mesmo?” 

Quando quebrei essa barreira de sorrir para a primeira pessoa, foi muito mais fácil fazer o experimento com as demais. E assim, óbvio que tiveram pessoas que olharam para mim e o máximo que fizeram foi erguer as sobrancelhas como cumprimento, mas das 14 pessoas para quem eu sorri aleatoriamente, 12 sorriram de volta. Ou seja: minha hipótese estava certa desde sempre, obrigada.  

Elas não me conheciam, nunca falaram comigo na vida, e simplesmente sorriram porque eu sorri para elas. E não só elas foram afetadas pelos meus sorrisos como eu também fui afetada por um bebezinho que estava gargalhando enquanto atravessada a rua no colo da mãe (fala sério, impossível não sorrir com uma fofura dessas). 

Um sorriso é como um cartão de visita para outras pessoas. Quando duas pessoas sorriem uma pra outra, é como se fosse uma conversa sem palavras, mas que ambos se entendem.   

Cachorro sorrindo

O sorriso é, comprovadamente, uma das maneiras mais eficientes de se comunicar. De acordo com uma pesquisa realizada em 2007 pelo IBGE, a comunicação entre duas pessoas acontece 93% de forma não verbal e somente 7% verbal.  

Mas essa não é a única função do sorriso. 

Aquela famosa frase “Sorrir é o melhor remédio” não é um mero bordão, ela é real! Sorrir traz benefícios ao corpo e à mente de formas que você nem imagina (ou talvez imagine… Vou falar mais sobre isso nesse texto). 

E para começar, saiba que sorrir pode diminuir seu estresse, alterar seu estado emocional positivamente e melhorar seu bem-estar (entre tantas outras coisas). Agora você pode estar se perguntando: “Mas como mostrar os dentes pode me trazer tantos benefícios assim??” 

Simples. Ao sorrir, nosso cérebro libera serotonina e endorfina, substâncias que provocam sensações de prazer e felicidade, além de ajudar a combater diversas doenças. Sorrir movimenta aproximadamente 17 músculos ao mesmo tempo, relaxando o corpo de tensões e, consequentemente, nos deixando mais relaxados.  

Se você ainda não se convenceu de que sorrisos podem ajudar nosso corpo, vou te dar mais uma série benefícios que eles podem causar. 

 

Sorrir pode te fazer viver mais. 

ISSO MESMO QUE VOCÊ LEU. Quem sorri vive mais tempo e parece mais jovem. O sorriso natural rejuvenesce o rosto pelo menos 3 anos e quem sorri mais pode ter a sua expectativa de vida prolongada por até 7 anos. 

Sem falar que não conheço nenhum outro método para fazer uma pessoa ficar INSTANTANEAMENTE mais atraente. Pessoas que sorriem aparentam ter um aspecto mais simpático e bonitx. 

 

Sorrir fortalece seu sistema imunológico.  

“Mas como assim?” – você pode estar se perguntando. É que sorrir ajuda o corpo a relaxar. E o relaxamento permite que o sistema imunológico reaja mais rapidamente e de forma mais eficaz perante ameaças. Se o nosso sistema imunológico funcionar melhor, adoecemos menos, e nossa saúde ganha muito com isso. Perfeito, sim ou com certeza? 

 

Sorrir também pode diminuir a dor. 

Por incrível que pareça, sorriso e a risada estão ambos associados a uma redução da dor. Graças ao sorriso, endorfinas tomam conta da sua corrente sanguínea, o que não só melhora o humor, mas também nos ajuda a suportar e aliviar a dor. Este é o segredo do sucesso da terapia de palhaços em hospitais.

Viu só? 

São muitos benefícios com um único ato. E o importante é achar o que te faz feliz, o que faz você sorrir. No caso das 14 pessoas, eu fui o motivo que as fez sorrir. Eu sorrio quando alguém me elogia, quando me contam piadas, ou quando vejo cachorrinhos (então você acaba de descobrir que esse post foi ilustrado com gifs de filhotes por um motivo BEM ESPECIAL). 

Talvez você sorria por causa da história de um livro ou de um filme, uma música, ou quando ganha um presente. E tem também aquelas pessoas que só sorriem quando estão no dentista porque são obrigadas. 

Agora… Se o seu dentista é a única pessoa que tem te feito sorrir, torne ele seu melhor amigo e comece a ir mais lá no consultório, porque você não está usufruindo de um dos remédios mais naturais que existem. 

Vamos sorrir mais para as pequenas coisas, vamos distribuir sorrisos e nos deixar contagiar por eles também. Sorria uma, duas, dez vezes. Não importa a quantidade de vezes que fazemos, o que importa é não deixar de fazer. Por que não tenta fazer isso agora?  

Termine esse texto sorrindo, com um sorriso daqueles de enrugar o canto dos olhos, um sorriso tão bonito e cativante que fará a pessoa que está do seu lado, sorrir também.

Quer um incentivo para isso?

Menina feliz

 

Que tal testar por você mesmo e também fazer o desafio de sorrir para estranhos? Se fizer, conte pra gente aqui nos comentários. 😉

Assinatura Desinchá

Tratar diversos tipos de dores com a inserção de agulhas muito finas através da pele de uma pessoa em pontos específicos do corpo pode soar estranho. E assim muitos pensam desse lado do mundo. Mas para os povos orientais, principalmente os chineses, essa é uma prática medicinal antiga, respeitada e muito difundida. Hoje, nós ocidentais, já estamos familiarizados com a ideia de que pequenas agulhas podem nos ajudar no enfrentamento dos mais diversos tipos de dores. Como a acupuntura funciona cientificamente não é um consenso: com muitas pesquisas sendo realizadas a cada ano, algumas pessoas afirmam que a acupuntura funciona por equilibrar a energia vital, enquanto outros acreditam que tenha algum efeito neurológico envolvido.

Acupuntura: Sabedoria milenar apoiada pela ciência

A acupuntura remonta a pelo menos 100 A.C., quando um sistema de diagnóstico e tratamento usando agulhas foi registrado por escrito pela primeira vez na China. No entanto, a prática provavelmente precede esta história. De acordo com a medicina tradicional chinesa, a saúde é o resultado de um equilíbrio harmonioso de dois extremos de nossa força vital: o “Yin” e o “Yang”. Portanto a doença seria a consequência de um desequilíbrio dessas forças. Essa força vital, chamada pelos chineses de QI (normalmente se pronuncia “chi”), flui através de caminhos no corpo humano e estes fluxos de energia são acessíveis através de 350 pontos de acupuntura espalhados pelo corpo. Inserir agulhas nesses pontos, com as combinações apropriadas, traz o fluxo de energia de volta para o equilíbrio adequado. Mas a prática moderna da acupuntura mudou consideravelmente desde que foi introduzida inicialmente na China; no século XVIII, a acupuntura já se mostrava muito diferente das práticas descritas nos textos chineses antigos, e no início do século 20, os alunos da academia médica imperial chinesa já não estudavam mais a acupuntura.  

Alguns especialistas usaram neurociência para explicar a acupuntura; os pontos onde são inseridas as agulhas são vistos como lugares onde os nervos, músculos e tecido conjuntivo podem ser estimulados. A estimulação aumenta o fluxo sanguíneo, ao mesmo tempo desencadeando a atividade dos analgésicos naturais do corpo humano. 

Mas realmente funciona? Desenvolvida há milênios na China, numerosos estudos recentes conduzidos por cientistas na Europa e nos Estados Unidos demonstram que a acupuntura é, no mínimo, moderadamente eficaz no tratamento de alguns problemas de saúde. Segundo a Organização Mundial de Saúde a acupuntura provou-se eficaz em relação a muitas condições do corpo, principalmente no tratamento de dores crônicas e efeitos colaterais indesejados oriundos de tratamentos de algumas doenças como a quimioterapia, além da eficácia comprovada por estudos no tratamento de cefaleia e enxaqueca, bem como dores de garganta, no ombro, cotovelo e incômodos causados por osteoartrite.  

A Organização Mundial de Saúde (OMS) listou, em 2003, uma série de condições em que a acupuntura tem eficácia comprovada, dentre elas dor facial ou de dente, pressão arterial elevada ou baixa, rinite alérgica, entorses, artrite reumatoide, até mesmo algumas condições gástricas e para reduzir o risco de acidente vascular cerebral (AVC). A OMS também lista algumas enfermidades nas quais a acupuntura pode ter efeitos positivos, porém mais evidências são necessárias para comprovar o seu benefício, como a fibromialgia, neuralgia, convalescença pós-operatória, dor na coluna vertebral, torcicolo, tosse compulsiva ou coqueluche e síndrome de Tourette. Há um crescente número de pesquisas estudando se a acupuntura também pode ser usada para tratar a depressão, distúrbios do sono e dependência de drogas. Em geral, no entanto, a acupuntura é considerada complementar aos tratamentos convencionais, e é provavelmente mais eficaz quando implementado junto com um estilo de vida e hábitos saudáveis. 

A acupuntura pode ser uma grande aliada no tratamento de algumas doenças e de muitas dores, crônicas ou não, e durante todo o período de existência dessa técnica fomentou discussões e fez com que médicos de todo o mundo pesquisassem exaustivamente seus princípios e resultados. Se há um consenso sobre o assunto é de que a acupuntura tem se mostrado muito útil se vinculada a tratamentos médicos convencionais. Normalmente, quando as pessoas estão mais conscientes de sua saúde, elas prestam mais atenção a respeito de suas dietas, elas se exercitam mais e pensam em uma abordagem corpo-mente para diminuir o stress, ao invés de usar a acupuntura para tratar tudo. Portanto informe-se e se cuide para manter sua saúde em dia, e conte com a sabedoria milenar chinesa como uma grande ajuda para manter o equilíbrio da saúde de seu corpo e mente. 

 Assinatura Desinchá

Pode procurar no seu navegador: “drenagem linfática”. A busca vai retornar uma longa lista de clínicas que oferecem esse tratamento e todas falando dos resultados incríveis que uma sessão por semana pode fazer no seu corpo. Mas será que é tudo isso mesmo? Dá pra confiar? 
 
Sim. A drenagem linfática dá resultados. Mas antes de você sair correndo para marcar sua hora, tem muitas outras coisas que precisa saber sobre esse procedimento, desde o profissional habilitado a fazer até as contraindicações. Pois elas existem, viu! 

Como funciona a drenagem linfática?

Esse tipo de massagem, que só pode ser aplicado por fisioterapeutas ou massoterapeutas, atua no sistema linfático, que é uma rede complexa de vasos pelo corpo por onde se move a linfa, líquido rico em proteínas, glóbulos brancos, microrganismo, células mortas, células sanguíneas e pode também carregar bactérias e toxinas. Seu aspecto é viscoso e amarelado. A linfa, assim como o sangue, realiza trocas metabólicas com as células e em seguida é recolhida pelos vasos do sistema linfático, retornando aos gânglios.  

O objetivo da drenagem linfática, ou drenagem para os mais íntimos, é retirar a linfa acumulada entre as células e devolvê-la a circulação para que seja filtrada pelos gânglios linfáticos (ou linfonodos). Esses gânglios fazem parte do sistema imunológico e sua função é ajudar o corpo a reconhecer e combater germes, infecções e outras substâncias estranhas. Então, após esse processo, os nutrientes são absorvidos pelo organismo e o que não presta é eliminado. 

Para cada parte do corpo existem movimentos adequados, mas eles sempre devem ser feitos no trajeto dos vasos e no sentido do linfonodo correto. Por exemplo, a drenagem nas penas e barriga devem seguir em direção a virilha, nos braços e tórax os movimentos vão em direção a axila.  

A técnica mais utilizada e eficiente é a manual, mas a drenagem também pode ser feita com aparelhos da endermologia, que possuem mecanismos de vácuo e rolamento. A desvantagem é que o profissional não consegue ver nem sentir a área massageada e trabalhar com ênfase nos pontos mais necessitadas. 

O resultado mais desejado é a diminuição do inchaço e, consequentemente, das celulites e medidas. Aliás, esses são os principais motivos pelo qual a drenagem ganhou tanta popularidade. Mas existem outros benefícios:  

– Ajuda a melhorar sintomas da tensão pré-menstrual, já que, além de auxiliar na eliminação de líquidos e combate o inchaço, ajuda a controlar a ansiedade, pois tem efeito relaxante. 

– É eficaz em pós-operatórios, pois regenera tecidos para reduzir cicatrizes em locais de incisão cirúrgica, reduz o inchaço, desintoxica o corpo, ajuda a circular os glóbulos brancos para melhorar o processo de cicatrização, além de melhorar o bem estar e promover o relaxamento. Ela não deve ser feita logo após a cirurgia. O adequado é esperar pelo menos 6 semanas antes de receber uma, ou até que um médico libere o paciente para a massagem. 

– Aumenta a taxa metabólica porque livra seu corpo de produtos de resíduos através de seus gânglios linfáticos. Um sistema linfático saudável contribui para uma taxa metabólica saudável. Quanto maior sua taxa metabólica, mais gordura seu corpo queima por minuto (mesmo quando você está inativo ou simplesmente sentado). 

Uma grande polêmica sobre a drenagem é se ela pode ser aplicada em mulheres grávidas. E sim, não só pode como ajuda muito! Nessa fase, a mulher retém muito liquido, especialmente no 3º trimestre da gestação, e quando este líquido passa do limite que o organismo consegue processar e eliminar, as impureza e toxinas ficam acumuladas causando uma série de problemas. Mas é importante saber que o profissional deve ser especialista em gestantes! 

Existem casos em que a drenagem é contraindicada: tumores malignos não controlados, tuberculose, processos infecciosos e inflamatórios agudos, insuficiência renal aguda, erisipela em fase aguda, entre outras. Se você sofre de alguma doença, converse com seu médico antes de passar pelo procedimento. 

A drenagem linfática não faz milagre, não emagrece e seus resultados estão diretamente associados ao seu estilo de vida, então não adianta cobrar do profissional a mesma perda de medidas de algum amigo seu.  

E uma última dica importante: pesquise muito bem o profissional antes de marcar sua sessão. Busque referências e indicações e não só o preço mais barato. A drenagem não pode deixar hematomas, então se você passou por uma sessão que te deixou marcas no corpo, não volte mais lá! Ok? 

Assinatura Desinchá

Você conhece alguém que medita? Bom, eu conheço uma pessoa. No caso, é a minha irmã. E a primeira vez que eu a vi praticando, achei que aquilo era coisa de quem não tinha mais o que fazer. Mas, na verdade, eu pensava dessa forma porque não entendia direito o que era meditação.

Assim como eu, muitos não sabem o que realmente significa essa prática que funciona como um verdadeiro treino para a mente. E antes de mais nada, vamos tirar da cabeça a ideia de que meditar é você não pensar em nada. Até porque não pensar em nada é muito difícil, praticamente impossível.

Se você parar um minuto para tentar não pensar em nada, você pode até ficar falando para sua mente:

“Eu não vou pensar em nada, eu não vou pensar em nada”

Mas sinto te dizer que isso JÁ É um pensamento. 

5 benefícios surpreendentes da meditação

Ficou confuso? Calma, eu vou explicar direito o que realmente é a meditação.

A palavra Meditação vem do latim “meditare”, que significa voltar-se para o centro e se desligar do mundo externo. Ou seja: a meditação tem relação com a concentração e com observar nossas emoções.

Os orientais praticam a arte de meditar a milhares de anos porque acreditam que traz a paz de espírito e o conhecimento sobre nós mesmos. Não só isso, acreditam que meditação pode ajudar nosso corpo e nossa mente.

Os benefícios da meditação são pesquisados desde 1970. De lá para cá, vários estudos comprovaram que meditar regularmente ajuda com dores crônicas, insônia, câncer e depressão.

Segundo a psiquiatra Mariela Silveira, especialista em nutrologia, acupuntura e terapia cognitiva comportamental, a meditação traz tantos benefícios físicos, mentais e espirituais. Como médica, ela acredita que não prescrever a prática a um paciente é sentir que está em falta com ele.

A neurocientista Sara Lazar, que trabalha no Massachusetts General Hospital e na Harvard Medical School (além de uma das primeiras cientistas a analisar os efeitos da meditação no cérebro), chegou à conclusão de que a meditação pode inclusive mudar a estrutura cerebral

Analisando meditantes e não-meditantes, ela percebeu que o primeiro grupo tinha mais matéria cinzenta em áreas ligadas à atenção, sensações e no córtex pré-frontal (responsável pelo raciocínio e funções executivas). O mais interessante é que o córtex pré-frontal de meditadores com 50 anos (que costuma diminuir com o tempo) era semelhante ao de pessoas de 25!

Depois desses resultados, Lazar decidiu investigar se era possível modificar o cérebro de não-medidantes. Ela submeteu seu grupo de pesquisa a um programa de 8 semanas baseado em práticas meditativas. Os participantes meditaram em média 27 minutos por dia, já com mudanças significativas.

Você pode até estar se perguntando agora – “Tá, mas ainda quero mais detalhes sobre como meditar pode mudar minha vida!

Vou listar aqui para você 5 benefícios da meditação: 
 

1- Desenvolve a concentração 

A meditação é uma prática que desenvolve o foco e a concentração. Uma vez que aprendemos, inicialmente, a voltar a nossa atenção para aspectos simples como a nossa respiração ou partes do nosso corpo. Pensamentos atravessam nossa mente a todo instante, mas esse treino vai fazer com que a gente volte nossa atenção assim que nos percebermos “viajando”. 
 

2- Reduz o estresse  

O estresse é resultado de situações em que não conseguimos ter espaço em nossas mentes para avaliar melhor as tomadas de decisões. 

Quando ficamos sob pressão e sem espaço para compreender as adversidades do dia a dia, nos sentimos cada vez mais estressados e tensos.

A meditação nos traz esse espaço de observar o que está passando na nossa mente, sem apego. Ela nos ajuda a identificar obsessões, ajuda a controlar a pressão sanguínea (porque nos traz um centro de calma), e como consequência diminui nosso estresse. 

3- Controla a ansiedade 

A prática regular da meditação pode ajudá-lo a ficar mais calmo e relaxado para vivenciar o dia a dia e também lhe dá a força para enfrentar os acontecimentos como eles são, sentindo-se menos ansioso. 

Isso porque a meditação te coloca em equilíbrio com os seus sentimentos, ajudando você a ter mais controle sobre eles. 

4- Combate a insônia 

Em muitos casos a insônia está ligada à agitação da mente, que impede o relaxamento e o descanso adequado. 

Através da meditação é possível acalmar os pensamentos, relaxar e desfrutar de uma noite de sono profundo e restaurador.

5- Melhora a função imunológica 

A meditação pode contribuir com seu sistema imunológico pois, por melhorar a forma com que a pessoa lida com o estresse e a ansiedade, as defesas do organismo são ampliadas, aumentando o bem-estar. 

Sem contar que também auxilia em problemas cardiovasculares.  
Pesquisas afirmam que meditar reduz em até 47% as chances de um ataque cardíaco, infarto e ainda regula a pressão alta. 
 

 
O legal é que tudo isso foi testado: um estudo realizado pela Clínica de Redução do Estresse da Universidade de Massachusetts, acompanhou 14 mil portadores de câncer, aids, dor crônica e complicações gástricas durante 24 anos.

A conclusão é que, quando submetidos a sessões de meditação, esses pacientes foram capazes de diminuir ou abandonar o uso de analgésicos. As queixas de dor após o experimento diminuíram em média 40%.  

Se você ainda não está convencido, só posso dizer: que loucura, Brasil!

Então agora você pode estar se perguntando: “Tá, mas e como iniciar?”

Meditar é mais simples do que parece, e pode ser feito por todas as pessoas no lugar em que acharem melhor. No quintal, na sala, no quarto… Qualquer ambiente que te possibilite ter concentração é um bom lugar para se meditar.

Caso você ainda não conheça, nós mesmos disponibilizamos aulas de meditação com professores na nossa plataforma da Desinchá Academy, para você iniciar e continuar praticando em níveis mais avançados.

Poder ter controle sobre sua mente e seu corpo é TÃO essencial. Imagina só as vantagens de poder relaxar em meio ao caos quando o mundo estiver pegando fogo no trabalho, trazer mais empatia para os seus relacionamentos, evitar brigas por motivos bobos com aquelas pessoas que você mais ama, e até focar sua mente para alcançar os objetivos que você pode vir empurrando com a barriga. 

Faça um teste: tente implementar a meditação na sua rotina e no final faça a comparação de como você era antes e depois dessa prática. Fica o desafio e um abraço meu. 

Assinatura Desinchá

Acho que já falei sobre recentemente isso aqui no blog, mas acho bom reforçar: considero o nível do conteúdo que aparece no Google, quando digitamos a palavra-chave, proporcional a relevância ou atenção que damos para o tema.  O tema, naquele post, era autoestima. E hoje o texto é sobre um muito similar: o amor próprio.  

Além de ser similar em significado, também é similar quando vemos o resultado das buscas na internet por essa palavra: tudo muito superficial. O que se vê são páginas e mais páginas de “dicas para ter amor próprio” e “frases sobre amor próprio”, além de uma música do Aviões do Forró no meio dessas outras: 

“Meu amor próprio 
É tão grande que não cabe em você 
Caia fora 
Sua chance, chance 
Chance, chance 
É tão pequena, não vale a pena.” 

Até nosso querido grupo de forró foi impreciso com relação ao amor próprio e confundiu com puro narcisismo. 

Em uma época onde a autoajuda continua dominando os livros mais vendidos e nos contentamos com explicações feitas por memes, se faz importante abrir o tema e mostrar diferentes pontos de vista. Essa expressão “amor próprio” está em alta em lugares como o Youtube e o Instagram, talvez pelo fato do nosso culto à imagem estar mais evidente do que nunca com a popularidade dessas redes. Mas são as pessoas famosas por seus belos corpos e bombardeadas o dia inteiro com elogios que mais tratam sobre o amor próprio. Aí talvez esteja o primeiro erro: estamos ouvindo um pequeno nicho com um determinado padrão de corpo e, mais ainda, um padrão socioeconômico praticamente inalcançáveis falando sobre como conseguiram se aceitar e se amar muito.  

O que falta para recuperarmos nosso amor próprio?

Como pode dar certo seguir conselhos tão pessoais de pessoas que possuem uma realidade tão distante da nossa? Raramente se vê alguém levando em conta o contexto e as peculiaridades do universo de cada um. Se espelhar em alguém que faz parte daquele 1% famosíssimo que nunca vai passar nem 1 segundo passando pelas mesmas situações do cotidiano que nós, pode trazer um efeito contrário ao do amor próprio. 

Então vou começar tentando explicar o significado dessa expressão. O site Significados define “amor próprio” da seguinte maneira: 

“O amor próprio é o amor que as pessoas têm por si mesmas. Muitas vezes as pessoas, por causa de fraquezas antigas, de crises mais recentes, não conseguem defender seus interesses para satisfazer suas necessidades. É um grande tema da psicologia e da psicanálise, já que faz parte do cotidiano dos profissionais destas áreas. 

Quem se ama de verdade, procura possuir controle emocional, procura compreender as pessoas, estar sempre, ou a maior parte do tempo, de bem com a vida e esquecer a opinião alheia, não guarda raiva, rancor, está sempre disposto a perdoar e ter coragem, confiança e segurança para recomeçar.” 

Já no primeiro parágrafo dessa definição, conseguimos ter uma base mais sólida tanto sobre o que é amor próprio, quanto o que causa a falta de amor próprio.  

E é exatamente nessa causa que quero focar: não adianta nada assistir 5 mil vídeos com dicas sobre amor próprio, se nenhuma dessas pessoas que propõe esse tipo de ajuda sabem pelo que você passa. ”Fraquezas antigas” e “crises recentes” são pontos que poucos se atentam.  

Em um dos poucos vídeos no Youtube que conseguem tratar o tema com a seriedade que ele merece, a Monja Coen explica:  

“Existem causas e condições para pessoas que têm baixa autoestima. Tem coisas haver com a gestação: como foi o seu processo de gestação dentro do útero materno; como foi o seu nascimento; como foram suas experiências quando bebê e na infância. Tudo isso vai nos marcando profundamente. Algumas pessoas foram muito estimuladas amorosa e positivamente pela família“. 

E continua: “Como é que nós, como adultos, podemos olhar esse nosso passado e os estímulos recebemos? Você sente que as pessoas não gostam de você? Você sente que é menos do que alguém? É porque você ainda está comparando. Deixe de lado suas comparações: você é quem você é. Resultado de todas essas experiências, inclusive da ancestralidade.”   

Resumidamente, a popular monja mostra como a psicologia é importante nesse processo de amor próprio. Somos o que somos pelas experiências que tivemos e por tudo a que fomos expostos. As pessoas processam o amor de maneiras diferentes por compreenderem o amor através dos diferentes estímulos a que foram apresentadas. E esse é um dos motivos pelo qual as dicas genéricas não fazem sentido para a maior parte dos mortais.  

Mas estímulos de afeto do passado não são os únicos que ajudam a entender sobre como lidamos com a percepção sobre nós mesmos. O jeito que tratamos o nosso corpo no presente também afeta a maneira como enxergamos as coisas, mais precisamente através da alimentação.  

Quando comemos de maneira saudável, priorizando alimentos naturais e nutritivos, estamos cuidando não só do nosso corpo, mas também da nossa mente. E quem trata esse tema de uma maneira madura e facilmente compreensível, no meio de tanta superficialidade na internet, é a Gabriela Pugliesi.  

Em um vídeo do seu canal no Youtube “Vendi Meu Sofá com Gabriela Pugliesi”, intitulado “Amor próprio: a relação do meu corpo com a minha felicidade”, Pugliesi diz:  

“Eu não me alimento bem e nem treino para ficar musculosona, sarada. Eu me alimento bem para ser feliz. Eu treino porque eu gosto, tenho prazer com a sensação. Tenho uma alimentação cada vez mais natural, no sentido de comer comida de verdade e coisas que me fazem bem, que me deixam feliz. É impressionante como eu vejo que, cada vez mais, quanto mais eu me alimento bem, principalmente vegetais, frutas e verduras (que é o que eu mais amo) eu fico feliz e leve espiritualmente. Minha energia fica mais leve, eu fico muito mais disposta e fico muito mais bem-humorada.”  

A relação do efeito da alimentação sob o nosso corpo com o amor próprio é percebida em outra parte do vídeo: “Hoje, nada me faz mais feliz do que acordar com disposição, com saúde para fazer as minhas coisas, feliz de cabeça. E meu corpo sorri, porque ele responde a isso. Um estilo de vida saudável, pra mim, hoje, tem a ver com como que eu estou espiritualmente. E isso vem muito do que eu colo na minha boca e no meu corpo. É muito básico isso: o nosso corpo é a nossa casa, então tudo o que você come, o corpo absorve. As vezes bem, as vezes não. Então quando mais nutrientes maravilhosos a gente manda para o nosso corpo, mais feliz ele fica. E isso reflete em tudo: na estética, na pele, no cabelo, no estado de espírito.” 

Ou seja, a maneira como enxergamos as coisas está diretamente ligada a maneira como tratamos nosso corpo.  

Mas afinal, qual é a conclusão que se tira de tudo isso?  

Que para ter amor próprio, primeiramente, é necessário entender que a história de cada um é única, então as maneiras de lidar com isso também são. Mas que para lidar da melhor maneira possível, algumas coisas são indispensáveis: conhecer a sua história, o seu passado e entender que os estímulos que recebeu e as relações que teve durante a sua formação moldam a sua percepção sobre você mesmo e o outro. Sabendo quem você é, fica muito mais simples de saber quem você quer ser.  

Outro ponto é: a maneira como você estimula seu corpo e mente altera completamente a maneira como lidamos conosco e com o ambiente em que estamos inseridos. Ter uma vida saudável, com uma alimentação natural e nutritiva, além de fazer exercícios e ter momentos bem aproveitados de lazer faz com que você perceba as coisas de uma maneira muito mais leve e positiva. E, obviamente, isso vai mudar completamente sua visão sobre as coisas, inclusive sobre você mesmo.  

Amor próprio é conhecer e cuidar de você tanto quanto você conhece e quer cuidar de quem ama.  

 

*Lembrando que o que escrevemos no blog não reflete opiniões da empresa, ok? Assinatura Desinchá

 

Pró-idade: um manifesto

Tenho uma notícia para você: a menos que a gente morra jovem, todos nós vamos envelhecer. Sim, é óbvio… Porém essa parece uma daquelas verdades inconvenientes que preferimos negar.

Nós observamos de perto a indústria de saúde e bem estar, e não é de hoje que começou uma certa tendência anti-idade. Creminhos, séruns, suplementos, tratamentos, etcetc, etc. A indústria parece ter abraçado esse conceito o mais apertado que conseguiu. Talvez até a gente tenha deslizado nos nossos conteúdos, mas é algo no qual queremos prestar atenção. 

Porque existe por aí um mito de que a juventude é a vida inteira, não apenas uma fase. E para mudar a forma como encaramos o processo de envelhecer, primeiro é preciso mudar a forma como falamos sobre ele.

Óbvio que queremos envelhecer com saúde, cuidando do nosso corpo e da nossa mente do melhor jeito possível, combatendo a oxidação dos nossos tecidos, e levando uma rotina ativa. Mas isso não significa que estamos escondendo a nossa idade ou desafiando a passagem do tempo. Quer dizer que estamos buscando celebrar a vida, independente da fase pela qual estamos passando.

Anti” traz a ideia de que algo deve ser combatido. É só pensar em antidepressivos, anti-vírus, anti-inflamatórios… E nossa idade não é para ser combatida. É para ser aproveitada! 

Idoso andando de skate

Nosso tempo na Terra é limitado e precioso. É uma oportunidade para fazer cada dia valer à pena.

A linguagem que usamos é importante. Ela define nossa visão de mundo e influencia o jeito como pensamos sobre as coisas. 

Então que tal se nós decidíssemos ser PRÓ?   

Pró-experiência.
Pró-saúde.
Pró-qualidade-de-vida-independente-da-idade.
Putz… Pró-idade!  

E se, ao elogiar uma mulher mais velha, não usássemos qualificadores como: “ela é bem bonita… para a idade dela”? E se a gente só falasse: “ela é bem bonita, ponto.”? 

Idosa usando óculos escuros

Aqui acreditamos DEMAIS no poder de microrrevoluções. Por isso batemos tanto na tecla de que tirar 5 minutinhos pra preparar e degustar um Desinchá como um ato de autocuidado. E por isso pequenas atitudes – ex. mudar a forma como falamos sobre envelhecer, ser pró-idade – pode ser um primeiro passo para celebrar uma vida longa e saudável. 

Assinatura Desinchá

Às vezes eu acho que as pessoas que acompanham esse blog devem pensar que alguns temas estão muito parecidos. Bom, é compreensível. Mas o que estou tentando, na verdade, é explorar o máximo possível de alguns assuntos específicos. Por exemplo, as proteínas: elas estão em alguns títulos desse blog, porém, um fala sobre o whey protein; o outro, sobre quais tipos de proteínas existem e como elas agem no corpo.   

Hoje vou seguir mais ou menos por esse caminho e levantar de novo um assunto recorrente por aqui: emagrecimento.  

Mas dessa vez vou tentar ser mais específico e falar sobre emagrecer com saúde.  

Emagrecer não é sinônimo de saúde. Existem regras!

É importante ressaltar o “com saúde”, pois isso significa que mostrarei hábitos ou pequenas adaptações na sua vida para você conseguir emagrecer sem restrições torturantes, sem passar fome e sem tomar remédios ou consumir produtos que sejam prejudiciais. Ou seja: sem sofrimento, emagrecendo levando uma vida saudável.  

E, para isso, vamos começar com uma info que você provavelmente já sabe bem: não existe uma dieta que sirva para todos. Idade, sexo, tipo de corpo, histórico médico, genética e nível de atividade física são muito importantes para a perda de peso. E isso tudo é muito singular.  

E é aí que entra o diferencial desse texto: apesar de cada ser humano ser um universo muito particular e único, existem algumas atitudes comuns que beneficiam todos!  

Nisso, posso citar o post anterior, sobre pirâmide alimentar, para dar a primeira dica de emagrecimento saudável: entenda os seus alimentos

É importante registrar tudo o que você come, inclusive as quantidades exatas de cada alimento. Também veja quantas vezes você come em casa e quantas vezes come fora. Isso é necessário pois as refeições caseiras costumam ser mais saudáveis, já que você controla todo o preparo. Tente sempre encontrar maneiras de facilitar a sua rotina para poder cozinhar com tranquilidade.  

  • Procure um profissional  

Isso aqui é bom falar sempre, pois a galera esquece: um nutricionista sempre irá avaliar suas necessidades nutricionais e dar a dieta mais adequada para o seu corpo.  

  • Controle as porções 

Não é nenhuma novidade você ter que prestar atenção em pratos mais calóricos, tipo frituras e doces, certo? Caso você coma muito fora ou tenha o olho muito grande mesmo na hora de cozinhar em casa, é bom ficar atento com as porções. Por exemplo, um filé não precisa ser maior que a palma da sua mão (sei que é uma medida estranha, mas funciona). Já os carboidratos, como arroz e batatas, podem ser do tamanho daqueles colherões de servir, sabe? Já as verduras e os legumes, pode comer à vontade!  

  • NÃO FIQUE SEM COMER!  

Caro leitor em busca de uma vida saudável, por favor, coma sempre. Fracionar suas refeições em pequenas porções durante o dia faz com que você sinta menos fome durante as refeições principais. Existem os adeptos do jejum intermitente, mas esse é o tipo de coisa que só o seu médico pode te indicar.

  • Faça exercícios sempre 

Escolha a atividade física que mais te agrada para que você consiga praticar regularmente, sem sacrifícios. Nada melhor do que boa alimentação e exercícios regulares para conseguir ter um corpo saudável.  

  • Durma de 7 a 8 horas por dia 

É fundamental uma boa noite de sono para a plena recuperação do seu corpo, com metabolismo equilibrado. A perda de peso depende diretamente da recuperação do corpo durante o sono.  

  • Não elimine todas as gorduras da sua dieta  

Existem gorduras que são necessárias até para emagrecer. As gorduras são as responsáveis por transportar as vitaminas A, D, E e K, e pelo funcionamento das membranas celulares, da defesa imune e da coordenação das funções cerebrais. Ou seja: diminuir drasticamente o consumo de gorduras saudáveis significa desequilibrar funções essenciais ao funcionamento do organismo. Por isso, nada de tirar da alimentação as gorduras, por exemplo, do coco, castanhas, gergelim, azeite de oliva, linhaça, nozes etc. 

  • Diminua o consumo de sal e açúcar 

sal é a principal fonte de sódio, mineral que, quando ingerido em excesso no organismo, aumenta o risco de hipertensão e a retenção de líquido. Já o açúcar consumido em excesso se transforma em acúmulo de gordura, principalmente na famigerada região da barriga. Então não preciso dizer mais nada, né?  

  • Entenda os sinais de que sua dieta não está saudável  

Existem alguns sinais que mostram que a sua tentativa de emagrecimento pode não estar assim tão boa: queda de cabelo, unhas fracas e quebradiças, desânimo, fraquezaindisposição, tontura, flacidez e constipação intestinal

  • Beba pelo menos 2 litros de água por dia 

Consumir bons líquidos ajuda demais a emagrecer de maneira saudável.  

  • Prefira alimentos integrais  

Pão, massa, farinha, arroz… Tudo isso você pode substituir pelo mesmo produto, só que integral. Eles contêm mais nutrientes e fibras, que como já sabemos, fazem muito bem para o seu organismo. 

 

E querido leitor, vamos lá: essas mudanças, por mais que não sejam restritivas, exigem uma certa dedicação. Esse período de adaptação pede esforço e atenção. Então lembre-se sempre de que provavelmente isso não foi fácil pra ninguém e não funcionou em uma semana. Leva tempo, paciência e um certo controle de ansiedade. Indo aos poucos, você chega lá facinho, facinho. 🙂  

Assinatura Desinchá

Quando eu era criança, minha família tinha apartamento na praia e desde os 6 meses de vida minhas viagens favoritas são as que tem mar, areia e sol. Num outro post aqui do blog, sobre Vitamina D, eu já declarei meu amor pelos raios solares (confere lá que tem muito a ver com esse tema aqui). Lembro bem da alegria que era acordar nas férias com o caminhão da Ultragaz tocando aquela musiquinha passando na porta do prédio, do desespero em acordar todo mundo pra ir até a praia (como se ela fosse um avião que pudesse ir embora sem a gente) e da agonia que era ter que passar protetor solar…

Minha mãe sempre me falou da importância de proteger a pele e me tirava do mar pra passar mais uma camada do creminho. Eu odiava porque ficava com o corpo cheio de areia e sal e aquele esfrega-esfrega, “pra não deixar nada branco, senão mancha”, como ela dizia, parecia mais uma esfoliação. Aprendi a espalhar bem o protetor e continuo odiando ter que passá-lo.  

Claro que esses anos de expertise não superaram minha teimosia. E graças a ela, perdi as contas dos dias de sol que deixei de pegar porque estava ardendo ou com insolação. Em compensação, aprendi a lição e me preocupo muito mais com as consequências da exposição solar. 

Pra deixar as informações mais diretas, vou expor as dúvidas que eu tinha e fazer valer a máxima dos professores: sua dúvida pode ser a mesma do seu colega. 

Protetor Solar: para você não lembrar dele só na praia

Como o protetor (ou filtro) solar age? 

Ele protege a pele dos raios UVA e UVB. UV é a sigla para Ultravioletas e as letras A e B são suas classificações. Os UVBs podem causar queimaduras pois, sem a proteção adequada, atingem a epiderme, camada que vem logo abaixo da pele. Mas os mais perigosos são os UVAs. Esses raios vão direto para a derme e hipoderme (camadas mais profundas) e, com o tempo, causam envelhecimento precoce da pele, surgimento de manchas e pode levar ao câncer.  

Para ser eficaz e combater esses riscos, a composição química do protetor solar contém moléculas aromáticas conjugadas com grupos carbonila. Quando atingem a pele, os raios UVs são absorvidos por essa combinação. Após a absorção, as moléculas se agitam e voltam ao seu estado normal em seguida. Todo esse processo faz com que a pele receba uma quantidade menos agressiva da energia solar e reflita o restante.    

 

O que é FPS? 

FPS = Fator de Proteção Solar. Os mais comuns encontrados no mercado vão de 4 a 60 e diferente ao que muita gente pensa, ele não está relacionado à potência de proteção, mas sim ao tempo que a pessoa pode ficar exposta ao sol antes que a pele comece a apresentar vermelhidão ou ardor. Ou seja, se sem proteção você consegue ficar 10 minutos no sol sem arder, utilizando um protetor com FPS 15, você ficará protegido por 150 minutos (tempo x FPS). 

  

Se eu usar protetor não vou me bronzear? 

Sim, o bronzeamento ocorre, porém da forma correta. O uso do protetor faz com que os raios mais agressivos sejam absorvidos de forma saudável. Então sua pele vai ficar bronzeada e não torrada. O bronzeado de quem usa protetor também é mais duradouro, já que o risco de descascar é bem menor. 

 

Qual a diferença entre protetor e bloqueador solar? 

O protetor solar, como já explicado, transforma os raios UV e os deixam inofensivos para a pele. O bloqueador, como o nome já diz, impede qualquer absorção da radiação solar, refletindo-os quando atingem a pele. Sua fórmula normalmente contém óxido de zinco ou dióxido de titânio e quando aplicado deixa a pele opaca e esbranquiçada, impedindo o bronzeamento.  

 

Tem que usar protetor mesmo quando não estamos no verão? 

SIM!!!!!!!!!! No verão, a incidência de radiação UVB é maior, mas os raios UVAs estão presentes durante o ano todo, independente da estação ou clima. E com a destruição da camada de ozônio, eles incidem de forma ainda mais agressiva. 

Bom, acho que ficou bem explicado que protetor solar é um item indispensável, não importa a ocasião. E se você tem alguma alergia a eles ou problemas com o sol, vá ao dermatologista! Só um profissional capacitado vai te ajudar a ficar tranquilo e protegido o ano todo.   

Assinatura Desinchá

 

FONTES 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Filtro_solar#Mecanismo_de_a%C3%A7%C3%A3o  

https://novaescola.org.br/conteudo/1140/como-funciona-o-protetor-solar 

https://super.abril.com.br/comportamento/o-que-sao-os-numeros-fps-no-protetor-solar/ 

https://www.uai.com.br/app/noticia/saude/2015/01/27/noticias-saude,188193/qual-e-a-diferenca-entre-protetor-e-bloqueador-roupa-com-protecao-sol.shtml 

Não sei se todos sabem, mas o escritório da Desinchá fica em São Paulo, próximo à Avenida Paulista. Talvez seja uma das regiões com maior fluxo de pessoas e carros de toda a cidade.

Quem vive por aqui sente isso na pele: fluxo grande de carros e pessoas significa CAOS ABSOLUTO. Somos mais de 12 milhões correndo para todos os cantos. E caso você não more ao lado do seu trabalho, não vai ter jeito. Você será um personagem ativo nos engarrafamentos da cidade.

O paulistano sempre passa a impressão de que não tem tempo pra nada e está atrasado pra tudo. Ou seja: junto com os engarrafamentos, vem muita buzinada, xingamento, barbeiragem e algumas ilegalidades.

Depois de encarar essa guerra diária para ir ao trabalho, voltar e quem sabe ainda dar uma passada em algum outro lugar, seja o banco, academia, restaurante ou a casa de algum parente, você chega em casa (provavelmente depois da meia noite) e não tem força nem pra dar um sorriso. E isso se repete por todos os dias úteis da semana.

Não era estresse, era sono

Isso deve gerar um estresse maldito, certo? ERRADO.

Isso gera cansaço. Nada que uma boa noite de sono não resolva. Recompor as energias é tudo que o corpo precisa para aguentar mais um dia de maratona.

“Estresse” é uma palavra que foi muito banalizada com o tempo. Na verdade, se trata de um mecanismo fisiológico do organismo que nos faz sobreviver milhões de anos até chegarmos aqui, 2019, onde continuamos tentando sobreviver tal qual um homem das cavernas.

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Ou seja: o estresse é uma defesa natural que libera uma série de mediadores químicos, como a popular adrenalina que fez, por exemplo, com que o nosso querido antepassado, diante do perigo, pudesse lutar ou fugir de um predador e continuasse com a evolução da espécie.

Veja, temos até exemplos fofinhos para exemplificar: já viu como fica um gato quando se sente ameaçado? Ele fica com os pelos em pé para parecer maior. E isso é consequência do estresse. Voltando para os humanos: nosso batimento cardíaco acelera, nossa pressão sobe, o sangue é até desviado de algumas partes do corpo para os nossos músculos, para estarem fortalecidos. E quando o estresse passa, você lembra como fica? Tem gente que nem consegue andar. Fica lá com as pernas tremendo, respirando profundamente.

Mas, como sempre, consigo ouvir sua voz me perguntando, caro leitor: “Mas Silvio, essas situações cansativas do cotidiano me causam estresse!”

Causam mesmo. Não no nível que te daria alguma condição para fugir de um leão, mas uma quantidade mínima que é extremamente preocupante. Esses pequenos problemas que passamos em nosso cotidiano provocam um constante aumento na pressão arterial e do número de batimentos cardíacos que, a longo prazo, trarão consequências terríveis para o organismo.

Mulher estressada

O natural é que, com o tempo, nós vamos montando estratégias para driblar essas situações em que estimulamos o estresse em nosso corpo. O problema é quando se aceita essa rotina sem nem pensar. O problema é que, quando você não traça essas estratégias, seu organismo vai reagindo com cada vez mais dificuldade, dando sinais de cansaço cada vez mais rápido. Isso vai afetar desde o sistema imunológico até o nervoso, trazendo consequências para o seu comportamento no dia a dia. Aí é ladeira abaixo: dores musculares, nas costas, na região cervical, alterações de pele, etc. Por isso é muito importante prestar atenção nos sinais que o seu corpo dá.

O importante é ter em mente que ninguém fica estressado de um dia para o outro. É um processo lento que, se você não ficar ligado, acaba não percebendo. Então decore os sinais:

  • Não se levanta com a mesma disposição;

  • Não tem mais a mesma energia para desempenhar tarefas diárias;

  • Se irrita com os outros facilmente;

  • Comportamento fugindo do padrão habitual;

  • Não consegue dormir;

  • Quando dorme, dorme mal e acorda cansado;

Dizem que normalmente quem nota essas coisas é alguém de fora. Temos dificuldade em enxergar as coisas acontecendo conosco nessa rotina maluca. Por isso FIQUE ATENTO.

Isso vale para consultas médicas também! Aposto que você já ouviu um médico dizer algo como “isso aí não é nada, é só emocional”. GENTE: se é emocional, é alguma coisa. E importante!  É esse emocional que pode desencadear futuras doenças e ninguém precisa esperar elas surgirem pra tomar alguma providência. Nessas horas, é sempre bom buscar saber o que pode estar favorecendo o aparecimento dos sintomas. Aquilo que é estressante pra você, pode não significar nada para outro. O tipo de reação que cada um terá tem muito a ver com a genética, o temperamento, até mesmo a personalidade e a maneira como a pessoa percebe as coisas ao seu redor.

Agora veja se você se encaixa nisso aqui (e fique preocupado caso a resposta seja “sim”): a maioria das pessoas estressadas não sabem sentir prazer, que é algo que ameniza demais o impacto do estresse. Pensar no lado positivo das coisas e aproveitar os momentos de lazer ajuda os neurotransmissores a não acabarem com nosso organismo. Nossa qualidade de vida está muito ligada à maneira que encaramos os nossos problemas.

Por exemplo: em determinado momento da nossa vida passamos a nos cobrar demais. Sempre em busca da perfeição, que começa normalmente por exigências de terceiros. É muito difícil que você consiga fazer algo “perfeito” e esse tipo de exigência aumenta o nível de estresse, além de favorecer o vício em drogas, no álcool, os quadros de depressão e ansiedade.

Mas não vim aqui só para apontar seu equívoco ao definir “estresse” e os malefícios desse problema, meu jovem. Aqui na Desinchá buscamos sempre achar soluções saudáveis pra tudo, mesmo que isso ocupe 1 ou 2 míseros parágrafos em um texto com mais de 20.

E vamos logo pra uma solução que nunca ninguém falou pra você antes: faça atividades físicas!

Exercícios ajudam a neutralizar os neurotransmissores que são liberados pelo estresse, graças à maravilhosa endorfina, que nosso corpo produz com facilidade. Mais de 20 minutos fazendo uma atividade e você já terá uma sensação de bem-estar.

Junte isso com boas horas de sono + lazer e pronto, temos um ótimo caminho para melhorarmos o problema tema desse texto.

E nunca se automedique. Seja tomando tranquilizantes, analgésicos ou álcool. Se você não conseguir controlas os níveis de estresse sozinho, procure um profissional.

O mais importante é: o principal passo é identificar o que te causa estresse. Depois, pensar se é possível fazer algo para que isso mude ou até para afastar isso da sua vida. Pode parecer um pouco autoajuda (coisa que eu, particularmente, não gosto), mas é necessário. Se não for pra aproveitar os momentos que temos por aqui, de que vale passar todo esse perrengue?

Siga o mantra do meme do momento: vem tranquilo!

Assinatura Desinchá

Nos dias em que não está se sentindo bem, o que você faz para tentar melhorar? Se você for como eu, vai correr para o Google e se perder nos milhares de links com dicas e pontos de vista até ficar confuso demais sobre qual o melhor caminho a seguir. Agora, quando o assunto é autoestima, o nível de informação que vemos nos principais resultados é assustadoramente raso e tratado muitas vezes de maneira perigosa.

 A maior parte dos sites, por exemplo, dá dicas de como melhorar sua autoestima, fazendo uma lista de pequenas atitudes como “se elogiar sempre” ou “praticar algum exercício”. Ou seja: esse conteúdo, pelo baixo nível de complexidade argumentativa sobre um assunto tão delicado, se mostra pouco debatido de uma maneira geral.

Então vamos voltar um pouquinho: afinal, o que é autoestima?

Na primeira vez que usaram esse termo, em 1982, foi para descrever a sensação geral que uma pessoa apresenta em relação ao seu valor pessoal. Alguns especialistas dizem que a autoestima é um traço de personalidade e que então ela seria estável e duradoura.

Essa palavra significa uma variedade de crenças sobre nós mesmos. A maneira como nos enxergamos perante o mundo. Isso envolve opinião sobre a própria aparência, das próprias necessidades, das emoções e dos comportamentos.

Ou seja: a autoestima tem relação com a forma que vemos o mundo e como entendemos que esse mundo nos vê. E isso está diretamente atrelado à cultura da qual fazemos parte.

Autoestima 7 livros para ir além da busca do Google

Acho que não preciso aprofundar em como uma cultura é estabelecida, mas posso resumir a parte atual: a cultura, principalmente na era da informação, estabelece determinados padrões que são compartilhados por uma sociedade. Alguns desses padrões, principalmente os disseminados nas mídias, na prática, são excludentes. Vendem corpos inalcançáveis, padrões de vida impagáveis e comportamentos específicos demais. É coisa de menos de 1% das pessoas que conseguem alcançar o que nossa cultura transmite como ideal.

Especialistas também correlacionam a baixo autoestima com traumas vividos nas fases iniciais da vida, como abandono, baixo rendimento escolar e parentes passivo-agressivos.

E qual a consequência disso?

Só no Brasil, por exemplo, 76% das mulheres citam a crescente pressão por parte da mídia para que elas atinjam um padrão de beleza que se baseia em ser magra, estar em dia com a academia e ter roupas maravilhosas como uma causa importante de sua ansiedade com a própria aparência.

Setenta. E. Seis. Por. Cento.

Estamos vendo, na prática, como ter a beleza como fator para ser uma pessoa confiante é a fórmula mágica para criar gerações de pessoas inseguras. 60% das mulheres do mundo todo acreditando que precisam atender certos padrões de beleza. 9 em cada 10 mulheres cancelam compromissos importantes por não estarem se sentindo bem com a própria aparência. Também 9 entre 10 mulheres se forçam a parar de comer para emagrecer.

Os homens também são afetados por esses fatores externos, mas possuem algumas especificidades: o bullying na época do colégio, a pressão por ser o provedor da família e a necessidade constante de provarem sua masculinidade são alguns exemplos que prejudicam a autoestima.

Alguns sinais que evidenciam esse problema são:

  • Visão negativa da vida

  • Atitudes perfeccionistas

  • Desconfiança nos outros

  • Medo excessivo de correr riscos

  • Sentimento de não ser amado

  • Deixar que os outros tomem decisões

  • Medo de ser ridicularizado

  • Altos níveis de ansiedade

As consequências desse problema são os mais diversos. Vão desde bullying e gravidez precoce até o uso abusivo de álcool e drogas.

Ok, mas e as pessoas com uma autoestima boa? O que fazem? Do que vivem? Onde se escondem?

É praticamente falar o contrário do que evidenciei aqui para falar de pessoas com baixa autoestima. Essas pessoas se sentem mais confortáveis tanto com elas mesmas quanto com o ambiente ao seu redor. Isso pode ser explicado por terem vivido emoções mais neutras ou positivas durante as primeiras fases da vida: seja por uma criação com estímulos positivos ou por algum tipo de privilégio. Todo mundo aqui passou pela infância e sabe como as experiências vivenciadas naquele período nos afetam quando estamos maduros. Positiva ou negativamente.

Resumindo: levando em consideração as primeiras fases da vida, ambientes positivos geram maior segurança e desenvolvem qualidades importantes para a autoestima. Já ambientes negativos, emocionalmente conturbados, geram pessoas mais hesitantes. Lembrando que a maneira como nós e nossas famílias nos comportamos também faz parte da cultura vigente.

Toda essa introdução ao significado dessa palavrinha que perdeu a hífen se fez necessária para podermos discutir: tá, e o que eu faço com a minha baixa autoestima?

Bem, é delicado. Mas vamos lá.

Sabemos que a psicanálise costuma relacionar esse problema ao ambiente familiar: experiências que temos (ou deixamos de ter) com nossos pais podem desencadear diversos problemas futuros.

O problema é que o comportamento que vemos em nossos pais é apenas a repetição de comportamentos que eles também viram com seus pais (nossos avós). E nossos avós também levaram adiante um padrão que viram em seus pais (nossos bisavós). E essas estruturas costumam se manter inalteradas por muito tempo.

Então precisamos nos livrar desses fantasmas do passado que ficam super confortáveis apoiados nas nossas costas e fazer as pazes com a nossa história.

Em algum outro blog qualquer, agora seria aquele momento no qual seriam listadas 5 coisas para fazer no seu dia a dia que ajudariam a melhorar sua autoestima, assim como disse no início desse texto. Algo como se olhar no espelho todo dia de manhã e dizer que você consegue; fazer cafuné no seu gato; aceitar elogios. Aí transformamos a autoestima em autoajuda.

Não existe problema em tentar qualquer método para se sentir bem e confortável com quem você é, caro fiel leitor. Mas o que vai te ajudar por toda a vida, sem dúvidas, é repertório.

Seja qual for o seu problema, ter conhecimento sempre será um facilitador para encontrar soluções. Existe material excelente, até de séculos passados, que tratam sobre autoimagem e psique humana. O conteúdo é maior ainda quando falamos de cultura, diversidade, aceitação, empoderamento. É importantíssimo sairmos da bolha na qual estamos inseridos, normalmente pelo ambiente que fomos criados e frequentamos, para enxergar a complexidade de cada pessoa ao nosso redor.

Somos bombardeados de informação que reforçam estereótipos excludentes o dia inteiro. Um repertório grande permite que você reflita sempre sobre cada informação que você recebe. Saber qual o motivo de venderem o corpo musculoso como padrão, mas também saber o motivo pelo qual você não precisa disso para estar bem. Saber que muitas vezes é normal sentir insegurança em determinados ambientes, mas também saber que você pode conviver com isso sem maiores problemas.

Entendendo o mundo ao nosso redor, geramos empatia. E é essa empatia que permite uma reflexão sobre as diferenças e como devemos agir para que elas não sejam vistas como “fora do padrão”.

Caso você não faça ideia por onde começar, listo aqui alguns livros excelentes e importantes:

1) CRIME E CASTIGO – FIÓDOR DOSTOIÉVSKI

1) CRIME E CASTIGO - FIÓDOR DOSTOIÉVSKI

O maior talento do autor russo foi transformar os aprendizados em experiência universal. Sua vida foi fonte de reflexões e não apenas simples memórias. O livro não é a simples história de um assassino, é um ensaio apurado da natureza humana: mostra todos os processos da racionalização que o protagonista faz do seu crime. É uma história que debate a moral e questiona os homens tomando decisões acima da legalidade.

 

2 ) OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO COMO EXTENSÕES DO HOMEM – MARSHALL MCLUHAN

2 ) OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO COMO EXTENSÕES DO HOMEM – MARSHALL MCLUHAN 

Neste livro, o autor mostra como os meios de comunicação de massa afetam profundamente a vida física e mental do Homem, levando-o do mundo linear e mecânico da Primeira Revolução Industrial para o novo mundo veloz e mutável da Era Eletrônica.

 

 

3) 1984 – GEORGE ORWELL

3) 1984 – GEORGE ORWELL   - 7 livros sobre autoestima

Publicada originalmente em 1949, a distopia futurista 1984 é um dos romances mais influentes do século XX. Uma poderosa reflexão ficcional sobre a essência nefasta de qualquer forma de poder totalitário.

 

 

 

 

 

4) MODERNIDADE LÍQUIDA – ZYGMUNT BAUMAN

4) MODERNIDADE LÍQUIDA - ZYGMUNT BAUMAN  - 7 livros sobre autoestimaNeste livro, o autor esclarece como se deu a transição da modernidade “sólida” para a modernidade “líquida”, nos auxiliando a repensar os conceitos e esquemas cognitivos usados para descrever a experiência individual humana e sua história conjunta.

 

 

5) AMOR LÍQUIDO: SOBRE A FRAGILIDADE DOS LAÇOS HUMANOS – ZYGMUNT BAUMAN

5) AMOR LÍQUIDO: SOBRE A FRAGILIDADE DOS LAÇOS HUMANOS – ZYGMUNT BAUMAN - 7 livros sobre autoestimaA modernidade líquida em que vivemos traz consigo uma misteriosa fragilidade dos laços humanos, um amor líquido. O autor investiga nesse livro de que forma nossas relações tornam-se cada vez mais “flexíveis”, gerando níveis de insegurança sempre maiores. Bauman merece ter mais de um livro aqui nesse post!

 

6) MULHERES, RAÇA E CLASSE – ANGELA DAVIS

6) MULHERES, RAÇA E CLASSE – ANGELA DAVIS  Essa obra traça um poderoso panorama histórico e crítico sobre a luta feminista, a luta antirracista e a luta antiescravagista, passando pelos dilemas contemporâneos da mulher. O livro é considerado um clássico sobre gênero, raça e classe.

 

 

7) SAPIENS: UMA BREVE HISTÓRIA DA HUMANIDADE – YUVAL NOAH HARARI

7) SAPIENS: UMA BREVE HISTÓRIA DA HUMANIDADE – YUVAL NOAH HARARI  

O autor repassa a história da humanidade, ou do homo sapiens, desde o surgimento da espécie durante a pré-história até o presente, mas em vez de apenas narrar os fatos históricos, ele os relaciona com questões do presente e os questiona. Para cada fato ou crença que temos como certa hoje em dia, o autor apresenta as diversas interpretações existentes a partir de diferentes pontos de vista, inclusive as muito atuais, sugerindo até novas interpretações.

Esse livro traz muitos outros insights e, caso você não tenha visto, já publicamos um texto sobre um deles aqui.

 

Sejamos justos com nós mesmos, amigos. E tenhamos conhecimento para vivermos em paz, sem nos preocuparmos com julgamentos ou padrões. Nossa autoestima merece!

Assinatura Desinchá

Aqui na Desinchá a gente bate sempre na tecla de como pequenos hábitos podem fazer diferença. Por isso recomendamos tomar o Desinchá todo dia, junto com outras rotinas saudáveis – como comer mais vegetais e caminhar por meia hora todos os dias. É que, principalmente no começo, a consistência pode te levar mais longe do que a intensidade.

Pense na última vez que você foi ao dentista. Com certeza ele fez uma limpeza super profunda e completa, daquele tipo mega master que você nunca conseguiria fazer em casa. Ele POLIU os seus dentes. Tirou restos de comida acumulados entre eles. Removeu as placas bacterianas que estavam se acumulando e amarelando o seu sorriso. E você provavelmente saiu do consultório sorrindo à toa (sei que eu saí mostrando os dentes para qualquer desconhecido que me olhasse por mais de meio segundo).

Só que nada do que descrevi aí em cima vai durar se você não passar fio dental e escovar os dentes como uma rotina. ESSA é a magia da consistência!

Do mesmo jeito, não adianta se entupir de Desinchá um dia e passar 10 sem. Ou passar fome durante um dia inteiro e depois se entupir de besteira. Ou ficar 5h direto na academia se você só vai voltar lá no mês que vem.

Consistência é TÃO chave.

Agora, o melhor jeito de manter isso é criar uma rotina que seja super fácil de executar. Mesmo com a intensidade baixa, o nosso objetivo aqui é construir O HÁBITO. Você sempre pode aumentar o grau de dificuldade conforme o tempo for passando.

Já escrevemos sobre isso num post sobre micro-hábitos.

A Magia da Consistência

Quando decidi mudar minha alimentação, por exemplo, comecei trocando o café da manhã. Ao invés de pão com queijo, comecei a escolher opções ricas em proteínas (como ovos mexidos), fibras (adicionando rúcula ou algum outro vegetal) e/ou gordura (como vitamina de abacate).

Quando vim para a Desinchá full-time, vi isso como uma oportunidade de mudar também o meu almoço. E com alguns meses na empresa, aceitei o Desafio Desinchá + Método Hüman e fui pouco a pouco introduzindo outras práticas (mudei o jantar, introduzi o jejum intermitente…)

No departamento dos exercícios, como já estava há um tempo parada, comecei a caminhar até o escritório e depois de volta para casa.

Depois testei algumas aulas experimentais de yoga.

Depois comecei a treinar de 2 a 3 vezes na semana na Bioritmo – numa parceria lindona que a Desinchá fechou para colaboradores mais antigos.

E agora estou escrevendo esse texto com um olho no relógio porque logo mais vou sair para treinar.

Flingstones fazendo exercí­cios

Até então meu foco maior tinha sido me movimentar, perder gordura e aumentar o condicionamento físico (afinal sou ex-fumante, e já estava cansada de querer colocar os pulmões para fora só de subir uma ladeirinha de nada!) Perdi 8kg nessa brincadeira, um passinho por vez.

Agora também quero ganhar mais força e fortalecer meus músculos. E sei que vai ser assim, passinho depois de passinho, usando essa MAGIA chamada consistência. 😉

Quero te desafiar também!

Qual a menor micro-meta que você pode definir para si que você vai se comprometer a fazer TODO DIA?

Adoraria saber as suas respostas nos comentários. Te espero lá!

Assinatura Desinchá

 

Que o cérebro é órgão mais importante do corpo mais importante do corpo, todo mundo sabe. Mas como é que ele funciona junto com os outros órgãos quando ouvimos música? Tenho certeza que você tem uma playlist para cada momento e situação: academia, balada, almoço em família, romance e até para tomar banho. E assim é desde os primórdios da humanidade, quando os homens utilizavam couro e ossos de animais para fabricar instrumentos musicais. Não à toa a música se tornou uma das formas de expressão mais importantes do mundo. Então vamos conhecer abaixo algumas curiosidades e os benefícios da música no nosso organismo.

A música é formada por letra, melodia e ritmo. Existem as versões á capela (só cantadas) e as instrumentais. Todas elas tem o poder de nos alegrar, chorar, fazer dançar ou dar sono e já de cara dá para entender certos efeitos: de acordo com o ritmo (rápido ou lento) e notas (mais graves ou agudas) e letra de cada canção, os neurotransmissores do cérebro vão trabalhar na mesma “frequência”, liberando um tipo de hormônio para cada música. Mas independente do seu gosto musical, o resultado de ouvir uma boa música é o prazer. Não sei se você lembra, mas a alguns anos atrás, surgiu uma onda de drogas em MP3. Eram harmonias sintetizadas que prometiam causar o mesmo efeito da droga escolhida, então tinha música para os efeitos de maconha, cocaína, ácidos, etc. A moda não pegou, mas havia grande sentido em seu propósito. Diversos estudos comprovaram que a música ativa o mesmo circuito cerebral que o sexo e as drogas, que disparam a liberação de opioides endógenos, como as endorfinas, e neurotransmissores como a dopamina.

Os benefícios da música para a nossa saúde

Para chegar até lá, existe algo fundamental: memória afetiva. Você pode não gostar de pagode, mas durante uma viagem muito divertida com amigos, o CD do Thiaguinho não parava de tocar e, às vezes, você se pega ouvindo “… Tá vendo aquela lua que brilha lá no céu…” porque te traz boas lembranças. E também pode ser o contrário, quando você deixa de gostar de uma música ou artista que adorava porque ela esteve presente num momento ou situação ruim da sua vida. Isso acontece não só com músicas, mas sons num geral. Se você está assistindo um filme de terror e, numa determinada cena, ouve um rangido de porta, já é o suficiente para te dar calafrios.

Muitos dos benefícios da música vêm por ela ser um passatempo, uma distração. Isso ajuda quando você precisa fazer algo mecânico, como malhar, por exemplo. Enquanto você se distrai com aquela playlist que parece que te dá energia, seu cérebro se distrai das dores físicas e fadigas dos músculos, ou também quando temos que esperar no telefone ouvindo aquela musiquinha insuportável, mas que é escolhida a dedo para desviar nossa atenção dos ponteiros do relógio e nos acalmar. Simples e eficaz.

Outro grande exemplo dos benefícios da música e o poder de acalmar. Músicas lentas diminuem o estresse e ajudam na concentração. E até as vaquinhas sentiram esses benefícios. Em 2001, pesquisadores da Universidade de Leicester, no Reino Unido, tocaram diversos estilos musicais para mil vacas, durante 12 horas seguidas, por nove semana. As mimosas que ouviram música lenta e clássica, produziram 730ml de leite a mais do que as que foram expostas a músicas agitadas. Os pesquisadores atribuíram o resultado ao poder calmante das canções.

Cachorro ouvindo músicas

E por último, mas não menos importante, a música cria humanos mais sensíveis. Experimentos atestaram que quem estuda música tem mais facilidade em expressar suas emoções e reconhecer as dos outros. O estudo musical também treina os ouvidos para filtrar ruídos. Num ambiente barulhento, aquele que se dedica a esses estudos, tem mais facilidade em se concentrar na conversa que está participando, deixando os outros sons em segundo plano.

A música é uma linguagem universal, e assim como as cores, é muito importante no mercado publicitário e até nas áreas da saúde. Da próxima vez que ouvir uma canção, perceba o que ela te faz sentir e use essa arte a seu favor.

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Sexo em etapas: Descubra o que acontece com o corpo antes, durante e depois do sexo

O que acontece com o corpo depois do sexo

Já dizia Rita Lee “… amor é bossa nova, sexo é carnaval”. Sim, sexo é uma festa para o corpo e para a mente.

Mas, apesar de estarmos vivendo na era da informação e desmistificação, o tema ainda é um grande tabu e causa alvoroço quando abordado em filmes, séries, novelas, matérias jornalistas, etc.

Particularmente, acho isso uma grande hipocrisia, já que todos nós somos fruto dele. E se a relação abordada for de casais do mesmo gênero ou transexuais, o mundo (especialmente o virtual) vem abaixo.

Porém, independentemente do tipo de casal, os efeitos no corpo são os mesmos. Então vamos entender o que acontece com o organismo antes, durante e depois do sexo.

Amor de inseto

Para entender toda essa explosão, precisamos começar falando sobre as zonas erógenas, que são locais do corpo com grande quantidade de terminações nervosas e que, quando estimulados, causam excitação sexual.

Os órgãos sexuais, por exemplo, são repletos dessas terminações, mas costuma-se dizer que o maior e mais importante deles, tanto em homens quanto em mulheres, é o cérebro. Tudo começa a partir das fantasias criadas por ele e pela forma como ele responde aos estímulos auditivos, olfativos, visuais e táteis. As palavras, tom de voz, trilha sonora e cheiro da pele, diferente dos mais óbvios, agem de forma sutil, porém tem a mesma importância dos outros. A combinação desses sentidos aguçados faz com que o cérebro comece a produzir adrenalina e dopamina.

Para que o cérebro possa interpretar que a coisa está boa e iniciar seu trabalho, ele precisa entender que está numa situação segura e confortável. Segurança e conforto não significam necessariamente estar trancado num quarto, já que muitas pessoas se excitam com o perigo e risco de serem pegas no flagra, mas sim estar de acordo com o que está acontecendo e o que vai acontecer.

As zonas erógenas variam de pessoa para pessoa, assim como a forma que cada um gosta de ser estimulado. Mas alguns são universais, como os órgãos sexuais ditos acima e a pele, maior órgão do corpo humano, que é responsável por sentir o toque e carícias. Outros locais que podem causar excitação são os lóbulos das orelhas, axilas, nuca, pés, lábios, parte interna da coxa, mamilos e ânus (válidos para todos os gêneros).

Sexo! yes!

Internamente, conforme o corpo começa a ser estimulado nos lugares certos e o cérebro recebe a informação, a mágica começa a acontecer e as alterações físicas passam a ser sentidas: a produção de adrenalina, que age como neurotransmissor atuante no sistema nervoso, faz a pressão sanguínea aumentar e prepara o corpo para grandes esforços físicos.

O fluxo sanguíneo chega aos órgãos sexuais deixando-os mais sensíveis, o que causa a ereção do pênis – que pode crescer até 17 vezes – aumento do clitóris e grandes lábios da vagina. A lubrificação feminina vem pela ativação das glândulas de Skene, localizadas ao lado do canal da uretra (saída de xixi) e de Bartholin, uma em cada lado da entrada do canal vaginal.

O organismo também produz mais dopamina e serotonina, hormônio responsável pelo prazer (não só o sexual, mas também do apetite, amor, felicidade, etc), elevando o desejo sexual.

Os músculos recebem mais energia e se dilatam no corpo todo e, para dar conta de tudo isso, o organismo precisa de mais oxigênio, que é levado através do sangue. Por isso a respiração se torna ofegante, um dos sinais clássicos da excitação.

Cachorro sentando na cara do gato

Durante o ato sexual, todo esse processo continua: o sangue corre mais rápido e em abundância, a demanda de oxigênio continua alta, musculatura com energia extra e por aí vai. O corpo entra num estado de euforia e tensão, mas de forma positiva (ou deveria ser para todos). A fricção nos órgãos sexuais, seja por sexo oral, penetração ou masturbação, aliados com ritmo e força/suavidade vai intensificando cada vez mais os sentidos, até que se chegue próximo ao clímax.

No caso dos homens, os músculos do epidídimo, ductos deferentes, vesícula seminal e próstata passam a ter contrações involuntárias, liberando fluídos que são conduzidos para a parte posterior da uretra. Nas mulheres também existe a contração da musculatura do canal vaginal e do útero.

Quando a mulher atinge o orgasmo, as glândulas de Skene liberam uma secreção branca e espessa, em pequena ou moderada quantidade. Os músculos vaginais se contraem com força e, em seguida, relaxam em êxtase.  Sobre a ejaculação feminina, não existe consenso entre profissionais e pesquisadores (assim como o famoso e polêmico Ponto G). Embora ela exista, não é possível afirmar quais os fatores causadores.

No corpo masculino, a musculatura pélvica propulsiona o sêmen, que passa através da uretra e deixa o pênis. Enfim a ejaculação. Normalmente, os homens, ao contrário das mulheres que podem ter orgasmos múltiplos e sequenciais, não conseguem ter uma nova ejaculação ou orgasmo em seguida, pois ocorre o período refratário que é o momento do corpo se recompõe após tanta agitação. O tempo de duração desse período varia de homem para homem e também da idade. Para os mais jovens, leva alguns minutos, já nos mais velhos, pode levar algumas horas.

Sexo em Etapas

Depois do sexo, a fadiga dos músculos e sistema nervoso exigem e merecem descanso, portanto devemos respeitar essa necessidade, resguardando-nos pelo tempo que precisar e, depois disso, sair feliz com sorriso de orelha a orelha.

Existem muitos outros tópicos sobre sexo para serem explorados, mitos e tabus que devem ser derrubados, inclusive sobre impotência masculina, dificuldade de mulheres em atingir o orgasmo, ejaculação precoce, etc. O importante é buscar as informações com profissionais e fontes confiáveis e aptas a fornecê-las com embasamento concreto.

Sexo e todo o processo de sedução e conquista são uma delícia, mas tem que ser bom e seguro para todos os envolvidos. Respeitar, conversar com seu/sua parceiro(a) e conhecer suas preferências são tão ou mais importantes quanto seu próprio desempenho. E nunca é demais falar que o uso de proteção é imprescindível para que uma experiência prazerosa não vire um problema, ainda mais de saúde.

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Até os 29 anos a vida é bela. A gente tem pique de ir pra balada numa terça-feira, chegar às 4:00 da manhã, acordar às 6:00, ir malhar e depois ir pro trabalho. Mas quando chegam os 30 anos, as coisas já não são mais assim… Passar uma noite sem dormir nos deixa descompensados o resto da semana. Comidas gordurosas pesam, os cabelos caem em maior quantidade, as articulações ficam mais frágeis, a pele fica flácida, enfim, a lista é grande!

Esses sintomas não aparecem por acaso e alguns não vão embora de jeito nenhum. Por outro lado, a notícia boa é que muitos deles podem ser amenizados com hábitos saudáveis. Mas não espere chegar lá para iniciar os cuidados com o corpo.

Cheguei nos 30 anos. O que mudou?

Uma das coisas que mais incomoda, tanto homens, quanto mulheres, é o ganho ou dificuldade em perder peso. Isso acontece porque o metabolismo fica mais lento. Portanto, dieta saudável e balanceada, atividade física e regrar o sono são fundamentais para que seu organismo funcione bem e no tempo dele. Comer de 3 em 3 horas faz com que o sistema digestivo não sobrecarregue e o organismo esteja sempre trabalhando. Para dar uma ajudinha a mais, coloque na sua dieta alimentos termogênicos: gengibre, pimentas, canela e chá verde, por exemplo, aceleram o metabolismo. Os nutricionistas também aconselham a ingestão de silício, encontrado em cereais integrais e fibras, que ajuda a regular e normalizar o metabolismo e a divisão celular.

Outra coisa que acontece, e esse enfurece principalmente as mulheres, é o surgimento de rugas, celulites (mas quem nunca, né!) e flacidez na pele. Isso ocorre porque a partir dos 30 anos o organismo passa a reduzir a produção de colágeno, que é a proteína responsável por dar sustentação a todas as estruturas do corpo que não tem ossos. E não é só a pele que é afetada: cartilagens e juntas também são prejudicadas, e com isso, você começa a sentir dor e dificuldade em fazer movimentos que antes eram corriqueiros. Para estimular a produção de colágeno, recomenda-se o consumo de carnes vermelhas e brancas (proteínas de origem animal), e gelatinas, mesmo aquelas industrializadas. Claro que isso não vai fazer milagre, mas ajuda bastante, ainda mais se combinado com procedimentos estéticos adequados.

E já que falamos em ossos acima, eles também sofrem… Se você pensava que tomar suplementos de cálcio era coisa de idoso, preste atenção e reveja seus conceitos. Já na casa dos 30 começa um processo de redução da massa óssea. Isso não significa que você já vai começar a desenvolver osteoporose, até porque todos os sintomas variam de pessoa pra pessoa. Para fortalecê-los, você pode praticar exercícios físicos de impacto, caso não exista restrição médica e combiná-los com uma boa dieta. Muitos alimentos são boas fontes de cálcio. Além do leite de vaca (não há um consenso sobre sua eficácia entre os pesquisadores), podemos achá-lo na soja, brócolos, gergelim e grão de bico.

Se você é daqueles que se gaba por tomar 10 garrafas de cerveja numa sexta à noite e acordar no dia seguinte como se nada tivesse acontecido, um aviso: isso também vai mudar. Durante a transição para esta nova etapa da vida, vários neurônios são perdidos, então sua tolerância ao álcool diminui significativamente e você pode levar até uma semana para se recompor da noitada.

Mas tudo tem seu lado bom, né! Uma pesquisa divulgada pela revista Times, revelou que mulheres entre 30 a 40 anos tem mais apetite sexual. Isso se explica, pois nessa faixa etária, o corpo da mulher se prepara para a gestação, o que aumenta a produção de hormônios, interferindo diretamente na sexualidade. Mas existe também um lado mais emocional que inclui os homens também. Nessa idade, ambos se sentem mais seguros e bem resolvidos com seus corpos e vidas, então abandonam certos medos para serem felizes, inclusive sexualmente.

Se você ficou assustado com o que leu aqui, fique tranquilo e aceita que dói menos. Cuide dos contras e aproveite os prós dos seus 30 anos com saúde, disposição e alegria.

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O universo feminino é super complexo. Nós mulheres somos cíclicas e, por causa do nosso ciclo menstrual, nosso corpo tem fases, que são complementares umas das outras. Isso pode fazer com que nós nos sentimos de maneiras diferentes durante o mês, permitindo que fiquemos em certos períodos mais quietinhas ou extrovertidas. Por isso, hoje vamos falar sobre como o ciclo menstrual influencia na nossa vida.

Já ouviu alguém chamando nosso ciclo menstrual de Lua? Por que essa comparação? Assim como nosso ciclo menstrual, a Lua tem 4 fases e leva 28 dias para dar uma volta ao redor da Terra. Fofo né? Existe uma crença de que há muito tempo atrás as mulheres se reuniam durante a menstruação delas nas tendas lunares (elas não usavam anticoncepcional, e a menstruação muitas vezes se regulava entre elas e de acordo com a lua). Esse era um momento sagrado, onde elas se retiravam “da sociedade”, e as mais velhas passavam conhecimentos para as mais novas.

E ainda nessa conexão com a lua, nosso ciclo pode ser dividido em 4 fases principais:

 

Para entender o ciclo menstrual e como ele nos afeta

 

Começando pela fase da menstruação, quando as emoções estão se preparando para um novo ciclo, e o corpo pede um pouquinho de recolhimento. Bate aquela vontade de ficar na sua e refletir sobre o ciclo que passou (ou vendo aquele filminho no sofá de casa). Essa fase é chamada de Lua Nova porque é um momento de planejamento e de renovação, assim como a Lua Nova. Trata-se de um momento de conexão com a nova fase que vai começar, e é um momento ótimo para fazer um balanço do último ciclo. Outras pessoas apelidam esse momento de inverno, já que no frio a gente fica mais na nossa, né?

Como se adaptar a essa fase?

Comer: Alimentos ricos em água e com baixo índice glicêmico. É importante remineralizar o corpo e investir em alimentos ricos em ferro e zinco. Uma boa dica é cozinhar usando sal marinho. Valorize grãos como feijão e lentilhas. Couve, cogumelos e sushis envolvidos em alga nori também são boas pedidas. Além disso, frutas como melão, morango e amora.

Exercícios: O corpo está passando por um processo de finalização, por isso as  melhores atividades são as mais tranquilas – como caminhada e alongamento.

Atividades profissionais favorecidas: Intuição e capacidade reflexiva em alta. Esse é um bom momento para avaliar o último ciclo e corrigir o curso. Como tem sido seu relacionamento com os colegas de trabalho? Você está trabalhando nos projetos certos? Quais são as grandes mudanças que mais vão impactar seu trabalho e carreira?

 

Depois da menstruação, nós mulheres entramos na fase folicular (ou Lua Crescente) em que após esse momento de recolhimento, a Lua bota em prática toda essa energia crescente.  Nessa fase, ficamos mais abertas para mudanças e para novidades. Dá aquela vontade de ousar no look ou cortar o cabelo de um jeitinho diferente, sabe? Ficamos com maior poder de realização, e isso favorece planejar e iniciar novos projetos. Mas por que chama primavera? Assim como nessa estação, estamos florescendo para as novidades e mudanças que podem acontecer.

Como se adaptar a essa fase?

Comer: Alimentos leves e frescos que não vão pesar na sua disposição. Conservas e fermentados, vegetais grelhados, saladas, sementes, frutas cítricas, molhos à base de vinagre, abacate.

Exercícios: Atividades dinâmicas e de alto impacto: zumba, por exemplo.

Atividades profissionais favorecidas: Habilidades criativas em alta. Esse é um bom momento para planejar novas empreitadas, fazer brainstorming e iniciar projetos.

 

 

A terceira fase do ciclo menstrual é a da ovulação (período fértil). Essa é a data que nossa pele fica boa, o cabelo esvoaçante e simpatia vai laaá em cima! Estamos no auge da beleza e da agilidade também, afinal, estamos prontinhas para gerar uma nova vida. Ficamos igual à Lua Cheia: poderosas e maravilhosas. 🙂 No meio disso tudo, nosso lado criativo fica mais livre, a libido está mais alta, é um momento de prazer. Por isso mesmo essa fase também é chamada de verão (literalmente a temperatura do corpo sobe). É um momento ótimo para atividades sociais, reuniões no trabalho, networking e atividades afins.

Como se adaptar a essa fase?

Comer: Alimentos leves e ricos em fibras. Como você está naturalmente mais enérgica, maneire nos carboidratos. Dê preferência a vegetais crus ou levemente cozidos, grãos como quinoa, amaranto e milho. Semenste de girassol, coco, frutas vermelhas, espinafre, salsão, limão, gengibre.

Exercícios: Você pode combinar musculação com atividades aeróbicas.

Atividades profissionais favorecidas: Habilidades de comunicação em alta. Esse é um bom momento para fazer networking, reuniões, negociar e discutir questões importantes.

 

 

A fase lútea também é chamada de Lua Minguante ou de Outono. É uma fase de ficar mais quietinha, é um momento de queda de energia e de disposição, e é preciso respeitar nossas vontades (por isso o nome de Outono, as flores caem que nem nossas energias). Essa é a hora em que a tão conhecida TPM chega, rola aquela variação de humor, um chorinho fácil e uma vontade de atacar um chocolate. De uma coisa eu sei: quanto mais resistência aos sintomas, mais dolorosa a TPM fica. É preciso respeitar a queda hormonal e se dar de presente um momento de autocuidado, fazendo coisas que são agradáveis e dão mais prazer, como, por exemplo, passar um creme bem cheiroso no corpo, fazer um carinho no pet ou tomar uma xícara de Desinchá acompanhada de uma dessas receitinhas aqui.

Como se adaptar a essa fase?

Comer: Alimentos ricos em vitaminas do complexo B, cálcio e magnésio, além de fibras, vão ajudar a combater o desejo por açúcar. Carboidratos complexos previnem oscilações bruscas de humor. Valorize vegetais assados – couve-flor, cebola, alho, cenoura, batata doce. Frutas como maçãs, pêssego e pêra. Menta, espirulina e hortelã vão bem em chás e shakes.

Exercícios: Exercícios com menor impacto – como yoga e pilates.

Atividades profissionais favorecidas: Habilidades de execução em alta. Esse é um bom momento para riscar todas aquelas tarefas da sua to-do list, focar nos detalhes e finalizar projetos. É a fase mais longa de um ciclo menstrual.

 

Todas essas fases afetam o dia-a-dia das mulheres, mudando nossas energias criativas e nosso humor. Em alguns períodos nos sentimos mais criativas, com pensamentos mais abstratos e em outros nós sentimos mais objetivas, parecendo outra pessoa. Por isso, é importante estar em contato com nosso ciclo menstrual para ter mais autoconhecimento, amor próprio e autoconfiança.

Um jeitinho legal de acompanhar seu próprio ciclo é utilizando aplicativos criados especialmente para nos ajudar a ter mais conhecimento do nosso ciclo, como o “Sai Cólica” e o “Clue”.

Fica a dica =)

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Você já parou para pensar no que acontece se você ficar sem dormir durante vários dias?

O brasileiro passa em média 23 anos, 9 meses e 7 dias de sua vida dormindo. Isso considerando 8 horas de sono por noite, quantidade ideal para os adultos.

O que acontece se você ficar sem dormir

Eu poderia passar horas (e váááários parágrafos) falando sobre a importância disso tudo, com muito “cientifiquês”, mas isso não faz meu estilo. Você SABE como é tentar agir como um ser humano funcional quando está privado de sono… parece que seu corpo e a sua mente tiraram umas férias, e você só está ali ocupando espaço (mas bem longe de estar verdadeiramente presente).

Será que você se reconhece em alguma dessas situações?

# 1 – Você quase vira a Dory de tão ruim que fica sua memória

Dory: Eu não consigo me lembrar

#2 – De repente é como se o interior da sua cabeça estivesse em obras…

Bebê cansado

 

#3 – Você sente vontade de comer massas, pães e doces porque o corpo pede energia URGENTE

Patrick comendo

 

#4 – A sua imunidade pode cair, e a chance de pegar aquela gripe pode aumentar…

Phoebe tossindo

 

Todo esse cenário parece assustador? EU SEI. Mas não vim aqui só falar de problemas, ok?

Qualidade do sono - O que acontece se você ficar sem dormir

Afinal, como é possível melhorar a qualidade do seu sono?

 

#1 – Transformando seu quarto em um ambiente indutor do sono.

Você pode deixá-lo mais confortável, escuro e silencioso para ser um ambiente mais agradável e propício ao sono

 

#2 – Reduzindo o consumo de álcool, cafeína, nicotina e outros químicos que interferem com o sono

A saúde melhora bastante. Beber menos vai diminuir seu peso, melhorar o funcionamento do seu aparelho digestório e te deixar com a pele mais bonita;

 

#3 – Criando uma rotina bonitinha, com hora para deitar e acordar

Além de diminuir as chances de você ficar sem dormir, você também fica mais produtivo e melhor bem-humorado 🙂

 

#4 – Dando preferência a alimentos leves logo antes de deitar

O que melhora seu sistema imunológico e equilibra o peso

 

#5 – Treinando pela manhã ou até três horas antes da hora de ir dormir. Assim, o efeito de energia após o exercício não vai te atrapalhar.

Para mim, dormir bem é essencial. Toda noite eu faço minha rotina, vou lá na minha caminha e me preparo para uma maratona de sono super completa.

 

Mas agora adicionei outro ritual maravilhoso nessa minha rotina:

Sempre, antes de deitar, faço um Desinchá Noite. Aquele chazinho antes de capotar é bom demais, né?

Desinchá Noite

Já estamos fazendo a pré-venda. Corre lá!

 

Espero que goste das dicas e da novidade, e que você nunca mais tenha que sofrer as consequências de ficar sem dormir!

Beijos!

Escrito por: Mariana Messina
#EquipeDesinchá 💚

Toda segunda-feira a gente conversa sobre as pautas que pretendemos escrever na semana aqui para a Desinchá. “Você já pensou em escrever sobre massagem?”, um colega perguntou. “Não, por quê?” Enquanto isso, outra das nossas colegas apertava meus ombros (uma tática que ela descobriu ser muito eficiente ao me pedir demandas).

Então tudo bem… Meu colega tinha um ponto. Desde a época da escola, eu era aquela pessoa que subornava os amigos e amigas a sentarem atrás de mim e… ADIVINHA. Mesmo reconhecendo isso, eu ainda não sabia direito O QUE exatamente escrever sobre massagem, e foi quando decidi que precisava de um pouco de inspiração.

Depois do trabalho eu iria passar numa clínica e fazer uma massagem. (Grande pausa agora, porque óbvio que não poderia continuar esse texto ANTES de fazer isso, hah!)

Ode à massagem

E enquanto eu relaxava deitada na maca de massagem, ouvindo uma música suave, e a terapeuta bezuntava meu corpo com creme – dos pés ao pescoço -, usando só top e calcinha, sentindo o cheiro herbal de óleos essenciais… Só conseguia pensar em como os detalhes são importantes. As coisas pequenas. Aqueles momentos que tiramos para cuidar da gente. Como isso é precioso!

Quer saber? A partir de agora, sucesso para mim inclui uma massagem semanal. É isso.

Porque a vida é curta demais para a gente não procurar formas de agradar a si mesmx.

Isso pode parecer egoísta, mas até o egoísmo tem suas virtudes e sua sabedoria.

Quantas vezes ficamos pensando em agradar todo mundo, e esquecemos de… Nós?

Então, mais do que um texto sobre massagem (aham, *limpa a garganta*), quero te desafiar a fazer o mesmo.

Cachorrinho recebendo uma massagem

Tirar um tempo para você.

Para ser um tantinho egoísta.

Para cuidar de VOCÊ.

Para fazer isso hoje.

E amanhã.

E depois de amanhã.

Tenho certeza que você dá duro, e às vezes esquece que relaxar é preciso. E mais: você merece.

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Finalmente, estamos prestes a comemorar mais uma chegada do nosso tão amado Carnaval.

O que isso significa?

Bom, para os amantes dessa data (como eu), significa passar 4 dias inteiros na rua, embaixo de muito sol, pulando atrás de blocos lotados de gente animada, onde tocam maravilhosas músicas da nossa cultura nas mais diversas cidades do Brasil. Se sobrar tempo e energia, vai até uma festa à noite também.

Ok, falando assim não parece ser tão divertido, mas vocês sabem que é.

Já para as pessoas que (infelizmente) não se importam com as festividades, rola pelo menos uma viagem, um tempo bom pra sair, relaxar, atualizar aquela série que ficou parada e fazer tudo o que não sobra tempo durante uma semana comum.

Dá pra ter saúde no Carnaval mesmo com os excessos

Depois dessa breve introdução, vamos ao ponto do texto de hoje:

Por estarmos sempre falando de saúde e vida saudável, o mais óbvio era eu vir aqui e falar para as pessoas que não curtem pular Carnaval sobre diferentes maneiras de aproveitar esse feriado. Mas aí seria só mais um texto entre tantos ensinando uma rotina saudável e passando dicas de programas para fazer.

O desafio de hoje é muito mais difícil: convencer o folião de que é possível curtir sem se destruir e ter mais saúde no carnaval. Permitindo alguns excessos, é claro, pois não quero fazer um texto que atinja um total de ZERO pessoas.

O foco desse nosso guia de sobrevivência será 1) aguentar o dia todo de folia, 2) estar disposto nos 4 dias dessa farra toda e 3) como passar o feriado todo livre do assédio (afinal, isso também torna tudo mais saudável: física e mentalmente). E farei isso com um passo a passo para facilitar a sua vida:

Alimente-se bem antes de sair de casa

Esse é o primeiro passo para o sucesso na sua jornada, meu caro amigo folião. Mas comer bem não significa comer muito, e sim se alimentar com coisas leves que forneçam bastante energia, como açaí com granola e suco de frutas, crepioca de frango e água de coco, sanduíche de atum com salada ou uma massa integral com legumes.

O que evitar:

Essa tá fácil, vai. Evite coisas com muita gordura, doces e frituras. Nada que possa te deixar “pesadão” e atrapalhar seus pulos e sua cantoria no meio do bloco.

Se for demorar pra voltar pra casa, leve comidinhas para beliscar

Eu já até imagino a sua cara ao ler isso. Mal dá pra levar o celular, quem dirá um melão. Mas se acalme, não precisa ser uma refeição completa. Castanhas e nozes (os populares NUTS), barrinhas de cereais ou proteicas e frutas secas são alimentos pequenos e práticos para transportar por aí, é só ter um bolso. Essas comidinhas saciam a fome e são uma boa fonte de energia. Sei que dificilmente alguém fará isso, mas não custa tentar. Essa ajudinha pode salvar seu feriado!

E ah: pode beber água à vontade. Manter-se hidratado é prioridade número 1 para manter a saúde no Carnaval. A dica é: sempre que acabar sua dose de bebida (que ajuda bastante a desidratar), tente intercalar com bastante água.

É bom que o seu intestino esteja funcionando bem

Caso não esteja, você vai ter mais dificuldades para limpar seu organismo durante o feriado. Tudo que fica ali parado passa a produzir substâncias tóxicas que podem voltar para o organismo. O segredo é consumir muitas fibras, que estão presentes em frutas como maçã, pera e ameixa, vegetais crus e cereais integrais como aveia, quinoa e trigo. E mais uma vez: água sem parar. BEBA Á-G-U-A!

Proteja o seu fígado

Chegando em casa depois de um cansativo feriado de compromissos com o Carnaval, é de bom grado que você se livre o quanto antes do álcool que restou em seu corpo. Portanto, reduza ou evite o consumo de carnes, principalmente vermelhas, nos dias pós excessos. Invista em alimentação natural e saudável. Beber bastante água é lição pra vida, então não é porque o Carnaval passou que você vai parar de se hidratar. Trate de continuar. Atividades físicas também são ótimas para expelir as toxinas através do suor. E pronto, temos um belo combo para te salvar.

Não olhe só as calorias

A quantidade de calorias que um alimento possui é menos importantes do que seus nutrientes. Ou seja: um alimento rico em fibras, gorduras boas, vitaminas e minerais pode (e deve) ser consumido mesmo se tiver a mesma quantidade de calorias de algum alimento menos nutritivo que você esteja evitando.

Use filtro solar

Não é só uma alimentação próxima do correto que vai fazer seu Carnaval ser mais fácil. Ignore a voz do Pedro Bial que aparece na sua mente toda vez que você lê essa frase e apenas passe o protetor solar antes de ir para os blocos. Além da proteção necessária, evitando problemas de pele, o filtro solar é ótimo para ajudar a colar o glitter! Então dica dada.

Ah, eu sei que você provavelmente não vai seguir esse próximo conselho, mas vamos lá: se for possível levar o protetor com você para passar mais vezes durante o dia, ótimo.

Além disso, chapéus, bonés e tudo o que for possível para te proteger do sol escaldante que costuma aparecer nesse feriado são muito bem vindos.

Já falei pra beber água?

Aqui vai mais um motivo para você beber água até não aguentar mais: não é porque é líquido que vai limpar o seu organismo. Além da bebida alcoólica (óbvio), refrigerantes e até mesmo sucos não são boas opções. Por isso, de novo: ÁGUA! Um Desinchá também vai bem. 😉

Confete

Agora, é importante entrar em um assunto mais delicado: suas atitudes também colaborar com a saúde no Carnaval não só para você, mas para todos. Evitar o assédio é muito, mas MUITO mais simples de se fazer do que uma dieta, exercícios físicos ou planejar uma determinada rotina (para quem está disposto a entender, claro).

Não acho que seria adequado eu, na posição de homem, falar sobre assédio com o conhecimento que o assunto exige. Mas acho que posso, pelo menos, apontar o básico que todo homem deveria saber.

Por exemplo, o que NÃO FAZER:

  • puxar cabelo
  • segurar pelo braço
  • pegar pela cintura
  • intimidar
  • prender contra a parede
  • chegar beijando
  • puxar pela fantasia ou por algum acessório
  • usar palavras ofensivas
  • comentários sexuais
  • achar que a roupa é um convite
  • palavras vulgares e ofensivas
  • constranger a pessoa
  • xingar
  • agredir
  • agarrar à força

Só de seguir essas regras básicas, pode ter certeza que as suas festividades serão muito mais saudáveis e, melhor ainda, as de muitas outras pessoas também serão. Lembrando: depois do “NÃO”, qualquer outra atitude é assédio.

Tenho a sorte de trabalhar com mulheres incríveis que às vezes me pegam pela mão e me ensinam muito. E um espaço nesse post precisa ser feito por elas, que podem dizer coisas com muito mais propriedade.

 

“Este será o primeiro Carnaval no qual a Lei da importunação sexual está valendo, leia e informe-se sobre o que pode ser feito. Ah! A campanha #CarnavalSemAssédio vai disponibilizar um Ônibus Lilás em São Paulo, com uma equipe capacitada para receber e orientar mulheres e LGBTs vítimas de assédio e violência. A regra de ouro é: na dúvida, pergunte. Se a pessoa disser sim, está tudo bem”

— MAYARA YUMI – ANALISTA DE MARKETING

 

 

“Vale lembrar também que se omitir é ser conivente. Se você vir alguma mina sendo assediada, fale. Tome partido. Juntxs somos sempre mais fortes.”

— MELINA FRANÇA – ANALISTA DE MARKETING

 

 

“Ser didática quando o assunto é assédio é difícil haha (rindo de nervoso)! Muito já foi falado sobre como abordar, ou como não abordar alguém, mas vale lembrar o pós também. Várias pessoas querem curtir o carnaval beijando várias bocas (ou não) e tá tudo bem! Independente de como elas estão curtindo, na vibe de pegação ou não, não vale ser um vacilão depois que pegou por achar que alguém não tem valor, cada um se diverte como quer e todos merecem respeito. #paz”

— LARISSA SAMPAIO – PRODUTORA

 

Amigos, depois dessas 3 aí de cima, eu não tenho mais nada a dizer. Dei uma volta meio (bem) grande para conectar dicas de como aguentar a maratona do Carnaval de uma maneira saudável com o assédio, algo tão agravado nessa data. Mas espero ter conseguido passar essa mensagem sobre bem estar (geral) no feriado mais famoso do Brasil de maneira clara.

Lembrando:

  • Beba água. O tempo todo? O tempo todo.
  • Depois do “NÃO”, qualquer outra atitude é assédio.

 

Assinatura Desinchá

 

 

 

Saiba como atitudes simples podem deixar sua rotina no escritório mais leve e agradável e aumentar muito a sua qualidade de vida no trabalho.

Em tempos em que tudo é pra ontem e tem que ser executado com perfeição, principalmente na vida profissional, é fácil parar de dar valor a pequenas coisas do nosso dia a dia, inclusive no trabalho. Sim, tudo na vida tem seu lado bom e ruim, e se você é do tipo que vai pro escritório todos os dias só pelo salário, amiga(o), vou te dar um aviso: mais cedo ou mais tarde você pode pagar um preço muito alto por isso. E digo por experiência própria!

Entenda: pressão e cobrança fazem parte da vida. Nem todo mundo tem a sorte de ter o emprego dos sonhos ou trabalhar num ambiente alegre, descontraído e humanizado. Se esse não é o seu caso e você anda desmotivado com sua rotina de escritório, tente sair do automático e tornar as coisas mais prazerosa, mesmo que sejam pequenas alegrias. Ao longo das minhas experiências profissionais, atuando em áreas e ambientes bem diferentes, aprendi algumas coisas que podem te ajudar a encarar seus dias e torná-los mais leves.

Como melhorar a qualidade de vida no trabalho?

01- Não tenha vergonha de pedir ajuda ou dizer que não domina determinado assunto. Hoje em dia o conceito das empresas vem mudando e é cada vez mais comum trabalhar em equipe. Confie no seu time e no seu taco.

02- Crie bons relacionamentos com seus colegas e superiores. Não é preciso ser o “puxa saco” do escritório, até porque isso não é bem visto pela maioria das pessoas. Só não seja aquela pessoa que vê problema em tudo e põe defeito no resultado dos outros e, sempre que puder, tente ajudar, mesmo que seja pra ouvir o desabafo de alguém.

03- Dê sempre o seu melhor, mas conheça seus limites. Ninguém é obrigado a saber fazer tudo. Não tenha medo de dizer que está sobrecarregado, pois uma hora pode ser que você não de conta das responsabilidades e expectativas que colocam sobre você.

04- Seu dia foi mais puxado que o normal? Faça uma pausa, vá almoçar num lugar diferente, acalme seus pensamentos e não deixe a ansiedade te dominar. Respire fundo!

05- Cuidado com a competitividade! Lembre daquele ensinamento “não faça com os outros o que não gostaria que fizessem com você”. Não veja seu colega como inimigo, mas sim como um adversário. Jogue de forma limpa e ética. Lembre-se: o mundo dá voltas e não sabemos nosso dia de amanhã.

06- A palavra tem poder. Quanto mais mal você fala do seu chefe, dos colegas, do emprego ou seja lá o que for, mais esses pensamentos ficam te remoendo e contaminando. Isso só vai fazer com que você fique cada vez mais revoltado e desmotivado, diminuindo muito a sua qualidade de vida no trabalho.

07- Seu sobrenome não é o nome da sua empresa. É simples, a gente se acostuma a ser conhecido como “o Fulano da empresa Tal”, mas no seu currículo, a primeira coisa que está escrita é seu nome e sobrenome. Então dedique-se pela sua carreira, pelo profissional que você é e quer ser. Se você fizer um trabalho “meia boca”, não só estará boicotando a si mesmo dentro da sua empresa, mas também para o mercado em que atua.

08- Pratique a empatia. Não julgue seus chefes ou colegas. Como já dizia a música “cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é”, então antes de condenar alguém ou uma atitude, tente se colocar no lugar do outro.

09- Respeite seu corpo e entenda suas necessidades. Muito provavelmente você é do tipo que tem hora pra entrar no serviço, mas não tem hora pra sair. Então entenda que seu corpo precisa de energia e sua mente de lazer. Tenha uma boa dieta, ajuste seus horários para dormir o quanto seu corpo precisa, tenha válvulas de escape para o estresse – podem ser exercícios físicos, relaxar assistindo TV ou encontrando amigos para dar risada.

10- Aprenda a desligar. Trabalhar demais pode ser sinal de que algo está errado. Não leve para casa preocupações e assuntos de trabalho. Deixe o celular de lado quando estiver nos seus momentos de folga. Um workaholic acaba perdendo momentos importantes e especiais com família e amigos, prejudicando relacionamentos com quem mais ama.

Se você se vê em alguma dessas situações, pare e reflita sobre o que realmente é importante na sua vida, e em quais aspectos você pode contribuir para melhorar a sua qualidade de vida no trabalho. Se há alguma coisa errada, tente consertá-la. Nem tudo depende da gente, mas somos nós quem decidimos como encarar cada situação.

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Será que eu consigo acordar cedo?
Por Mayara Yumi
Analista de Marketing da Desinchá 🍃

O “Eu testei” dessa semana era tentar se tornar uma morning person. Gente, eu moro a dois quarteirões do escritório em que trabalho, ou seja, acordo 30 minutos antes e vou. Logo, acordar cedo seria um baita de um desafio para mim, mesmo porque eu reconheço que sou uma verdadeira notívaga.

Será que eu consigo acordar às seis da manhã por uma semana? O relato completo está aqui embaixo. Sinta as dores e as delícias de alguém que é uma criatura da noite (eu mesma) se tornar uma pessoa solar.

DIÁRIO DE BORDO

Dia 1 | Horas dormidas: 4 horas e 10 minutos

Fui dormir às duas da manhã e acordei 6h10.

Foi difícil, mas não impossível. Eu me senti bem ao acordar cedo, foi estranhamente prazeroso. A produtividade é ótima na parte da manhã enquanto o escritório está silencioso e não tem fila para pegar café e nem chá; é mais ou menos o paraíso dos escritórios.

Fui dormir super cedo e percebi que não fiquei vendo vídeos bizarros no Youtube. Sabe aqueles dias que a gente começa com “alimentação saudável” e acaba em “Unboxing de fantasias para o meu cachorro”?

Dia 2 | Horas dormidas: 9 horas

Fui dormir oito da noite e acordei às cinco da manhã (SEM ALARME). Pasmem. Dormi tanto que acordei naturalmente.

Tomei café da manhã (isso é uma raridade).

De manhã eu consegui ler todos os meus e-mails, fiz uma playlist nova e ainda eliminei duas tasks ANTES do almoço. É produtividade ninja que você quer? Então toma!

Fui dormir bem cedo e logo depois de fazer a rotina completa de esfoliação, máscara de hidratação no cabelo e até argila na cútis. Você tem noção do tempo que isso leva? Pois é. Self-care é necessário e consome boa parte do seu tempo. Mas a boa notícia é (breaking news): se você toma banho cedo, sobre tempo pra fazer tudo isso.

Eu Testei: Acordar Cedo

Dia 3 | Horas dormidas: 6 horas

WE HAVE A DREAM: academia de manhã, esse sempre foi o meu sonho. Mas eu preciso de algumas facilidades para isso acontecer: eu vou à academia se não chover e se o nosso queridíssimo RH fechar o contrato com a tal da academia (não vou revelar, não sei se posso).

Breaking news 2.0: a academia ainda não foi liberada. Uma pena, não é mesmo? Até que não.

A essa altura do campeonato, já me acostumei com o horário. Eu tenho CERTEZA de que já me tornei uma morning person.

Ponto negativo: eu tenho vontade de almoçar às 11h da manhã. Mas como sou um ser humano e não uma selvagem… Espero dar meio dia, como todo proletariado. Porém sofro demais. Para resolver essa questão, como uma fruta lá pra umas 11h.

Sonhando com comida após acordar Cedo

Dia 4 | Horas dormidas: 5 horas

Não tomei café da manhã.

Status: MUITO SONO, JESUS. Foi o pior dia da semana, mesmo.

Eu me sinto um verdadeiro pudim de sono. Foi aquele dia “Força, guerreira”. Mas eu sobrevivi. O quarto dia caiu em uma quinta-feira e a equipe tinha marcado o ~ FAMIGERADO HH ~ (happy hour, para quem não está familiarizado com o termo). Logo depois de socializar com a rapaziada, saí para jantar, tomei um chá de hortelã e fui pra casa, tomei aquele banho e fui dormir lá pra uma da manhã.

Cachorrinho com sono

Dia 5 | Horas dormidas: 5 horas

Me senti a própria heroína guerreira revolucionária do rolê por ter acordado cedo, na sexta-feira PÓS HAPPY HOUR. Se eu estivesse na Grécia antiga, escultores fariam lindas obras inspiradas neste dia fatídico. O resto do dia foi muito bem até a hora de ir ao bar com uns amigos e eles decidirem que a nós ficaríamos conversando até às SEIS DA MANHÃ.

 

Dia 6 | Fui dormir às seis da manhã. Sextou, né?

Dormi até o meio dia. BEM FELIZ.

Dormi de tarde e de noite também. Parece um exagero?

Foi um dia extremamente não produtivo, mas não tem problema, né? Não precisei trabalhar.

 

Dia 7 | Tempo dormido: 4 horas – no primeiro tempo

Acordei às seis da manhã (VITÓRIA), mas nem tanto porque dormi até às nove depois.

Acontece, né? O dia foi muito corrido. Consegui ir na academia antes do meio dia, depois fui almoçar com uns amigos.

Voltei para casa, tomei banho e cochilei uma horinha. Sabe o que mais? Eu acordei para ir não em um, mas em DOIS bloquinho de Carnaval e ainda consegui ir a uma peça de teatro. Eu dormi igual um bebê, claro.

Dormindo igual a um bebê após acordar Cedo

Essa, basicamente, foi a minha saga em acordar (ou pelo menos tentar acordar) cedo.

Pontos positivos: não tem fila para tomar café, produtividade mil, reparei que finalizar tarefas antes do almoço diminui – e muito – a minha ansiedade.

Pontos negativos: não sei o que está acontecendo nas redes sociais (não é necessariamente ruim também, né?) e o outro ponto é que eu senti MUITA FOME antes do almoço.

O que eu descobri? Meu sono é um lixo. Durmo pouco em alguns dias e muito em outros. Preciso trackear meus hábitos, especialmente os noturnos, e tentar evitar a ingestão de cafeína após às 18h. Ah! Ficar sem scrollar o Instagram por 4 horas seguidas pode ser muito produtivo (sério?).

Mexendo no celular

Vou continuar acordando cedo? Não sei. Até o fechamento desta matéria eu acordei às 09h todos os dias. Quero acordar mais cedo? Alguns dias da semana, com certeza.

Recomendo? Demais! Especialmente naqueles dias que temos que produzir muito. Não tem jeito fácil de começar, é só acordar e esperar o seu corpo regular o horário biológico para você.

Agora que eu passei por essa odisséia matutina, convido todo mundo a acordar de manhã também. Seis horas pode ser um exagero? Pode ser, mas vale à pena tentar. Vou esperar os comentários e experiências de quem quer tentar e de pessoas que já conseguiram se acostumar com esse horário.

Vlw flw

Assinatura Desinchá