Você conhece a astaxantina? Esse é um poderoso antioxidante que confere a cor rosa ao salmão! E como o efeito de combate aos radicais livres da astaxantina é até 1.000 vezes maior do que o de muitos de seus colegas antioxidantes, não é de admirar que tenha sido coroado “Rei dos Carotenóides” por muitos especialistas em saúde. * 

Mas há outra razão pela qual a astaxantina está no topo da nossa lista de antioxidantes: um novo estudo sobre a suplementação com astaxantina descobriu que o antioxidante suprime o estresse oxidativo, sim, mas essa supressão também beneficia a saúde cardiovascular e o desempenho dos exercícios. 

Vou te explicar mais sobre isso logo abaixo.  

astaxantina

Por que esse novo estudo é importante  

Faz todo o sentido que o estresse oxidativo esteja associado a problemas de saúde cardiovascular. Como a praticante de medicina funcional Christine Marenexplicou aqui: “Simplificando, o estresse oxidativo é como a ferrugem no corpo, formada pela oxidação, e acelera o envelhecimento e as doenças ”. 

Mas uma abundância de radicais livres pode afetar mais do que apenas o envelhecimento da pele. A inflamação crônica pode danificar as proteínas e o DNA do seu corpo, o que por sua vez pode causar várias doenças ao longo do tempo, incluindo – você adivinhou – problemas cardíacos. Um estudo de 2018 até identifica o estresse oxidativo como um fator importante no desenvolvimento e progressão da insuficiência cardíaca

E já que sabemos que os antioxidantes podem ajudar a estabilizar os radicais livres, os cientistas estavam ansiosos para descobrir como a astaxantina poderia ajudar a gerenciar a saúde do coração.

Durante este estudo piloto, 16 pacientes diagnosticados com insuficiência cardíaca tomaram suplementos com 12 miligramas de astaxantina ao longo de três meses. Após esses poucos meses, os pesquisadores mediram marcadores de estresse oxidativo no sangue, bem como a distância em que podiam caminhar por seis minutos. 

O resultado? Seus marcadores de estresse oxidativo foram significativamente gerenciados, associados ao desempenho cardíaco suportado. Além disso, os pesquisadores descobriram uma tolerância aprimorada ao exercício também. Ou seja: eles foram capazes de caminhar mais nesses seis minutos.

 

O que tudo isso significa? 

Sabemos que os antioxidantes são MVPs no combate aos radicais livres, mas este estudo mostra quão benéficos podem ser para problemas de saúde específicos. A astaxantina principalmente pode ter efeitos bastante promissores no sistema cardiovascular. Para melhorar seu desempenho, talvez adicione astaxantina à sua rotina pré-treino. O suplemento pode melhorar sua resistência.

Mas o coração (trocadilho intencional) deste estudo é que a suplementação com astaxantina foi capaz de reduzir os níveis de estresse oxidativo, algo em que todos podemos nos beneficiar. Isso se você sofre de doença cardiovascular ou não. Afinal, o estresse oxidativo afeta vários processos em nosso corpo – envelhecimento,  saúde mental e  a aparência da pele , para destacar alguns. Considere este outro motivo para adicionar o “rei dos carotenóides” ao seu repertório. * 

*Texto traduzido de Mind Body Green

 

Desinchá 

Parece uma piada, mas acontece que a combinação clássica de azeite e tomates está cheia de guloseimas que podem dar à pele um impulso antioxidante para acalmar a inflamação, reduzir os danos causados pelo sol e combater as linhas finas. 

Infelizmente, isso não significa que devemos comer pizza ou penne em nome da pele brilhante. Neste ponto, os cientistas não encontraram nenhum benefício comprovado pra pele do queijo mussarela e farinha de trigo (sim, isso me deixa triste também). Mas cada vez mais dermatologistas estão dizendo pras pessoas entrarem no trem do tomate por causa dos muitos benefícios de algo chamado licopeno – o nutriente que sua pele nem sabia que precisava. 

Pra descobrir mais sobre a conexão entre tomates saborosos e super pele, falei com dermatologistas para entender melhor o licopeno. 

tomates


Lico, o que? 

O licopeno é um nutriente vermelho da família dos carotenóides que dá aos tomates, melancias e goiabas sua tonalidade característica. Embora seja encontrado naturalmente em algumas frutas e legumes vermelhos e cor de rosa, os tomates têm o maior licopeno de longe. À medida que o tomate amadurece, seu conteúdo de licopeno aumenta cada vez mais. 

Então, por que esses tomates vermelhos maduros são tão bons para nós? “O licopeno é um excelente antioxidante derivado de alimentos, com muitos benefícios para a pele que abrangem todo o espectro de bem-estar da pele”, diz Karin Hermoni, PhD, chefe de ciência e nutrição da Lycored. “O nutriente não apenas apaga os radicais livres, mas também induz o mecanismo de proteção do corpo contra o estresse oxidativo e a inflamação, melhorando a resiliência da pele e permitindo que as células da pele lidem melhor com o meio ambiente”. 

Em termos mais simples: quando você tem muitos radicais livres, isso estressa o corpo. Os antioxidantes tornam os radicais livres inofensivos, ajudando a reduzir o estresse, a inflamação e os sinais de envelhecimento. 

 O licopeno é um antioxidante especialmente forte, por isso pode ajudar sua saúde geral, além da aparência da sua pele. Além disso, os antioxidantes ajudam a reverter os sinais de envelhecimento, o que significa pele mais gorda e linhas finas reduzidas. Em suma, o tomate ajuda você a parecer um pouco mais jovem e a se sentir um pouco melhor.

 

O que exatamente o licopeno faz pela pele? 

“Antioxidantes ajudam a prevenir e desfazer danos ao colágeno na pele. O licopeno ajuda especificamente a prevenir a descoloração da pele, alterações de textura e linhas finas e rugas ”, diz o dermatologista Tsippora Shainhouse, da Stay Skin Safe. 

O licopeno não pode atrasar o relógio biológico, mas aumentando sua ingestão de licopeno, você pode melhorar a saúde do colágeno na pele e interromper algumas das linhas finas antes que elas comecem. 

O licopeno pode beneficiar qualquer tipo de pele, mas funciona especialmente bem para peles sensíveis e com sinais de envelhecimento precoce. “O tomate atua como adstringente e pode reduzir a aparência de grandes poros”, diz Shainhouse. Além disso, o antioxidante acalma o processo inflamatório do corpo, reduzindo a vermelhidão e a irritação, de acordo com Hermoni. Adicione as propriedades anti-envelhecimento e o licopeno tem algo a oferecer para todos os tipos de pele. 

Mas o que realmente diferencia o licopeno de todos os outros antioxidantes é seu potencial efeito sobre os danos causados pelo sol. Um estudo no British Journal of Dermatology descobriu que os suplementos de licopeno ajudaram a proteger a pele dos raios UV.   

O pequeno estudo descobriu que os participantes que tomaram licopeno extra tiveram significativamente menos danos causados pelo sol em comparação com o grupo placebo. Isso não significa que você pode comer um tomate e renunciar ao filtro solar. “O uso de protetor solar e carotenóides de tomate pode aumentar a resiliência da pele e apoiar um relacionamento saudável com o sol”, diz Hermoni. 

  

As melhores maneiras de obter mais licopeno 

Embora você possa obter mais licopeno através de sua dieta, isso realmente ajudará sua pele? Hermoni diz que sim! Pra melhores resultados, ela sugere o uso de tratamentos tópicos e dietéticos. Isso pode significar adicionar um soro rico em licopeno ou uma máscara à sua rotina de cuidados com a pele. Mas a peça dietética do quebra-cabeça ainda é a mais importante. 

“Foi demonstrado que os carotenóides de produtos ingeríveis contribuem mais para o acúmulo de carotenóides na pele, em comparação com os tópicos”, diz Hermoni. “Então, se você escolher apenas um, opte por uma dieta saudável em vez de uma máscara de carotenóide.” 

Dito isto, um tratamento tópico com licopeno não será prejudicial; portanto, se você estiver com vontade de experimentar um ingrediente diferente em seus soros ou toners, experimente um produto à base de tomate.   

“É importante observar que o licopeno funciona melhor para a pele quando pode se unir a outros fitonutrientes do tomate. Comer o tomate inteiro ou suplementar com produtos à base de tomate proporcionará melhor nutrição ao nosso corpo e pele em comparação com a suplementação apenas com licopeno ”, diz Hermoni. Como o licopeno é solúvel em óleo, ela sugere cozinhar tomates em azeite para uma absorção ideal. Então sim, o molho marinara é bom para a sua pele. 

 

Licopeno: Ame ou deixe? 

Existem muitos antioxidantes e vitaminas por aí que podem ajudar sua pele, mas o licopeno é um ingrediente excepcionalmente fácil de adicionar à sua dieta – e rotina de cuidados com a pele. Algumas tigelas extras de sopa de tomate não transformarão sua pele, mas o licopeno adicionado regular parece mostrar uma promessa real para evitar danos e proteger sua pele do sol. 

Além de ajudar a sua pele, o licopeno ajuda a reduzir o estresse e a inflamação em todo o corpo, e você pode obter os benefícios apenas com o custo adicional de alguns tomates maduros. “O licopeno estabelece as bases para que diferentes sistemas do nosso corpo funcionem da maneira ideal. Isso inclui fluxo sanguíneo saudável, metabolismo e muito mais ”, diz Hermoni. “Hoje sabemos que a saúde é a base sobre a qual a beleza pode prosperar. Quando todo o nosso corpo está equilibrado e bem, isso se reflete do lado de fora.”

Com alguns tomates extras por semana, você pode colher benefícios duplos: um pouco mais de equilíbrio na pele, além de uma pele com brilho. 

Texto traduzido e adaptado de Greatist

Desinchá sabores

Alimento orgânico é aquele cultivado sem a exposição de pesticidas, adubos químicos ou substâncias sintéticas. Saudáveis, saborosos e sustentáveis, esses alimentos fazem parte da rotina de algumas pessoas. E esse consumo vem aumentando, felizmente! 

Mas como saber se aquela fruta ou vegetal é, de fato, um alimento orgânico? Separamos algumas dicas para você identificá-lo.

alimento orgânico 

Como identificar um alimento orgânico

Antes de mais nada, veja se o alimento orgânico possui um selo de certificação.

A forma mais certeira para identificar um alimento orgânico é verificar se ele possui um selo de certificação. O selo é dado pelo Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica (SisOrg), órgão responsável por credenciar e fiscalizar produtos de origem orgânica. 

O SisOrg concede o selo após realizar um rigoroso processo de auditoria que avalia o valor orgânico dos alimentos. Isso envolve o uso responsável dos recursos naturais (solo, água, ar etc.) e o respeito às relações sociais e culturais.   

Simone Rocha, nutricionista Simone Rocha, presidente da Associação de Nutrição do Distrito Federal, explica: 

“O agricultor orgânico passou por uma análise. Verificaram o solo (que precisa de um descanso, por exemplo), as mudas que ele utiliza, o processo de adubação (a preferência é pela compostagem). São diversos parâmetros que vão indicar se o produto é orgânico, ou seja, produzido de maneira natural”.   

 

Tenha um revendedor de confiança 

Na ausência do selo de certificação, o consumidor pode ficar inseguro. E, de fato, nem todo alimento orgânico possui o selo. É comum que encontremos os orgânicos com selo no supermercado. Mas e na rua? 

Alguns produtores, por exemplo, ainda estão no processo para obter a certificação. Então, para quem prefere ir à feira, a melhor pedida é ter um revendedor de confiança. Converse com os feirantes para saber a origem dos alimentos. Em geral, eles avisam se estão vendendo alimento orgânico ou se estão em processo de certificação. 

Uma boa opção para ter revendedores de confiança é procurar as feiras específicas de alimento orgânico. Elas estão espalhadas pelo Brasil e já fazem o trabalho de “garimpar” para você quem são os feirantes do ramo. 

Não ligue para o tamanho 

Certamente você já foi à feira e se deparou com duas barracas de frutas, uma ao lado da outra. Enquanto uma tinha maçãs vistosas e gigantes, a outra tinha maçãs pequeninas. Seu colega disse que a pequenina deve ser um alimento orgânico, e a outra não. Mas, na verdade, esse não é um bom indicativo para identificar esses alimentos. 

É comum vermos frutas e hortaliças orgânicas tão grandes quanto àquelas cultivadas com uso de agrotóxicos e outros químicos. Então, nada de utilizar o quesito tamanho para identificar o alimento orgânico. Lembre que, neste caso, “tamanho não é documento”. 

Acredite na ciência 

O alimento não possui selo, você está inseguro quanto ao revendedor, e tamanho não é algo aplicável a ele. É o caso do leite orgânico. Identificá-lo é um tarefa quase impossível, porque só resta a ciência para comprovar sua característica. 

Assim apontou um estudo divulgado pelo Journal of Agriculture and Chemistry Food. O leite leite orgânico possui isótopos em sua fórmula. Porém, só cientistas puderam comparar a versão com e sem agrotóxicos.  

Em alguns casos, é mais complicado provar se o alimento é orgânico mesmo. 

Alimento orgânico é bom mesmo? 

É ótimo. Ele possui um sabor mais fresco e intenso, especialmente quando falamos de frutas e verduras. É possível comer cascas, sementes e talos, partes que contêm muitas em fibras alimentares, vitaminas e minerais. E a ausência de pesticidas faz muito bem para a saúde, como explicamos em outro post do blog sobre agrotóxicos

 

Agora que você já sabe identificar um alimento orgânico, pode fazer a lista de supermercado! Aos poucos, você verá como seu corpo se sentirá melhor ao inseri-lo na rotina.  

Como somos apressados legais, adiantamos para você a importância de se alimentar com comida de verdade

Desinchá sabores

Uma vez associado quase exclusivamente a hippies que esmagam granola, a alimentação plant-based (ou à base de vegetais) não é tão rara quanto era 30 anos atrás. Até Beyonce se interessou por isso! Inclusive Liam Hemsworth e Ellen Degeneres são veganos há anos. 

Ainda assim, adotar esse estilo de alimentação pode atrair olhares atravessados daqueles que não estão familiarizados com o conceito. 

Algumas pessoas pensam que “vegan” é uma maneira abreviada de dizer “vegetariano”. Outros estão convencidos de que ser vegano significa comer saladas três refeições por dia (não). Vamos começar a esclarecer algumas coisas.
  

plant-based


O que é uma dieta plant-based?
 

Uma dieta plant-based se concentra em alimentos e bebidas à base de plantas. Algumas pessoas procuram esse tipo de alimentação por motivos de saúde… Outras por se identificarem com a causa animal. Outras ainda por preocupação com o planeta.

Apesar de ser muito associada ao veganismo, a alimentação plant-based também tem um apelo à alimentação saudável. Ou seja: melhor evitar aquela coxinha frita de jaca.

Isso também é diferente do vegetarianismo.

Enquanto os vegetarianos ainda comem laticínios e ovos, os veganos removem todo e qualquer subproduto e alimento animal que envolva animais em seus métodos de processamento. Carne, aves, peixe e laticínios são retirados do prato e substituídos por vegetais, frutas, feijões, nozes e grãos.   

  

O que eu posso comer se optar por uma dieta plant-based? 

Bom, pra começo de conversa, você pode comer todo tipo de vegetais. 

Frutas também. Não há limites para os doces da natureza. 

Grãos. Experimente variedades além do pão velho comum, macarrão e arroz. Pense quinoa, freekeh, cuscuz, farro e cevada. 

Leguminosas. Conheça suas novas fontes primárias de proteínas

Nozes e sementes. E não se esqueça do caju! Ele é um item básico para fornecer uma consistência cremosa em pratos sem laticínios. 

Tofu e tempeh. Existe um mundo inteiro de receitas de tofu nada-chatas por aí. 

Óleos à base de plantas (e outras gorduras). Prensado a frio é o melhor. Abacates também serão seus amigos. 

Adoçantes naturais. O mel não é permitido (você sabe, abelhas), mas você adoça a vida (com moderação) com açúcar de coco, xarope de bordo, agave, stévia e xilitol. 

Para aumentar a ingestão de vitaminas, a absorção mineral ou a saúde intestinal, adicione alimentos fermentados como algas, kimchi, chucrute e pasta de missô. Além de uma fonte de vitamina B-12 (como levedura nutricional, que adiciona sabor a queijo). 


O que está fora dos limites 
  

Proteínas de origem animal. Carne, carne de porco, aves e frutos do mar estão todos fora da mesa. 

Ovos. Tofu mexido é tão bom – não se preocupe. 

Laticínios. O café com leite de caju e o leite com amêndoa te aguardam. 

Produtos apícolas. Desculpe, honey. 

Óleos e gorduras animais. Cuidado – os óleos de banha e peixe podem infiltrar-se nos lugares mais inesperados. Leia os rótulos!

Substitua esses alimentos por alternativas veganas equilibradas (leia-se: muitos legumes, quinoa, manteigas de nozes e tofu) e confie em nós. Você ainda terá muita proteína no seu prato. 

  

Alimentos sorrateiros e potencialmente não plant-based a serem observados 

Certos pães. Essa parte superior brilhante vem de ovos pincelados. Sem falar que você pode encontrar traços de mel, ovos e outros ingredientes de origem animal na massa.

Condimentos, molhos, molhos. Anchovas em molho Worcestershire, ovos em maionese, laticínios em molho de rancho, queijo em pesto comprado em loja.  

Frituras. Seus anéis de cebola podem ser dragados em uma massa com ovo ou fritos em gordura animal. 

Balas de goma, gelatina, marshmallows. Esses doces pegajosos geralmente obtêm sua textura mastigável e gelatinosa da gelatina, que vem da fervura na pele e nos ossos dos animais. 

Alimentos / bebidas com coloração vermelha: acredite ou não, essa cor “natural” vermelha brilhante vem do extrato de besouros esmagados e cozidos. Não é possível inventar essas coisas. 

Amendoins torrados e salgados. A gelatina é usada para ajudar o sal a grudar nos amendoins. 

Certos álcoois. Licores límpidos = geralmente seguros. Cervejas e vinhos importados que podem ser feitos com uma gelatina de peixe = hora não tão feliz. 

Sucos. O ômega-3 e o vitamina D enriquecidos com vitamina D podem obter esses aumentos “saudáveis para o coração” a partir de ingredientes como óleo de peixe e lanolina derivada da lã de ovelha.

 

Dicas para o sucesso vegano

1. Leia os rótulos para sinalizadores vermelhos

Verifique os rótulos dos alimentos embalados para palavras como castoreum, caseína, lactose, coalho, goma-laca e soro de leite. Todos eles se referem a proteínas, espessantes e outros aditivos provenientes de animais. 

Leia também as letras pequenas. É aí que os alérgenos de origem animal, como leite ou ovos, são mencionados. 

 

2. Esteja preparado

Esteja você viajando ou apenas comendo fora, planejar com antecedência pode ser a diferença entre ser feliz ou com fome. Embale lanches portáteis e amigáveis aos veganos e não tenha vergonha de ligar para restaurantes para perguntar sobre opções veganas (não se preocupe – eles não acharão você estranho). 

 

3. Faça substituições inteligentes

Em vez de pular direto para o território desconhecido da proteína de ervilha / leite de caju / couve e outras opções estranhas à primeira vista… Facilite a transição encontrando maneiras plant-based de recriar seus pratos favoritos. 

Satisfaça o desejo de ovos com tofu mexido. Faça macarrão com queijo com molho de caju em vez de laticínios. Experimente hambúrgueres à base de feijão em vez das versões de carne.   

Você pode até fazer bacon à base de vegetais. 

 

4. Tome suplementos caso necessário

Levar uma alimentação plant-based tem muitos benefícios para a saúde, mas cortar produtos de origem animal também pode deixar algumas lacunas nutricionais em sua dieta. 

Você pode evitar deficiências em ferro, vitaminas D e B-12, ômega-3, iodo e zinco tomando suplementos ou sendo diligente em comer alimentos vegetais ricos nesses nutrientes. Alguns exemplos são algas, leveduras nutricionais, lentilhas e nozes. 

 

5. Concentre-se em adicionar, não subtrair

Ninguém gosta de focar no que não pode ter. Os produtos de origem animal não podem mais ser “permitidos”, mas se o seu carrinho de compras estiver cheio de batata-doce, quinoa, espinafre, banana, frutas, tofu, feijão e leite de amêndoa, será muito difícil se sentir privado. 

 

6. Seja gentil consigo mesmo

A proposta da alimentação plant-based tem a ver com ser gentil com os animais e com o planeta… Mas qual é o sentido se você também não é gentil consigo mesmo?! 

Dê um tempo a si mesmo se você der uma de vez em quando, seja paciente se seu paladar demorar um pouco para se ajustar e não se preocupe se você não puder estar 100% comprometido 100% do tempo. 

 

7. Faça amigos

Não é fácil fazer mudanças no estilo de vida sozinho. Participe de comunidades por meio de mídias sociais, encontros ou fóruns. 

Você também pode seguir os YouTubers que seguem uma alimentação plant-based. 

É muito mais divertido – e útil – quando você tem colegas herbívoros para ajudá-lo a se manter motivado, trocar receitas, responder a perguntas e geralmente se sentir menos sozinho. 

 

Por que levar uma alimentação plant-based? 

Se até a Beyoncé tentou, todos nós deveríamos, certo? Só brincando. Existem muitas evidências científicas sobre os benefícios de uma dieta plant-based, e que vão muito além dos números mais baixos na balança.   

Desde reduzir sua pegada de carbono até melhorar o estado geral da sua saúde, há muitas razões pelas quais as pessoas adotam uma alimentação à base de vegetais. 

 

Benefícios para você mesmo 

Aqui estão apenas alguns dos efeitos de comer alimentos reais e integrais ao longo do tempo: 

Fonte de confiança 

Redução de açúcar no sangue 

Pressão arterial melhorada 

Menor risco de doenças cardíacas e câncer 

Menos sintomas de artrite 

Risco reduzido de doença de Alzheimer 

 

Benefícios para os animais 

Além dos benefícios nutricionais, muitas pessoas encontram uma sensação de gratificação em um nível moral ao adotarem a dieta plant-based. 

O argumento é que a alimentação sem carne não apenas poupa animais (ainda que eticamente criados) do abate ou do sofrimento, mas também impede que os trabalhadores humanos sejam obrigados a trabalhar em condições de matadouro abaixo do ideal. 

  

Benefícios para o planeta 

Quer fazer algo de bom para o planeta? Abandonar a pecuária poderia ajudar. 

Foi demonstrado que dietas baseadas em plantas como o veganismo e a plant-based contribuem para reduções nas emissões de gases de efeito estufa, desperdício de água, desmatamento e outros efeitos colaterais ambientais da produção de carne em larga escala. 

    

A dieta plant- based é para você? 

Se você está arrasando nos seus treinos, dormindo feito um bebê e se sentindo incrível, provavelmente deseja manter sua dieta atual, seja ela plant-based ou não. 

Por outro lado, se você tiver deficiências nutricionais graves (pense em ferro, vitamina B-12, etc.), mudar para uma dieta que torne ainda mais desafiador obter o suficiente desses nutrientes pode não ser a melhor ideia.   

Mas se você está cansado de ficar lento, sua contagem de colesterol é preocupante ou você está simplesmente curioso sobre o que uma dieta totalmente baseada em vegetais pode fazer por você, considere dar uma chance à plant-based. 

Você pode amar tudo sobre isso. Você pode perceber que se sente melhor sem laticínios, mas também fica muito mais feliz bebendo aquele Guinness não-vegano de vez em quando. 

Você provavelmente descobrirá que os vegetais são tudo menos chatos. Você nunca sabe até tentar. 

  

Perguntas frequentes sobre a alimentação plant-based 

Vegan = sem glúten? 

Não. O glúten é uma proteína encontrada no trigo, centeio e cevada. Não é um produto animal, por isso se qualifica como vegano. 

  

Plant-based é saudável? 

Se você está comendo uma dieta equilibrada, incluindo uma variedade de grãos, frutas, vegetais e proteínas à base de plantas, a dieta plant-based pode ser extremamente benéfica para sua saúde geral. 

  

A alimentação plant-based é boa para perda de peso? 

Muitas pessoas acham que cortar produtos de origem animal se traduz em números menores na balança, mas adotar uma dieta plant-based não o coloca automaticamente no caminho da perda de peso. Tudo depende de como e do que você está comendo. 

Os alimentos à base de plantas tendem a ser menos densos em energia do que a carne e os laticínios, mas existem muitos alimentos de alto teor calórico por aí que podem contribuir para o ganho de peso. 

 

É caro? 

Não se você estiver comendo principalmente alimentos integrais. Leguminosas, produtos e grãos são alguns dos itens mais acessíveis do mercado.

 

Como vou conseguir proteína? 

Tantas maneiras! Feijão, nozes, tofu, tempeh, seitan e quinoa são fontes fantásticas de proteína. E não se esqueça que quase todos os vegetais e grãos contêm alguma proteína.   

Se você está comendo alimentos integrais, não é necessário bater esses shakes de proteína. Mas se você comprar proteína em pó, leia atentamente o rótulo e verifique se é 100% vegetal. 

  

Quais são os efeitos colaterais?

Vamos começar com as coisas boas: muitas pessoas numa dieta plant-based experimentam níveis mais altos de energia, pressão arterial melhorada, colesterol mais baixo, pele mais clara e melhor sono. 

Ao mesmo tempo, nem tudo é cor de rosa se você não tomar cuidado. Possíveis efeitos negativos incluem deficiências em nutrientes como ferro, zinco e vitamina B-12; repentinas dores de fome; desejos intensos; fadiga; e problemas digestivos. 

Muitos desses efeitos desaparecem com o tempo, principalmente se você estiver comendo uma dieta equilibrada e recebendo calorias suficientes. Mas é importante monitorar seus sintomas e consultar um médico se alguns não parecem desaparecer. 

E aí, vai dar uma chance à alimentação plant-based?  

Então, você está se sentindo pronto para fazer a transição alimentar para ajudar a si mesmo, a outros seres e ao planeta? Massa! Facilite a mudança fazendo isso gradualmente, pacientemente e com sensibilidade. Esperamos que nossas dicas tornem essa transição o mais suave possível. 

Trabalhe com seu médico, coma muitos alimentos integrais, verifique os rótulos de tudo e tome suplementos para estimular seu corpo. Mais importante ainda, a alimentação plant-based tem tudo a ver com compaixão – e isso inclui compaixão por si mesmo. 

Seja paciente consigo mesmo e com este novo estilo de vida.  

* Texto traduzido e adaptado de Greatist.

Evolution Coffee

Quem não está em busca da batida dieta perfeita que atire a primeira pedra. Construir uma rotina alimentar saudável é um passo importante para qualquer um que se preocupe com bem estar. E alguns alimentos não podem faltar em sua lista. É o caso dos alimentos termogênicos. 

alimentos termogênicos

O que são alimentos termogênicos? 

Alimentos termogênicos são aqueles que consomem, relativamente, mais energia do que os demais para serem digeridos pelo organismo. Para entender como isso funciona, é preciso saber o que é termogênese. 

De maneira simples, termogênese é um processo correspondente à geração de energia na forma de calor. E quanto de calor é produzido? Isso está diretamente relacionado à taxa de metabolismo basal.  

Um alimento termogênico ajuda a elevar a temperatura central, provocando maior gasto de energia durante a digestão. Como assim? Nosso corpo possui reservas de energia. Uma delas é o glicogênio, uma forma de armazenamento de energia que provém dos carboidratos. A outra reserva se encontra nos tecidos de gordura. Quando os alimentos termogênicos entram no nosso corpo, eles utilizam essas reservas para serem digeridos, o que exige mais do organismo.  

Então quanto mais difícil for a digestão do alimento, maior será o seu poder termogênico? Sim. A contração é acelerada pelos músculos do trato gastrointestinal, ocorre produção e secreção de sucos digestivos, e os nutrientes requerem energia para serem absorvidos.  

Mas isso não ocorre com qualquer alimento? Mais ou menos. Todos os alimentos têm um efeito termogênico no corpo. Porém, alguns exigem mais do corpo, enquanto outros não. 

 

Para que servem esses alimentos? 

A partir da definição de alimentos termogênicos, você já deve estar pensando na utilidade deles em sua dieta. Se você falou PERDA DE PESO, está parcialmente correto(a). Esse pode ser um efeito, quando a ingestão vem aliada a outras práticas. Hábitos saudáveis, basicamente. 

Em linguagem mais técnica, os alimentos termogênicos servem para aumentar a temperatura corporal e acelerar o metabolismo. A termogênese induzida pela dieta representa 5% a 15% do gasto energético total. Lembra que acelerar o metabolismo faz com que o corpo gaste mais energia e queime gorduras? Tudo a ver com emagrecimento. 

A nutricionista funcional Luciana Harfenist, do Rio de Janeiro, destaca que “a termogênese é um processo regulado pelo sistema nervoso e interferências neste sistema podem ajudar no controle de emagrecimento e obesidade”. 

 

Quais são os melhores exemplos? 

Existem bons exemplos de alimentos termogênicos para você incluir em sua dieta. E já adiantamos que não é nada difícil. Boa parte deles vai bem no almoço, nos sucos e em diversos momentos do dia. Dá uma olhada: 

  • Carboidratos complexos ricos em fibras: arroz integral, quinoa e aveia são carboidratos complexos ricos em fibras alimentares. De difícil digestão, exigem grande esforço do corpo, provocando queima intensa no estoque de gordura. Além disso, não aumentam muito o teor de glicose, se comparados a outros carboidratos, sendo aliados na perda de peso. 
  • Leguminosas: feijão carioca ou preto, grão-de bico, ervilha e lentilha são opções ótimas de alimentos termogênicos. Constituídos principalmente por proteínas, nutriente com maior porcentagem de efeito termogênico, eles contêm fibra e amido resistente. Isso significa mais esforço do corpo na digestão. 
  • Sementes de cominho: não é apenas o sabor picante presente em diversos pratos que fará você colocar cominho na comida. A especiaria é um alimento termogênico que possui antioxidantes e os fitoesteróis, auxiliando na perda de pesa e no combate ao colesterol ruim. 
  • Pimenta vermelha: deliciosa para temperar sopas, carnes e cozidos, a pimenta vermelha é rica em capsaicina, favorecendo o aumento da quebra de gorduras e aumentando em até 20% a atividade metabólica. Bastam três gramas por dia. 
  • Frutas ricas em vitamina C: o ácido ascórbico presente em laranja, limão, frutas vermelhas, abacaxi, tangerina e tomate ajuda a prevenir infecções, absorver o ferro e aumentar a temperatura corporal ao exigir energia na digestão. 
  • Óleo de coco: mais termogênico do que proteína, o óleo de coco possui ácidos graxos de cadeia média que estimulam o metabolismo. Mas fique atento ao consumo desse óleo, porque ele é bem calórico. 
  • Água gelada: parece mentira, mas é verdade. Quando bebemos água gelada, nosso corpo trabalha para restabelecer a temperatura (algo entre 36º e 37ºC). Mas é um efeito muito leve. 
  • Canela: em frutas, no leite ou na forma de chá, a canela aumenta o metabolismo basal e possui alto teor de cálcio mineral (importante para o emagrecimento). 
  • Gengibre: que tal raspas de gengibre na salada? Prefere adicioná-lo em sucos ou tomar um chá? Fato é que a raiz aumenta seu gasto calórico em mais de 10%. 
  • Chá de hibisco: 3 xícaras por dia já ajuda bastante a aumentar a temperatura corporal na digestão. 
  • Alimentos com ômega 3: peixes e oleaginosas aumentam o metabolismo basal. 

E claro, tem também os termogênicos que contêm cafeína.

 

Alimentos com cafeína 

Alimentos com cafeína são aliados para acelerar o metabolismo. Vamos começar com uma surpresa boa? Chocolates a partir de 70% de cacau são considerados termogênicos devido às propriedades antioxidantes e estimulantes da cafeína e dos polifenóis. O coração e a circulação sanguínea agradecem. Ainda vem com o bônus de combater alergias, vírus e inflamações. 

Se você é louco/louca por café, ótima notícia. Entre 4 a 5 xícaras de 150 ml por dia pode bombar seu corpo. Mas pense bem se você pode tomar esse mundo de café, já que não é muito indicado para estômagos sensíveis. 

Para quem é adepto ao chá (nosso caso), o chá verde também contém cafeína. Ele utiliza a gordura como fonte de energia e estimula o metabolismo. Umas 5 xícaras por dia já resolve seu problema. 

O cuidado aqui é para o período de ingestão: quem tem insônia deve evitar bebidas com cafeína na parte da tarde ou à noite. O consumo entre as refeições é recomendado para não prejudicar a absorção de vitaminas e minerais no intestino. 


Como os alimentos termogênicos podem te ajudar? 

O consumo de alimentos termogênicos pode ser um grande aliado na perda de peso. Como falamos lá no início do texto, ele acelera o metabolismo e a queima de calorias. Mas eles podem nos trazer outros benefícios, como: 

  • Melhorar a circulação sanguínea e a digestão; 
  • Auxiliar no tratamento de gripes e resfriados; 
  • Prevenir câncer de cólon e de ovário; 
  • Ajudar na eliminação de gases. 

Para que eles façam efeito em nosso corpo, é preciso esperar um pouco. Especialistas apontam, em média, 10 dias. Mas é um prazo bastante individual. 

Em qualquer caso, o consumo desses alimentos provoca respostas no organismo que merecem atenção. É fundamental que ele ocorra com equilíbrio e sempre com orientação nutricional. 

Acelerar o metabolismo de forma desequilibrada pode provocar taquicardia, aumento da pressão arterial, insônia, hipoglicemia e nervosismo. 

Por isso, os alimentos termogênicos não servem para qualquer pessoa. Crianças, gestantes, pessoas com cardiopatias, hipertensão, enxaqueca, alergias e úlcera não devem consumi-los ou têm restrição de consumo. Eles também são contraindicados em caso de hipertireoidismo, caso em que o metabolismo já está muito elevado, e a ingestão aumentaria o risco de perda de massa muscular. 

Na hora de incluir alimentos termogênicos em sua dieta, busque orientação profissional para saber das contraindicações. É preciso dar um up no corpo de forma equilibrada, aliando boas práticas, não se esqueça disso. 

Aproveite e veja outras formas acelerar o metabolismo.

Dieta low carb, dieta slow carb… Os nomes são bem parecidos e podem confundir. Por isso hoje vamos falar sobre esses dois tipos de dietas que têm se tornado cada vez mais populares.

E pra começar, a gente precisa entender o que são carboidratos e como eles agem no nosso corpo.

Indo direto ao assunto, carboidratos (também chamados de glicídios) são nossa fonte de energia primária. Mas nem todos os carboidratos são criados iguais. A diferença está no índice glicêmico.

O índice glicêmico mede o tempo que a glicose dos carboidratos leva da corrente sanguínea até o interior das células.

Quando isso acontece muito rápido, dizemos que o alimento tem alto índice glicêmico. Quando acontece devagar, baixo índice glicêmico.

Como resposta à ingestão de carboidratos, nosso pâncreas produz insulina. Esse hormônio ajuda a preparar as células para receber a glicose que está no sangue e transformá-la em energia.

Alimentos com alto índice glicêmico provocam picos de insulina, enquanto os alimentos com baixo índice glicêmico mantêm os níveis de insulina baixos, de forma consistente.

Agora… Existem muitos motivos pelos quais vale à pena evitar alimentos com alto índice glicêmico. Além de aumentar as chances de desenvolver diabetes (quando a insulina produzida não dá conta de metabolizar a glicose, e o açúcar fica no sangue), isso também aumenta possibilidade de armazenar energia como gordura.

Se só isso não basta para lhe convencer, vale dizer que muito açúcar ainda afeta nosso humor. Durante os picos glicêmicos, é comum a gente se sentir energizado e com uma sensação de bem estar… Mas em seguida, quando esses índices caírem bruscamente, o normal é ter desânimo, fadiga, cansaço.

Dieta low carb ou Slow carb- qual a melhor?

 

Slow carb vs Low carb

Toda a filosofia por trás de uma dieta slow carb tem a ver com comer carboidratos com BAIXO índice glicêmico. Isso inclui feijões, inhame, cenoura, lentilha… Evitando os picos glicêmicos, você consegue manter sua energia estável ao longo do dia.

Carboidratos com baixo índice glicêmico também estão associados com a produção de serotonina, o que te deixa de bom humor, sem perder o ânimo ou a disposição.

Já as dietas low carb pregam a redução da ingestão de carboidratos, independente do formato. É possível, sim, usar alguns alimentos que contêm pouquíssimos carboidratos – como brócolis (6g de carboidratos em 1 xícara), mas é preciso ter todo um controle e atenção.

Numa dieta low carb, o objetivo é substituir a glicose pela gordura como fonte de energia. Por isso, junto com a diminuição dos carboidratos, é preciso aumentar a ingestão de gorduras saudáveis. Proteínas podem ser consumidas com moderação, para completar a cota de calorias.

Numa dieta low carb, normalmente se recomenda comer um máximo de 35g de carboidratos totais, ou 25g de carboidratos líquidos – mas índices ainda menores podem ser incentivados para conseguir melhores resultados.

Tá… E o que são carboidratos líquidos?

Isso quer dizer a quantidade de carboidrato que vai ser absorvida, ou carboidratos digeríveis. O cálculo é feito assim: total de carboidratos – fibras totais.

O brócolis que a gente mencionou há pouco… Uma xícara tem 6g de carboidratos e 2g de fibras, então os carboidratos digeríveis ficam em torno de 4g.

Dietas low carb permitem incluir brócolis, couve flor, espinafre, couve, repolho… Desde que observadas essas proporções.

Deixamos aqui embaixo uma tabela de verduras e legumes, com seus macronutrientes (carboidratos, fibras, carbs líquidos, gorduras e proteínas) para te ajudar a montar a sua dieta.

 

Cetose

Um dos maiores benefícios de dietas low carb é que elas induzem o processo de cetose – quando o fígado converte gorduras em ácidos graxos e corpos cetônicos, e usa isso como fonte de energia. Por isso, alguns usam de forma intercambiável os termos dieta low carb e cetogênica.

Outra forma de alcançar esse estado é através do jejum intermitente – quando ficamos sem ingerir nenhum alimento (apenas água, chás e café).

O jejum costuma ser usado no começo de uma dieta cetogênica, como forma de calibrar o corpo, que já vai estar em cetose quando começar o plano alimentar.

Já quem adota uma dieta slow carb pode também praticar jejum para sentir os benefícios da cetose.

No período entre o jantar e o café da manhã, por não ingerir carboidratos nem proteínas, a queima de gordura é potencializada. Algumas pessoas, pensando nisso, gostam de pular o café da manhã ou substituí-lo por uma opção rica em gorduras (como o bulletproof coffee ou o Evolution Coffee) como forma de prolongar a cetose.

Qual a melhor dieta?

Isso depende de cada pessoa, óbvio. Especialmente para quem tem alguma condição médica (diabetes, por exemplo), uma dieta low carb pode ser mais indicada. Ela também pode ser uma saída para quem estacionou a perda de peso.

Em contrapartida, por ser mais restritiva, existe a possibilidade de errar a mão, comer mais carboidratos (ou mesmo proteínas) do que deveria, e o seu corpo terminar não usando gordura como fonte de energia.

Outro ponto é que se você mantém uma dieta low carb restrita, pode experimentar uma baixa no humor por alguma desregulação na produção de serotonina. Nesses casos, adotar uma dieta slow carb, mesmo que por um período curto, pode ser uma boa opção.

Uma dieta slow carb tende a ser mais fácil de manter para a maioria das pessoas.

Mas como nossas mães já devem ter cansado de dizer: a gente não é todo mundo, e o que funciona para a maioria pode não ser a melhor escolha para VOCÊ.

 

E o Desinchá com isso?

Você não vai encontrar na fórmula do Desinchá quantidades significativas de carboidratos, proteínas, gorduras totais, gorduras saturadas, fibra alimentar nem sódio.

Por isso você pode usar o Desinchá mesmo se estiver em busca de prolongar o estado de cetose. 😉

 

Desinchá
* Conteúdo atualizado em 12 de junho de 2020

O frio está chegando, e reunimos aqui as melhores opções de alimentos pra comer no inverno 
 
Winter is coming… Quem acompanhou a febre de Game of Thrones conhece essa máxima, não é? Brincadeiras à parte, o inverno começa dia 22 de Junho, e infelizmente os vegetais estão de férias. Pois é. Pode pegar aquela mantinha aconchegante, Desinchá Noite, Netflix e fondue… O inverno tem muito a oferecer, mas os produtos frescos geralmente não estão nessa lista. 
 
Mas estamos aqui para trazer boas notícias: nem todas as refeições até a primavera chegar precisam girar em torno de batatas e cebolas. Com um pouco de planejamento e criatividade, é possível escolher frutas e legumes frescos durante todo o inverno. 

Se prepara para aprender sobre inesperados alimentos ricos em vitaminas e com clima frio que você PRE-CI-SA garantir nas suas compras antes do inverno.

alimentos pra comer no inverno
 
Climas frios 

Feitas no inverno e para o inverno, essas opções sazonais ultra nutritivas formam o alimento básico de uma dieta saudável no período de frio. Antioxidantes, com cores vibrantes e sabores aconchegantes são opções incríveis para dia mais frios. Então vamos ao que interessa. 

1. Repolho 

Embora algumas variedades de repolho estejam disponíveis durante todo o ano, a maioria das variedades adora clima frio e está pronta para a colheita no outono e inverno. 

Dicas de armazenamento: Enrole bem as cabeças de repolho em plástico e guarde-as na geladeira para mantê-las frescas por até uma semana. 

Como comer: os benefícios nutricionais desse vegetal são mais ricos quando consumidos ainda crus; portanto, corte ou triture algumas folhas para adicionar em saladas ou frituras.  

Aqui tem uma receita incrível de Salpicão para você se inspirar.
 

Este vegetal é super saudável e econômico, é um primo próximo de outros favoritos de climas frios, como couve-flor, couve de bruxelas, couve e brócolis. 

O repolho fornece muitas vitaminas e minerais, incluindo camafeus das vitaminas C e K, bem como folato, fibra, antioxidantes e compostos anticancerígenos chamados glucosinolatos. 

2. Couve de Bruxelas 

Esses brotos estão finalmente se destacando e ganhando espaço na culinária.  

Dicas de armazenamento: as couves de Bruxelas permanecerão frescas na geladeira por algumas semanas. As folhas externas podem murchar, mas é necessário apenas removê-las antes de cozinhar os brotos. 

Como comer: Misture os brotos cortados com azeite e asse até ficarem crocantes e dourados. Cubra com uma leve camada de manteiga e sálvia – ou qualquer outra especiaria da sua preferência. Aí voilá, temos um prato delicioso e saudável. 

A Couve de Bruxelas, também conhecida como mini-me do repolho. Ela apresenta alguns dos benefícios de saúde que seu irmão mais velho. Como outros vegetais crucíferos, a couve de bruxelas tem altos níveis de antioxidantes que combatem o câncer e que podem proteger o DNA de compostos nocivos no organismo. 

É basicamente Jean Claude Van Damme na sua barriga. 
 

3. Abóbora 

Dicas de armazenamento: Mesmo que pareçam bastante maduras, a abóbora continua amadurecendo após a colheita. Então a dica aqui é consumi-la o mais rápido possível, embora em ambientes úmidos ela possa ter uma durabilidade maior.  

Como comer: Como a abóbora é saudável, razoavelmente barata, cheia de recheio e super saborosa, não é de admirar que existem milhares de receitas incríveis para elas.

Nesse link, a gente sugere um Cuscuz marroquino feito com abóbora. 

A característica carne dourada da abóbora está repleta de nutrientes, incluindo carotenóides, vitamina A e potássio.  

4. Batatas

Clássicas e queridinhas de muita gente.  
 
Dicas de armazenamento: Armazene as batatas em uma área escura, fresca e bem ventilada por aproximadamente que ela pode durar até um mês. Mantenha as batatas longe de cebola e maçãs. Elas não se dão bem, acredite. À temperatura ambiente, as batatas se mantêm por 1 a 2 semanas. 

Como comer: Há uma variedade enorme de maneiras de transformar batatas em uma refeição, então ela dispensa apresentações. E para fugir um pouco da mesmice, dá uma olhada nessa receita aqui.

Carboidratos parecem ter uma má reputação, mas são alimentos básicos em muitas cozinhas por um bom motivo. Em “Toy Story”, veja como Andy sempre coloca Mr. Potato Head como um cara mau quando está jogando. Não está certo. 

Certamente, as batatas são ricas em amido e com alto índice glicêmico.   Mas também são baratas e possuem um impressionante perfil nutricional que inclui potássio, magnésio, ácido fólico, vitamina C e proteína. 

As extravagantes batatas roxas podem até ajudar as pessoas a reduzir a pressão sanguínea e aumentar os antioxidantes.  

Embora a batata-doce possa ser uma escolha mais saudável, com seu tesouro de beta-caroteno, vitaminas A e C e fibra, as batatas brancas regulares ainda são uma opção saudável, dependendo do método de cozimento preferido. Frituras aqui não conta, tá? 

 
5. Cebola

Ame ou odeie.

Dicas de armazenamento: Coloque as cebolas fora da geladeira, pois elas podem ficar macias na geladeira. Armazenadas em local fresco e seco, elas duram por vários meses. 

Como comer: Ideal para dar sabor a qualquer coisa, desde sopas, saladas de grãos, massas e carnes, as cebolas são um ingrediente da linha all-star o ano inteiro. Eles podem fazer você chorar, mas as cebolas são realmente muito saudáveis. 

Os vegetais despretensiosos são baixos em calorias, mas fornecem quantidades surpreendentes de vitamina C e fibra. Um estudo de 2009 descobriu que os óleos nas cebolas podem reduzir os níveis de colesterol LDL (“ruim”) e aumentar o colesterol HDL (“bom”).  
 

6. Beterraba

A beterraba é muito pouco valoriza nos nossos costumes de alimentação, mas é impressionante a quantidade de benefícios que ela traz. Eu fiquei impressionada durante a pesquisa desse post aqui.  
 
Dicas de armazenamento: é melhor armazenar raízes de beterraba em um saco plástico na geladeira por até um mês. 

Como comer: jogue beterraba assada e cenoura com lentilhas e muitas ervas e especiarias frescas para fazer um prato super saudável. No nosso Desinchef você encontra diversas opções de receitas a base de beterraba. 

Beterrabas doces, terrosas e vermelhas escuras são únicas no corredor dos vegetais. A beterraba contém antioxidantes chamados betalaínas, que podem ajudar a combater o câncer e outras doenças degenerativas. 

Elas são ricas em vitaminas A, B e C, além de potássio e folato. Elas também são uma fonte natural de açúcar (cerca de 9 gramas por porção), então para quem procura reduzir as coisas doces da alimentação, pode ser uma ótima aliada.  

Além disso, a beterraba possui nitratos alimentares naturais que aumentam o óxido nítrico no organismo. O óxido nítrico está relacionado à melhora do fluxo sanguíneo, redução da pressão arterial, aumento do desempenho do exercício e melhora do funcionamento cognitivo. 

7. Cenoura

Velho conhecido da nossa culinária, mas sempre vale reforçar os benefícios dessa raiz.  
 
Dicas de armazenamento: Como muitos vegetais de raiz, as cenouras ficam em um saco plástico na geladeira por várias semanas. 

Como comer: traga sua doçura natural para saladas, sopas, caldos e carnes. A cenoura traz um toque especial para quase qualquer prato.  

Com certeza sua mãe já te disse para comer cenouras para ter olhos saudáveis? Esse dito popular é comum pois ela é repleta de antioxidante beta-caroteno, um composto que se converte em vitamina A no organismo. 

De acordo com o Escritório de Suplementos Dietéticos, a vitamina A é essencial para um sistema imunológico perfeito, olhos, pele e membranas mucosas saudáveis. 

Os vegetais de cor alaranjada também estão repletos de vitamina C e luteína, antioxidantes que podem ajudar a manter o corpo mais saudável. 

Isso tudo, sem esquecer, aquele bolo de cenoura vegano maravilhoso que fez parte das nossas infâncias. 

 

8. Nabos e Rabanetes

Esse também entra na lista do ame-o ou odeie-o 
 
Dicas de armazenamento: Você pode manter nabos e rabanetes na geladeira por algumas semanas ou no congelador por vários meses. 

Como comê-lo: o que é extravagante e surpreendentemente bom para você? Um gratinado de nabo simples! Os rabanetes podem se disfarçar e substituir nabos em qualquer prato. Aqui vai uma opção de salada com rabanete, que você pode substituir por nabo também.

Essas surpresas roxas e brancas podem parecer batatas com um moicano, mas na verdade são da mesma família que repolho, brócolis e couve-flor. 

Confuso ainda? Talvez por causa dessa crise de identidade tão confusa, nabos e rabanetes sejam frequentemente (infelizmente) ignorados nos corredores do supermercado. Mas os membros da família crucífera têm alguns truques poderosos e nutritivos nas mangas. 

Este arsenal de nutrientes inclui: 
– glucosinolatos de combate ao câncer 
– vitaminas C e K 
– folato 
– potássio 
fibras 
– cálcio 

Seu sabor levemente doce, e forte, também é uma benção para quase qualquer prato.  

9. Batata Doce

Comum em muitas dietas que conhecemos por aí, não é mesmo?  
 
Dicas de armazenamento: Mantenha as batatas doces em um local fresco e seco fora da geladeira por até 2 semanas. 

Como comer: assada, frita, na salada, em qualquer tipo de carne e até misturado com batatas comuns ou roxas, qualquer receita pode ser surpreendente.  No nosso instagram encontra essa receita de nhoque de batata doce especial, e varias outras.

A batata-doce pode ganhar o prêmio de “Tubérculo mais versátil”.

Essas delícias em tons de laranja dão um toque nutricional, com fibras, beta-caroteno, vitaminas A e C e antioxidantes. Além disso, como eles são bastante baixos no índice glicêmico, eles são ótimos para rechear sem serem sobrecarregados, além de também substituírem o consumo excessivo de açúcar da sua dieta.  

 
10. Radicchio  

 Dicas de armazenamento: Mantenha-o na geladeira embrulhado em plástico por até 3 semanas. 

Como comer: O radicchio pode ser consumido refogado, cozido ou cru mesmo em saladas.  

Além de ser uma das palavras mais divertidas do idioma inglês, o radicchio (membro pronunciado ra-DIK-kio) é um membro da família da chicória e da escarola.  

Seu vermelho e branco, levemente picante, e suas folhas amargas estão apenas esperando para fornecer toda a vitamina C, magnésio, potássio e vitamina K na sua alimentação.  

Além disso, uma xícara desse legume folhoso tem apenas 9,2 calorias. Portanto: adicione-a a qualquer prato para obter um baixo impacto calórico e muito sabor.  
 
Deu para ver que temos muitas boas opções para esse inverno que está chegando, não é mesmo?

E se você ainda não conhece, nós da Desinchá postamos várias receitas saudáveis e saborosas nos canais abaixo, só escolher seu preferido e se deliciar  
 
– No Instagram tem receita nova todos os dias 
Aqui no site você pode filtrar por ingredientes que preferir 
– E no Pinterest você pode escolher, salvar e cozinhar quando quiser. 

Desinchá Noite

Fazer jejum intermitente é um dos hábitos que mais ganhou destaque em 2019, e por uma boa razão. A gente tem falado bastante sobre ele por aqui, então unimos as principais dicas nesse post para te ajudar a começar essa rotina de uma maneira fácil, e melhorar sua saúde.

Vamos nessa? 

fazer jejum intermitente 

1. Identifique seus objetivos antes de começar 

Com todos os benefícios de fazer jejum intermitente, existe muitas razões para você experimentar. É importante se perguntar quais são seus objetivos individuais antes de começar esse hábito. Você está buscando um envelhecimento mais saudável, reduzir seus desejos de comilança ou usar essa técnica para alcançar um peso mais saudável?

Objetivos diferente têm planos diferentes. Portanto saber o que você espera obter do jejum vai te ajudar a montar o melhor plano.  

2. Não existe um plano que funcione para todo mundo 

Com pelo menos cinco tipos principais de jejum e opções diferentes em cada, o jejum intermitente pode funcionar com praticamente qualquer rotina. Dito isto, é importante saber também que, o que pode ter funcionado para seu amigo ou colega, pode não funcionar melhor para você. 

Enquanto algumas pessoas se dão super bem com um plano que envolve um dia inteiro de jejum por semana, outras preferem estabelecer um período de jejum que pode variar entre 8, 12 ou 16 horas.  
 

3. Pode haver algum tipo de “tentativa e erro” 

Mesmo se você fizer tooooda a sua pesquisa com muito cuidado, pode acontecer que o plano que escolheu simplesmente não funcione para você. Ficar muito tempo sem comer pode te deixar irritado ou pode não funcionar com o seu horário de trabalho, por exemplo. É importante estar ciente de como sua rotina e o jejum intermitente funcionarão juntos – e a partir daí fazer os ajustes necessários.  

Também pode ser útil reconsiderar as coisas que você come quando não está em jejum – alimentos ricos em nutrientes, ricos em proteínas e gorduras saudáveis e vegetais são os melhores. Você deve tentar evitar muitos carboidratos, principalmente ao interromper o jejum, pois isso pode causar picos de glicose e falhas no seu sistema digestivo.  
 

4. Você provavelmente vai se adaptando ao longo do caminho

Você pode ter ouvido falar de grandes benefícios que acompanham um período de jejum de 16 horas. Mas pode não querer pular nele imediatamente. Inclusive a melhor maneira de definir seu plano de jejum é facilitar sua execução. Mergulhar de cabeça num plano agressivo pode minar sua consistência.

Isso dá ao seu corpo um tempo importante para se adaptar à nova rotina, que pode ser drasticamente diferente dos seus hábitos alimentares anteriores. Comece com um plano de jejum mais curto ou menos frequente se você deseja ter sucesso com o jejum intermitente a longo do tempo.
 

5. Chá de ervas e café preto são geralmente permitidos durante o jejum

Isso varia de acordo com quem você fala, mas muitos planos de jejum intermitentes permitem mais bebidas não calóricas do que apenas água. Cafés pretos e chás de ervas são as exceções mais frequentes, já falamos por aqui também, o Desinchá é feito à base de ervas naturais e não quebra o jejum intermitente. Só tem um porém: ele deve ser consumido sem leite ou açúcar.  
 

6. O jejum não é uma mágica “cura tudo”

Embora possa haver muitos benefícios em rotina regular de jejum, é importante lembrar que isso não resolverá imediatamente todos os problemas de saúde. Como qualquer outra mudança na dieta, ela deve ser encarada como uma ferramenta. Você também pode ter que esperar um pouco para ver os benefícios. 
 

7. Preste atenção ao seu corpo

Uma das partes mais importantes para cuidar da saúde e ter uma perda de peso saudável é garantir a sintonia com a maneira como suas novas rotinas estão fazendo você se sentir. Para algumas pessoas, o jejum intermitente pode não ser a melhor escolha. Além disso, existem algumas armadilhas fáceis nas quais você pode cair, que podem desencadear outros problemas de saúde. Então fique atento. 
 

8. O estresse pode desfazer efeitos positivos, então faça apenas o que é confortável

Qualquer mudança na rotina pode criar estresse, e iniciar o jejum intermitente é definitivamente uma mudança na rotina. Segundo algumas pesquisas, a fome pode desencadear o hormônio do estresse cortisol. O conceito de “estresse alimentar” pode ter alguma verdade por trás disso, e pode sim atrapalhar o seu plano de jejum.

É melhor garantir que você comece por um plano que seja confortável para você, em vez de atirar nas estrelas e se estressar sempre que chegar a uma janela para comer.  

 

9. Tente manter um diário da sua evolução 

Diferentes alimentos podem te fazer se sentir diferente. Por isso manter um registro do que você come pode te ajudar a calibrar seu plano. Ter esse registro é uma rota potencial para aumentar os benefícios da perda de peso do jejum. Mas você não deve apenas registrar a comida que come! Pode ser útil também rastrear seu humor e outros fatores. Isso te ajuda a entender o progresso que está fazendo… Sem falar que te forçar a entender os indicadores naturais do seu corpo. 

 
10. Mulheres têm necessidades diferentes ao fazer jejum intermitente

O jejum intermitente pode ter um impacto nos hormônios para homens e mulheres. Mulheres no caso são particularmente sensíveis aos sinais de fome externa. Isso pode resultar em níveis aumentados de sinais de fome.

Não é nenhum mistério que isso dificulte a permanência no seu plano, por isso é importante estar ciente desses efeitos. Alguns médicos recomendam que as mulheres sigam um plano com aumento gradual do jejum, em vez de um início agressivo.

Para as mulheres, há outra maneira de garantir que seu plano de jejum vai corresponder às necessidades do seu corpo. Isso envolve abandonar seu plano na semana anterior ao período menstrual. Por causa de uma queda no estrogênio, as mulheres tendem a ser mais sensíveis ao cortisol. Por esse motivo, pode ser melhor ignorar a rotina do jejum.   

 

11. Existe um jeito de planejar seus exercícios em jejum

Se você está se perguntando o que fazer com seus exercícios, aqui vai a boa notícia: existe uma maneira de planejar sua academia ou horário de aula para acompanhar seu novo plano de refeições. Algumas pessoas preferem se exercitar durante o jejum… Enquanto outras sentem que precisam do combustível de uma refeição para obter o melhor treino.

Como muitas das outras dicas desta lista, o componente mais importante aqui é prestar atenção às necessidades do seu corpo.
 
 

12. Lembre-se: fazer jejum intermitente não dá carta branca para comer o que você quiser

Algumas pessoas pensam que um programa de jejum rígido lhe permite comer o que quiser durante seus períodos de alimentação. A verdade é que ainda é extremamente importante prestar atenção em como você abastece seu corpo.

 
Se você já tentou fazer jejum intermitente, lembre-se de que essas dicas ajudarão a tornar a transição um pouco mais suave. Mas você também deve ler mais sobre essa técnica em geral para aproveitar ao máximo o jejum.  
 
* Conteúdo traduzido e adaptado de MyndBodyGreen 

Desinchá sabores

Há um tempo, falamos sobre o funcionamento dos probióticos. Probióticos são bactérias do bem, que promovem o balanço da flora intestinal e, consequentemente, da nossa saúde. Esses suplementos alimentares à base de microrganismos vivos podem ser encontrados facilmente. Shoyu, iogurtes, kefir, bebidas fermentadas e kombucha são alguns exemplos. Só que os probióticos precisam de uma “ajudinha” para terem uma vida longa (senão eles morrem em tempo recorde). Essa “ajudinha” é, no caso, seu alimento, chamado prebióticos.

E é por isso que você precisa deles! 

kombucha prebióticos

Os prebióticos 

Não adianta só tomar kombucha. Prebióticos são alimentos para o bom trabalho das bactérias da microbiota. Como assim? Algumas fibras em nossa dieta são resistentes à digestão na parte superior do intestino. É o caso de prebióticos, como a inulina e a oligofrutose. Em outras palavras, nosso sistema digestivo não é capaz de quebrar essas fibras (que compõem algumas comidas de origem vegetal, como alho, aveia e cebola).  

Esses componentes não digeríveis são os prebióticos, que servirão de alimento para os probióticos. Ao devorar esses compostos, estes micro organismos produzem substâncias benéficas para a saúde. Tais prebióticos são fermentados somente no cólon. 

Em suma, uma dieta prebiótica contribui para manter os probióticos, que colonizam nosso intestino (no cólon) e nos trazem benefícios. Então tem muita gente que toma kefir, kombucha e iogurte por ter ouvido que esses alimentos têm microosganismos saudáveis pra nossa microbiota intestinal… Mas eles morrem logo.


Vantagens fisiológicas 

O resultado da fermentação dos prebióticos no cólon é bem interessante para nosso corpo. Com o aumento da biomassa microbiana, ocorre um aumento de volume. Isso faz com que nosso intestino funcione como um relógio (já dizia a propaganda de iogurte). Sabe quando nos dizem que precisamos ingerir mais fibras em nossa alimentação para ajudar no trânsito intestinal? É exatamente sobre isso que se diz.  

Prebióticos típicos, como inulina e oligofrutose, modulam a microbiota intestinal, exercendo papel fundamental na fisiologia do aparelho gástrico-intestinal. Isso parece muito técnico? Bom, vamos te contar agora exatamente o que comer pra sentir todos os benefícios dos prebióticos.  


Exemplos de prebióticos  

De maneira geral, os prebióticos são encontrados em alimentos de origem vegetal, bem como em suas cascas. Essas fibras alimentares específicas são quatro: 

  • Inulina: prebiótico encontrado especialmente na raiz da chicória, na cebola, na alcachofra, no alho e nos aspargos. 
  • Pectina: prebiótico encontrado na entrecasca dos cítricos e do maracujá, bem como na casca da maçã. 
  • Lignina: prebiótico presente nas cascas de oleaginosas (gergelim, linhaça e amêndoas) e leguminosas (feijão azuki e soja). 
  • Frutooligosacarídeos (FOS): presente em cereais integrais (trigo, aveia e cevada), banana, alho, cebola e tomate. 

Além de inserir tais alimentos em sua dieta alimentar, é possível encontrar prebióticos isolados, em forma de cápsulas ou pó. No entanto, qualquer complementação alimentar deve ser feita sob orientação profissional. É importante ter isso em mente, porque somente um nutricionista ou nutrólogo poderá avaliar a real necessidade de ingestão desses suplementos. 


As vantagens que os prebióticos nos oferecem 

Quando se tem uma dieta equilibrada com fibras e prebióticos, existem muitas vantagens para o nosso corpo. E elas vão muuuuito além de ir ao banheiro com regularidade (porque ninguém merece intestino preso, né?) 

Os prebióticos ajudam na manutenção da flora intestinal. Uma flora intestinal saudável é fundamental para que ocorra melhor absorção de nutrientes e maior controle na proliferação de bactérias causadoras de doenças. Nesse caso, os probióticos podem ajudar também (como kombucha, kefir…), mas só se combinados com nossos amigos prebióticos.

Isso tem a ver com o chamado efeito bifidogênico que os prebióticos possuem. Eles estimulam o crescimento das bifidobactérias, que são responsáveis pela inibição da atividade de outras bactérias que são intoxicantes e putrefativas. 

Não bastasse esse cuidado ao qual muito agradecemos, eles também colaboram para a absorção intestinal de substâncias necessárias e ajuda na eliminação de outras que nós não precisamos. Ou seja, o excesso de glicose (açúcar) e colesterol são eliminados. Seus exames de colesterol e triglicérides totais no sangue podem ser melhores, acredite! 

 
 

Além de probióticos e prebióticos, vale uma menção aos simbióticos, uma classe de alimentos que podemos chamar de pacote completo. Simbióticos aliam probióticos e prebióticos em um único “lugar”. Alguns suplementos, lácteos e biscoitos entram nesta categoria – mas o consumo precisa de prescrição profissional. Só não pense que são milagrosos, pois seus efeitos ainda estão em discussão.

Fato é que o consumo de prebióticos deve estar presente na alimentação de todos nós. É uma boa maneira de adotar uma dieta equilibrada e rica em alimentos naturais. Claro que não estamos dizendo que você deve sair por aí comendo cebola e casca de limão (mas se quiser…) A ideia é se alimentar com equilíbrio para contar com os benefícios que as fibras saudáveis nos trazem. 

Não sabe por onde começar? Veja alimentos ricos em fibras para incluir em sua dieta!

Evolution Coffee

A tapioca é uma delícia, mas será que ela é a escolha mais saudável que você pode fazer? Bem… Pra começo de conversa, essa gostosura é carboidrato simples não tão nutritivo e, portanto, não é tão saudável. Mas isso não quer dizer que você não pode incluí-la na sua dieta!

Esse lanchinho delicioso, que caiu nas graças do Brasil inteiro, é cercado de mitos e verdades. Por isso, nós desvendaremos o que você precisa saber sobre a tapioca aqui mesmo. 

tapioca

O que é a tapioca?

Pegue uma mandioca, descasque, triture, misture com água, peneire e seque. Pronto. Tapioca é isso. Basicamente, fécula ou goma da mandioca (macaxeira ou aipim, a gosto do freguês). Esse alimento tem origem indígena, é mais comum no norte e no nordeste, mas se espalhou pelo resto do Brasil nos últimos anos. 

Olhando pelo aspecto nutricional, a tapioca é rica em amido. É um carboidrato simples, com pouca proteína, fibras e nutrientes. É uma grande fonte de energia para as células do corpo, pois provoca entrada constante de glicose na corrente sanguínea.  

Atualmente, está presente na dieta de milhões de brasileiros, em diversos momentos do dia. Seu consumo deve ser feito com moderação. Para manter uma dieta equilibrada e saudável, escolha bem os recheios. Veja algumas dicas: 

  • Inclua aveia, gergelim, chia ou linhaça na massa para que ela fique mais nutritiva, considerando que a tapioca é pobre em fibras; 
  • Faça combinações de recheios saudáveis, como ovos mexidos, frango desfiado com salsinha e ricota, atum com cenoura ralada, tomate-cereja e espinafre. 

Caso queira uma tapioca doce, a combinação de banana e com pasta de amendoim fica uma delícia!

 

Quando ela é indicada? 

A tapioca é indicada para pessoas alérgicas a glúten (celíacos) ou por aquelas que optaram por não consumir a substância em suas refeições. É um carboidrato que pode substituir os pães, feitos com trigo. Mas, na verdade, qualquer um pode incluí-la em sua dieta, desde que de forma equilibrada. 

Existem momentos em que seu consumo é mais indicado, como no café da manhã ou em lanches intermediários como substituição aos pães. À noite, ela pode ser um lanche rápido para o jantar, mas com recheios saudáveis.  

Se você treina com frequência, ela pode ter efeitos diferentes no pré-treino ou no pós-treino. Antes de treinar, ela te dará muita energia. Afinal, é um carboidrato simples, de rápida absorção e fácil digestão. Após o treino, pode ser associada com ovo (a famosa crepioca) ou não. Em qualquer caso, auxilia na absorção de outras proteínas.

 

Contraindicações

A tapioca é um alimento que pode ser prejudicial a algumas pessoas devido ao seu alto índice glicêmico. Isso quer dizer que ela rapidamente provoca aumento dos níveis de glicose (açúcar no sangue). Em consequência, o organismo fica com maior quantidade de insulina, e o excesso desse hormônio pode levar ao excesso de peso. O acúmulo de gordura favorece o desenvolvimento de diabetes tipo 2 e problemas cardiovasculares. 

Se a produção de insulina em excesso for constante, pode ocorrer sobrecarga no pâncreas (tem a função de secretar insulina). A sobrecarga neste órgão provoca a diabetes do tipo 2. 

Resumo: pessoas obesas e pacientes diagnosticados com pré-diabetes ou diabetes precisam redobrar a atenção ao consumir tapioca. De preferência, só devem consumir com orientação de profissional especializada. 

Vale destacar também as pessoas que seguem dietas low carb ou slow carb, caso em que a tapioca NÃO É uma opção. 


Quais são os mitos e as verdades em torno do alimento? 

Tapioca não engorda: Mito

Depende de muitos fatores. Se você fizer uma tapioca gigante, com muitas colheres de sopa, e recheá-la com brigadeiro, certamente engorda. Veja um exemplo: para fazer uma tapioca pequena, você precisa de 3 colheres de sopa (60 gramas). Só a massa terá 145 kcal. Dependendo do recheio, você pode ter uma refeição bem calórica. 

O alimento pode ser uma ótima opção de carboidrato, fornecendo energia rápida para o corpo, como no pré-treino. Mas a ideia central é consumi-la com moderação, recheios saudáveis e acrescendo ingredientes ricos em fibras, que reduzem o índice glicêmico e aumentam seu valor nutricional.

 

Tapioca é nutritivo: Mito

Definitivamente não. Ainda que seja feita somente de mandioca, apresente baixo teor de sódio, não tenha gordura ou glúten, a tapioca é muito pobre em fibras e proteínas. Ou seja, tem poucos nutrientes e é considerada, do ponto de vista nutricional, inferior à maioria dos grãos e farinhas. 

Por isso, mais uma vez, reforçamos a necessidade de você incluir fibras, proteínas, vitaminas e minerais na refeição.

 

Tapioca aumenta a energia: Verdade

Sim. E esse é seu maior benefício. A indicação de ser consumida após treinamentos físicos intensos é exatamente por isso: ela fornece rapidamente a energia perdida na atividade física. Mas vale também para quem quer começar o dia com a disposição lá no alto! 


Tapioca é melhor que pão: Mito

Depende do pão.  Em relação ao pão francês (pão de sal, pãozinho, cacetinho ou seja lá como você o chama em sua cidade), a briga é boa.  

A tapioca é menos calórica (230 calorias em 100 gramas contra 300 calorias do pãozinho na mesma quantidade), tem menos sódio e gordura em sua composição, tem mais cálcio, retinol e vitamina C. Ela também não tem glúten. 

O pãozinho tem menor índice glicêmico e quantidades maiores de ferro, potássio, zinco e vitaminas B1, B2 e B3. 

Se considerarmos a comparação entre tapioca e pão integral, ela perde, pois ele é mais rico em nutrientes. 

 

A tapioca é um alimento delicioso que pode estar presente em uma dieta saudável e equilibrada. Com prós e contras, a escolha por inseri-la na rotina deve ser feita com moderação. Que tal inserir um chá delicioso, como o Desinchá, para acompanhar essa preciosidade brasileira?  

 

Desinchá

Tomar água com limão pela manhã é um hábito que deveria ser incorporado à sua rotina. São muitos benefícios que essa mistura cheia de vitamina C pode trazer. Em geral, as pessoas tomam ¼ do limão espremido com água morna, sem adoçar, em jejum. O café da manhã deve ser tomado após 20 minutos.

água com limão

Mas por que tomar água com limão em jejum? 

1. Porque ajuda a alcalinizar o sangue 

Nutricionistas explicam que o ácido cítrico do limão contribui para alcalinizar o sangue e, consequentemente, equilibrar o metabolismo. Mas o que seria isso? Alcalinizar o sangue é deixá-lo com o pH maior do que 7. Isso faz com que as células tenham mais facilidade para eliminar toxinas. Resultado: diminui os processos inflamatórios do corpo.

A título de curiosidade, boa parte das doenças tem relação com a acidificação sanguínea, que é deixar o sangue com pH menor do que 7. E sabe quem acidifica o sangue? Proteína em excesso, refrigerante, açúcar, farinha branca e alimentos industrializados. Não à toa, esses alimentos não fazem parte de uma dieta equilibrada. 


2. Pode ajudar a emagrecer 

O fato de ajudar a alcalinizar o sangue, equilibrando e limpando o organismo, também contribui para o emagrecimento. Sim. Água com limão em jejum pode ajudar a emagrecer. Falamos que “pode”, porque nada adianta se você continuar comendo alimentos cheios de açúcar e aditivos químicos, próprios de uma dieta nada saudável. Na verdade, o interessante é investir em legumes, frutas e verduras, que também ajudam a alcalinizar o sangue. 

Outra ajuda que a água com limão em jejum te dá é que ela limpa o paladar. Com isso, aquela vontade de comer alimentos que engordam ou prejudicam sua dieta vai diminuir naturalmente. Ah! Ela também pode aumentar a sensação de saciedade. 

Mas vale a observação: água com limão não acelera o metabolismo. Se você quiser que sua mistura matinal cumpra esse objetivo, coloque uma lasquinha de gengibre. Além de tornar o metabolismo mais acelerado, o gengibre é anti-inflamatório


3. O limão é rico em vitamina C 

Mais um motivo para tomar água com limão em jejum é absorver a vitamina C que a fruta oferece. A vitamina C é um potente antioxidante (contém flavonoides) que atua bloqueando os radicais livres. Se você não lembra o que isso quer dizer, relembramos: radicais livres em contato com nossas células provocam uma morte celular precoce.  

Ao bloquear esses radicais, podemos observar uma melhoria na aparência da pele e do cabelo. Por isso, é considerado uma mistura anti-envelhecimento. A vitamina C também ajuda a evitar a perda de músculos.

Além disso, sua ação reduz as chances de processos degenerativos, como câncer, doença causada por falhas na produção celular. Por fim, a vitamina C presente no limão, em conjunto com riboflavina, tiamina, cálcio, fósforo, silício e ferro, são nutrientes que fortalecem nosso sistema imunológico. Por isso, muitas pessoas falam que água com limão é excelente para evitar gripes e resfriados. 


4. Faz bem para o estômago 

Você começou o texto lendo sobre alcalinizar o sangue. De repente, veio aquela memória da aula de química sobre pH. E isso foi o suficiente para causar um bug no seu cérebro. Como uma fruta que contém ácido cítrico não deixará o sangue ácido? Vamos à aula de química. 

O limão tem bastante acidez, é fato (5 a 7% de ácido cítrico). Quando livre, é ácido mesmo. Mas algo muda quando ele é ingerido. Em uma explicação bem simples, do portal “Alunos Online”, ao entrar em contato com o meio celular no interior do organismo humano, ele se oxida, comportando-se como um alcalinizante.

Ou seja, é um “neutralizante da acidez interna, estabilizando o meio em pH levemente alcalino”. Os diversos sais presentes no limão também se convertem em potássio, carbonatos e bicarbonatos de cálcio, aumentando a alcalinidade do sangue. 

E por que isso é importante para nosso estômago? Em primeiro lugar, a acidez do estômago reduz a produção de suco gástrico. O excesso de suco digestivo causa azia e gastrite. Ou seja, o limão ajuda a combater esses problemas. Em segundo lugar, a acidez do limão auxilia na digestão dos alimentos.  Como se não bastasse essa atuação primorosa, o limão ainda contribui para a estimulação e a purificação do fígado.  

Viu só?

São inúmeros os benefícios que a água com limão em jejum pode nos trazer. É preciso ter cuidado, porém, com as contraindicações.

Pra quem essa mistura não é indicada

Existem pessoas com sensibilidade ao ácido cítrico. A ingestão da mistura pode levar a dor de cabeça, queixas gástricas e alteração na pele.  

De acordo com Mario Groisman, Mestre em Ciências Dentais pela Universidade de Lund (Suécia) e membro da Academia Brasileira de Odontologia, há “um desgaste acentuado da superfície interna dos dentes em pacientes que ingerem habitualmente água morna com limão”.  

Então, se você quiser adotar esse hábito saudável em sua vida, veja se tem alguma restrição. E prepare uma pasta de dentes que contenha flúor. 

Desinchá

Essa é a Natália Miranda (Nat pros íntimos), nossa gestora de RH. A Nat sempre foi super magrinha, por isso podia comer o que quisesse sem se preocupar com o peso Mas já há um tempo ela queria fazer escolhas mais saudáveis que ajudassem o seu corpo a funcionar da melhor forma. E adivinha só: ela finalmente conseguiu transformar a alimentação na quarentena!

alimentação na quarentena

Afinal: ter um corpo magro não quer dizer ter um corpo saudável, né? Acontece que agora durante a quarentena ela finalmente pôde rever alguns hábitos, fazer melhores escolhas e finalmente dizer: “mudei minha alimentação de uma vez por todas!” 
 
Nós chamamos a Nat aqui pra contar um pouquinho sobre como foi esse processo. Dá uma olhada abaixo. 


“O que mudou na sua alimentação depois que você ficou de home office?”

No início comecei a comer pouco e mal porque tinha preguiça só de pensar no que iria comer. Se cuidar da alimentação já era difícil, cuidar da alimentação na quarentena, então! Primeiro tive que cuidar da minha saúde mental.

Depois que veio a preocupação com a minha saúde e passei a ter refeições pensadas e planejadas previamente. Isso me ajudou a consumir alimentos que são melhores para a minha saúde, comer mais (sim, comia pouquíssimo ou quase nada), diminuir o desperdício (agora estou sempre de olho no que tenho na geladeira e o que usarei na semana) e deixar a lista de compras mais focada. 
 
O benefício extra e que passei a economizar muito com iFood. 


“Qual era sua maior dificuldade para comer bem?”

Saber o que comer, gastar muito tempo com o preparo de alimento. Não queria gastar boa parte do meu tempo cozinhando porque queria fazer outras coisas. Daí, a preguiça me paralisava e eu apelava para o iFood. 


“Qual foi o seu maior aprendizado com isso tudo?”

Vale muito o esforço que faço por mim mesma! Adoro a cozinhar e ver uma receita dando certo, mesmo que seja depois da terceira tentativa. Estou comendo melhor e cuidando de mim. Hoje dou mais atenção a isso. Entendo que o tempo que invisto me organizando aos finais de semana e cozinhando para mim mesma é um dos melhores investimentos que poderia fazer. 


“Qual a melhor parte de preparar sua própria comida?”

Não passo vontade! Faço tudo do jeito que eu gosto e na quantidade que quero. Como meu organismo me permite comer muito, capricho no sabor dos pratos e preparo tudo em maior quantidade para comer mais no mesmo dia ou no dia seguinte. 

  

“Tem alguma receita pra compartilhar?”

Como trabalho em uma empresa de alimentos saudáveis, tenho uma receitinha que faço para café da manhã ou lanche que é fácil, saudável, rápida e gostosa: 


PANQUEQUINHA FIT 

Ingredientes: 

1 ovo; 

2 colheres de sopa de farinha de aveia ou outra farinha saudável; 

1 banana madura; 

Mel ou geleia para colocar por cima. 

Adicionais: você pode colocar uma colher de sopa rasa de cacau em pó ou 3 gotinhas de essência de baunilha. 

Preparo: 

  1. Primeiro amasse bem a banana. Depois, em um refratário, coloque a banana amassada com o restante dos ingredientes. Bata tudo até obter uma massa homogênea. Aqui em casa eu uso o mixer, mas você pode usar batedeira, liquidificador ou até bater a mão mesmo com um fuê. ;D 
  2. Em uma frigideira antiaderente pré-aquecida em fogo médio, despeje uma parte da mistura (eu faço de 3 a quatro discos redondinhos para empilhar). Dica: se alguns alimentos grudam na sua frigideira, você pode colocar um pouco de óleo de coco ou manteiga, mas só um pouquinho porque a massa quase não gruda. 

Note que, após alguns minutos, começam a se formar uns buraquinhos na massa, isso significa que está quase na hora de virar e você vai precisar de uma espátula, se não tiver aquela habilidade de jogar as coisas para o alto com a frigideira. 

Para servir: 

  1. Depois de pronto, eu adiciono mel ou geleia por cima. Se for um dia de TPM pode rolar até uma nutella. Hahahaha 
  2. Note que eu não adiciono açúcar. Não gosto de nada muito doce e o mel e a geleia adoçam ainda a receitinha. 

Rendimento: de 3 a quatro discos. 

Você também faz parte do grupo que detesta trabalhar em horário comercial, pois é mais produtivo no início da noite ou não funciona no início da tarde? Você não está sozinho. Cada um de nós possui um ritmo próprio. Tem quem consiga dar tudo de si às 8 horas, mas tem gente que sequer consegue abrir os olhos neste horário. O estudo sobre o ritmo certo e o funcionamento do corpo em cada período do dia se chama cronobiologia. Disposição, fome e sono seguem alguns padrões, que são estudados por ela. E quando fazemos o recorte desse estudo para a alimentação, aparece a crononutrição.

 

crononutrição


Ciclo circadiano: o relógio biológico 

Cada um de nós tem um relógio interno que define ritmos e horários para nossas funções comportamentais e fisiológicas. É o ciclo circadiano, determinado por ritmos circadianos. Esses ritmos preparam o corpo para os acontecimentos fundamentais para manutenção da vida. Eles são influenciados por fatores externos, como luz (presença e ausência da luz do dia), atividade física e alimentação. 

Na presença de um fator externo, há ativação de genes (“genes relógio”) que regulam o comportamento alimentar, o sono, os hormônios, o sistema imunológico, a pressão sanguínea e a temperatura corporal.  

Basta uma alteração no ciclo circadiano natural (longos tempos em jejum ou pouco tempo de sono) para que uma pessoa se sinta estranha: falta de apetite, insônia, diminuição do desempenho em atividades físicas ou fadiga, por exemplo. 

Manter nossos ritmos circadianos é, assim, importante para regular os inúmeros processos que nosso organismo realiza diariamente. Com isso, evita-se uma desorganização temporal do ciclo circadiano, evitando impactos negativos à saúde. E a alimentação tem papel importantíssimo.

 

Crononutrição: a alimentação no ciclo circadiano 

Crononutrição é a área que estuda a relação entre metabolismo, nutrição e ritmos circadianos. Em palavras simples, é pensar nos efeitos da alimentação em associação com nosso relógio biológico. Você sabia que existem momentos ideais para realizar refeições e consumir certos alimentos? Isso, claro, se você deseja manter sua saúde. 

O metabolismo dos alimentos sofre efeitos do relógio biológico. Quem segue os ritmos circadianos, experimentam melhor digestão e absorção dos nutrientes, além de equilíbrio do fornecimento de energia para o corpo.  

Um estudo japonês, publicado em 2008 pela Associação Americana de Diabetes, constatou, por exemplo, que somos mais sensíveis ao sabor do doce no café da manhã. Isso porque neste período do dia temos baixos níveis de leptina (hormônio responsável por regular o apetite e o gasto energético corporal), o que muda o paladar. 

Esse é só um exemplo de como os hormônios trabalham no nosso corpo, inclusive processando os nutrientes em cada refeição.  


Cronodisrupção: a interrupção do processo natural do organismo 

Ao longo do tempo, o corpo humano foi se adaptando a uma rotina de trabalho (dia) e descanso (noite). As refeições eram pensadas considerando estes intervalos. Nós, hoje, temos um relógio biológico adequado ao sistema vigente. Só que o trânsito nos rouba minutos do café da manhã, enquanto o smartphone capta nossa atenção antes da merecida noite de sono.  

E o que pode acontecer? A chamada cronodisrupção, que á e interrupção dos processos naturais do corpo. Como consequência, temos alteração no sono, no metabolismo de glicose, nos centros hipotalâmicos de saciedade e fome. Resultado: maior risco de obesidade e diabetes, além do aumento da gordura visceral. 

Há estudos que comprovaram que pessoas que se alimentam fora do período fisiológico tinham mais chances de desenvolver diabetes tipo 2, obesidade, câncer e doenças cardiovasculares. Tudo isso, porque houve uma dessincronização do relógio. 

Daí a importância de entender a crononutrição para garantir um comportamento alimentar adequado. 


“Acerte seu relógio”: os ciclos circadianos e a alimentação 

O bordão utilizado para anunciar o início ou o fim do horário de verão serve também para sua alimentação. A crononutrição estuda a regularidade ou não de uma refeição, bem como a frequência e o horário em que ocorre a ingestão. Para manter os ritmos circadianos no lugar, é preciso se atentar a tudo isso. Inclusive, há alimentos mais eficientes conforme o horário de seu consumo. 

Lembra-se do conceito da pirâmide alimentar, em que se recomenda ingerir mais alimentos durante a manhã e reduzir ao longo do dia? Ela tem fundamento. É o período mais propício para priorizar a queima de gordura. Ou seja, um excesso de calorias à noite colabora para aumentar a ingestão calórica total, o que pode ser um problema para manter seu peso ideal

Outro ponto da crononutrição é o sono. Quem dorme mal está mais propenso a comer mais, com uma dieta de baixa qualidade. Isso pode causar aumento de peso e desenvolvimento de doenças crônicas. 

Considerando isso, é preciso ter horários definidos para se alimentar e alimentar-se de forma adequada em cada refeição. Assim, seu corpo retoma o funcionamento normal. 


Tome café da manhã 

No início deste texto, falamos sobre a ativação de genes-relógio conforme os fatores externos. Bom, o sol já raiou, você acordou, e seu corpo precisa ter certeza que isso é verdade. No aspecto da crononutrição, essa certeza vem com o café da manhã. A refeição é fundamental para ativar esses genes no organismo para que ele entenda que o dia começou. 

Omitir essa refeição traz uma série de malefícios para o corpo, como: 

  • atraso na síntese de melatonina noturna (prejudica indução e qualidade do sono; 
  • maior possibilidade de acúmulo de gordura corporal; 
  • aumento do tempo de cortisol durante a manhã; 
  • redução de tolerância à glicose. 

E o que comer no café da manhã? Carboidratos (frutas, pão integral, granola sem açúcar, aveia), proteínas (ovos, derivados de leite) e fibras (chia, linhaça). Investir em fontes de triptofano (aminoácido de controle do peso e sensação de bem-estar) é uma ótima ideia. Chia, aveia em flocos, amêndoas e ovo são ricos no nutriente. 


Alimente-se bem durante o dia 

Ao longo do dia, nosso corpo metaboliza melhor carboidratos e gordura. O transporte de nutrientes para as células está intenso, assim como a atividade do sistema digestivo. De acordo com a crononutrição, é preciso ter um almoço equilibrado e diverso para evitar a compulsão noturna.  

As concentrações de serotonina crescem, e as de cortisol caem. Com a chegada da noite, tudo cai para que você seja “induzido” ao sono. A atuação da melatonina e do hormônio do crescimento aumentam. E é ótimo que você evite os alimentos que possam despertar seu corpo, como café. E o principal: não jante tarde.

 

Não jante tarde 

Fazer uma refeição à noite é importante para manter seu relógio biológico normal. Mas ela deve ocorrer até 2 horas aproximadamente antes de você se deitar. Como dissemos anteriormente, é durante a manhã que deve ocorrer a maior ingestão de calorias. Concentrar calorias no jantar pode causar aumento de peso. 

Evitar excessos neste horário também é importante. Alimentos com baixo ou moderado índice glicêmico é a melhor opção. Lentilha, legumes, grão-de-bico, vegetais e algumas frutas, por exemplo. A lentilha e a aveia, inclusive, são fonte de melatonina.  

Sabe aquela carne com batata frita na mesa do bar antes de ir embora? Péssima ideia. Alimentos com alto teor de gordura saturada e proteínas de difícil digestão prejudicarão seu sono.  

 

Para seguir os conceitos da crononutrição e ajustar seu relógio biológico, aproveitando os melhores alimentos em cada refeição, você pode procurar ajuda de um profissional. Em qualquer caso, na hora de dormir, o Desinchá Noite é seu grande aliado para ter uma boa noite de sono. Experimente! 

Desinchá Noite

tecnologia entrou nas nossas casas, nas nossas vidas, sentou-se ao sofá e pretende ficar ali por tempo indeterminado. Ela está, inclusive, interferindo em nossa alimentação. É nesse contexto que aparece uma das queridinhas do momento, em especial entre os millennials: a Dieta Noom. 

dieta noom

 

O que é a Dieta Noom? 

É um aplicativo para smartphone, que na verdade se chama Noom Coach. Sim, dieta noom não é uma dieta, pasmem! Mas o que importa é o que está por trás desse app, disponível para Android iOS. Ele possui técnicas de mudança de comportamento que auxiliam o usuário a perder peso, monitorando atividades físicas e alimentares. 

De acordo com os profissionais que integram a equipe do Noom, o aplicativo possui uma abordagem equilibrada para a perda de peso, propondo uma dieta consistente e um trabalho de longo prazo.  

Mas já fica aqui nosso alerta: nada substitui o trabalho de profissionais especializados, como nutricionistas ou nutrólogos. Eles prescrevem dietas alimentares de acordo com as ambições, as necessidades e as limitações de um paciente. 

Feito esse adendo, você pode estar se perguntando como funciona a dieta noom. 


Como ela funciona? 

A partir de registros dos usuários, que inserem no app todas as bebidas e os alimentos consumidos. Eles são classificados em três cores, conforme suas calorias: vermelho, amarelo e verde. Espinafre e brócolis, por exemplo, são classificados como verdes, pouco calóricos. Manteigas e óleos são vermelhos. 

“Ah, mas eu não fico sem meu hambúrguer”. Calma. O Noom não exclui nenhum alimento ou grupo de alimentos. Eles apenas incentiva uma mudança em direção a um estilo de vida mais saudável, que ajuda na perda de peso. Então pode comer seu hambúrguer, mas se lembre de exercitar mais. 

“E o que acontece se eu consumir alimentos vermelhos e amarelos”? Bom, o aplicativo tem um treinador. Assim que você faz login pela primeira vez, o app o associa a um técnico de saúde, seu treinador. Ele será responsável por informações e conselhos dietéticos para te ajudar a atingir suas metas. O usuário também deve responder a algumas perguntas no site ou no próprio aplicativo. Assim, o algoritmo projetará um plano mais adequado a você. 

A dieta Noom pode ser um grande incentivo para você realizar um auto-monitoramento da perda de peso. E o aplicativo sabe a importância disso e investe em sua motivação. Existe uma plataforma social onde os usuários discutem desafios e sucessos com o uso do app. 

Porém, esse plano personalizado de perda de peso tem um custo: US$ 50 dólares por mês (durante 4 meses). Se vale ou não, a decisão é sua (mas lembre que o dólar está valendo mais do que R$ 5,00). Você pode experimentar os dias gratuitos para decidir. Quer mais informações?

 

Como surgiu? 

O aplicativo foi objeto de uma pesquisa intitulada Manutenção e redução de peso bem-sucedidas usando um aplicativo para smartphone em pessoas com sobrepeso e obesidade (tradução livre). Ela publicada na US National Library of Medicine da NCBI (National Center for Biotechnology Information). O estudo investigou a eficácia do Noom Coach com base em outro estudo mais completo, que utilizou os dados clínicos e de registro inseridos pelos usuários do aplicativo entre outubro de 2012 e abril de 2014. 

Quase 36 mil pessoas que utilizaram a dieta Noom por mais de um mês foram incluídos no estudo. Os resultados são interessantes: quase 78% relataram redução no peso corporal. Destes, 23% dessas pessoas relataram perda de mais de 10% do seu peso corporal. 

E não para por aí. O estudo também apontou que houve redução no chamado “efeito sanfona”.

A conclusão do estudo foi que a dieta Noom é bastante eficaz em relação à maioria dos usuários do aplicativo, especialmente entre aqueles que monitoram seus pesos e hábitos alimentares com frequência. Estes experimentaram uma perda de peso mais consistente 

Outra pesquisa (a partir de 2016) utilizou a dieta Noom para oferecer um programa de prevenção de diabetes (DPP) a 43 pessoas com pré-diabetes e sobrepeso/obesidade. A ideia era investigar a eficácia do programa na perda de peso entre os participantes. Como resultado, houve perda de peso significativa nas semanas 16 e 24 do uso do DPP.  

Do total de participantes, 36 completaram o estudo. Destes, 23 perderam mais de 5% do peso corporal. A limitação deste estudo é que não houve comparação entre o Noom e outro aplicativo ou dieta.

 

Atente-se às limitações 

Além da ausência de comparação da dieta Noom com outro parâmetro, precisamos ficar atentos a alguns pontos do aplicativo. 

Em primeiro lugar, o usuário só consegue registrar informações que consideram calorias. E aí você deve estar se perguntando “e as vitaminas e os minerais?” Pois é. Consequentemente, você terá dados limitados sobre a saúde de suas escolhas alimentares. Não à toa, médicos e nutricionistas ficam relutantes em recomendar o aplicativo para seus pacientes. 

A segunda limitação é que nem todos os treinadores da dieta Noom são certificados pelo National Board for Health & Wellness Coaching. Essa certificação é um padrão mínimo de habilidades e conhecimentos necessários para o treinamento em saúde e bem-estar. Como não são todos certificados, podem aparecer conselhos inadequados, principalmente para pessoas com histórico médico mais complexo. 

Um ponto que não é exatamente uma limitação, mas que pode ser um problema para alguns, é o controle do aplicativo. Para algumas pessoas, a dieta noom, com seu tipo de organização, pode provocar ansiedade ou estresse

Por isso, mais uma vez reforçamos a necessidade de consultarmos um especialista quando pensarmos em fazer uma dieta alimentar. 

Adotar a dieta Noom pode ser interessante para algumas pessoas. E dentro da ideia de hábitos saudáveis, o Desinchá é uma grande pedida. Sem glúten, sem lactose e zero açúcar, ele é um aliado dos seus objetivos de corpo, saúde e bem estar. 

Desinchá

O verão acabou, mas seu cabelo ficou esturricado de sol. Chegou o outono, e o tempo seco está acabando com sua pele. Há dias você reclama que uma faxina levou embora suas unhas, que estão quebradiças e frágeis. Para resolver esses problemas, pensamos imediatamente em ir ao dermatologista (não sem antes consultar o Google) para ter indicações de nutricosméticos. 

Mas saiba que a solução pode estar logo ali, na sua cozinha e na despensa!

nutricosméticos


A relação entre alimentação e beleza 

Beleza em cápsula ou em gotas. Assim algumas pessoas chamam os nutricosméticos ou nutracêuticos. E por quê? Bom, de fato, eles são interessantes. Têm efeitos antioxidantes e, por isso, são ótimos para prevenir e tratar processos de envelhecimento precoce. Além de reduzir a formação de radicais livres, estimulam a produção de colágeno, reduzem a pigmentação e a acne, são fotoprotetores e melhoram a hidratação.  

Os nutricosméticos são, assim, aliados de uma pele saudável, um cabelo lindo e unhas fortes. É fato. Mas qual o princípio básico dessas substâncias? Dar a você os nutrientes necessários para usufruir desses benefícios que citamos. E qual a forma mais básica de conseguir tais nutrientes? Pela alimentação.  

Em outras palavras: tudo que existe nos nutricosméticos você pode comer. Eles reúnem nutrientes que podem ser encontrados nos alimentos de uma dieta equilibrada e rica. Uma boa alimentação é baseada em refeições saudáveis e nutritivas. Quando a associamos à beleza, pensamos em alimentos que fazem bem para pele, unhas e cabelos.

De forma bastante simples, uma alimentação eficiente: 

  • auxilia na circulação sanguínea; 
  • combate espinhas e inflamações; 
  • é fonte de vitaminas que rejuvenescem a pele; 
  • prolonga a vitalidade da pele, dos cabelos e das unhas.  

Existem alimentos “amigos da beleza”. Mas antes de falar sobre isso, deixa só a gente tirar uma coisa do caminho… Falar de beleza, para nós, é falar de você se sentir bem ao se olhar no espelho. Sentir-se saudável, bonito ou bonita na sua concepção. 


Os amigos da beleza 

Se você realmente quer melhorar a saúde e a qualidade da sua “trinca da beleza”, deve conhecer seus verdadeiros amigos. 

 

#1 Silício

Já ouviu falar em silício? Esse mineral é um dos nutrientes considerado um grande amigo da beleza. Confere bastante saúde para cabelos, unhas e pele, porque trabalha pela regeneração do organismo. Já pode começar a incluí-lo em sua dieta! Ele está presente em frutas frescas, cereais integrais, grãos e vegetais verdes escuros. Fácil de encontrar. 


#2 Óleo de coco

E o que dizer do óleo de coco, queridinho da hidratação da pele? Rico em gordura saturada, ele possui ácido láurico (antibacteriano e antiviral), é rico em vitamina E e ácidos graxos essenciais. Esse é o motivo pelo qual compõe muitos hidratantes e cremes faciais, pois mantém a pele macia e sem rugas.

Mas este são só dois exemplos de como usar a alimentação para cuidar da beleza. Veja outros! 


#3 Frutas vermelhas

Frutas vermelhas são alimentos conhecidos por conterem enorme quantidade de antioxidantes. Antioxidantes são substâncias que combatem os efeitos dos radicais livres, que aceleram o envelhecimento. 

Alguns exemplos de frutas vermelhas (elas são deliciosas!): morango, goji berry, blueberry, cranberry, framboesa, açaí, amora, cereja e jabuticaba. Além do consumo natural (porção da fruta), você pode usá-las em sucos e vitaminas.  

A vitamina C presente nas frutas vermelhas aumenta a produção de colágeno. Isso quer dizer menos rugas e linhas de expressão, mais firmeza da pele e mais proteção aos efeitos nocivos do sol e da poluição. 


#4 Oleaginosas, sementes e cereais integrais
 

Amêndoas, nozes, castanhas, pistache, avelã, macadâmia. As oleaginosas são grandes aliadas de uma dieta equilibrada e saudável. Também são ótimas para cuidar da beleza. E qual o motivo? São ricas em selênio (presente na castanha-do-brasil), ômega 3 (atenua processos inflamatórios e combate a acne) e vitamina E (ajuda a formar colágeno e acelera a cura de lesões na pele). 

Esse poderosos nutrientes da beleza têm função antioxidante, que, como dissemos, combate o envelhecimento precoce. A dermatologista Tatiane Curi, do Hospital Sírio-Libanês em São Paulo, explica que eles conferem “proteção contra o envelhecimento prematuro e melhoram o aspecto geral da pele em relação às rugas e à flacidez”.  


#5 Sementes

Já as sementes, como linhaça, girassol, chia e semente de abóbora são ótimas para a pele. Em geral, são ricas em selênio magnésio, proteína e vitamina E. Na prática, propiciam uma pele mais hidratada, com menos rugas e acne. 


#6 Cereais integrais

Os cereais integrais, por sua vez, são ricos em vitaminas, fibras e minerais, como zinco, selênio e magnésio. Arroz integral, quinoa, aveia, centeio, amaranto e cevada são ricos em zinco, antioxidante que ajuda a sintetizar colágeno e queratina. Eles possuem grande capacidade de controlar a oleosidade na pele e inflamações. Sem falar que as fibras regulam o intestino e auxiliam na eliminação de toxinas, melhorando o aspecto da pele de forma geral. 


#7 Proteínas

Engana-se quem pensa que as proteínas são importantes apenas para quem quer um corpo musculoso. O colágeno e a queratina (compõe a estrutura do cabelo) são proteínas, e isso nos diz tudo sobre a importância dela numa alimentação de beleza. A partir dos 30 anos, nossa produção de colágeno cai. Isso quer dizer que a elasticidade, a textura e a sustentação da pele não é mais a mesma. 

A alimentação aparece como importante meio de estimular a síntese dessa proteína. Por isso, é importante o consumo de peixes, derivados do leite, leguminosas, carnes brancas e vermelhas.  

No entanto, profissionais destacam que a capacidade de regeneração do corpo é maior se consumirmos menos proteína animal. Por isso, indicam alternar o consumo: consuma cada grupo (carne vermelha; proteína vegetal; peixes e frutos do mar; ovos e frango) duas vezes na semana. 

 
 

Usar a alimentação para cuidar da beleza é uma forma de autocuidado. Pode parecer difícil para algumas pessoas, mas é uma questão de hábito. Que tal tentar se adequar aos poucos? Se você adora doces, dê preferência a frutas, mel e chocolate com no mínimo 70% de cacau. Se não conseguir resistir às tentações, tome um chá desintoxicante e está ótimo. Um dia de cada vez. 

E uma última dica: alguns nutricosméticos podem potencializar os resultados de uma boa alimentação, somado a outros cuidados.

Matchá Máscara Detox

Ao acelerar o metabolismo do seu corpo, você consegue transformar as calorias da sua alimentação em energia de forma eficaz e rápida. Essa velocidade de gasto calórico é determinada geneticamente. Mas você sabia que é possível aumentá-la? É o que chamamos de acelerar o metabolismo, auxiliando a troca de gordura por massa muscular. Gostou né? Veja como turbinar seu corpo! 

acelerar o metabolismo

Escolha os melhores alimentos 

Para acelerar o metabolismo, você precisa escolher os melhores alimentos para essa função. Uma excelente opção são os carboidratos de baixo índice glicêmico, que mantêm os níveis de insulina estáveis e afastam a fome por mais tempo. Legumes, verduras, grãos integrais e frutas se encaixam neste grupo.

Os outros carboidratos, de alto valor glicêmico, também podem ser consumidos, mas raramente. 

E por que os carboidratos são essenciais para acelerar o metabolismo? Porque dão combustível para todo o corpo: músculos, sistema nervoso e células do sangue. Isso faz com que você fique mais esperta e ativa. Já falamos mais dos carboidratos nos nossos textos sobre slow carb e low carb

Outra opção fundamental são as proteínas, que auxiliam na formação dos músculos. E são eles que consomem calorias mais rapidamente e diminuem a velocidade de digestão dos carboidratos. As proteínas magras devem ser preferidas, como carnes brancas (peixe, frango), ovo, soja, patinho, rosbife, ricota, cottage e outros. 

Para fechar o trio perfeito de alimentos, não se esqueça das boas gorduras. Sim, elas são essenciais em uma dieta equilibrada que pode acelerar o metabolismo. Sua função é retardar a digestão do carboidrato, permitindo que o gasto energético seja homogêneo. Mas atenção: a ingestão inclui somente as gorduras amigas, como oleaginosas, abacate, azeite de oliva extravirgem.  

Algumas dicas básicas com os melhores alimentos para acelerar o metabolismo: 

  • Inclua alimentos termogênicos em sua dieta: gengibre, chá verde, canela, café, pimenta, frutas secas, nabo, cebola e rúcula ajudam a acelerar o metabolismo naturalmente; 
  • Não faça refeições somente com alimentos de baixíssima caloria, como alface e outras verduras, pois não fornecem energia significativa e você ficará com fome logo; 
  • Evite cereais à base de arroz refinado e flocos de milho (crisps e corn flakes), pois têm índice glicêmico alto; 
  • Se você faz parte do grupo de “formiguinhas” e não consegue ficar sem doce, que tal testar uma sobremesa saudável

Ponto importante: beba bastante água, pois ela ajuda no transporte de oxigênio para os músculos. 

 

Tenha uma rotina alimentar mais fracionada 

Outra medida para turbinar seu corpo e acelerar o metabolismo é fracionar os alimentos em pequenas refeições. Muitas pessoas adotam o hábito de tomar somente café da manhã, almoçar e jantar. Mas já pensou em ter mais refeições? Faça o teste: adicione pequenas refeições entre as principais. Um lanchinho pela manhã e pela tarde, talvez algo bem leve algumas horas antes de dormir. 

Seu corpo receberá comida com mais frequência. Isso fará com que ele entenda que não é preciso economizar e estocar calorias. Em algumas semanas, é possível sentir-se satisfeita com menos comida em cada refeição. É comum que você sinta menos fome, afinal, seu estômago encolhe cerca de 30%. Isso pode favorecer bastante a perda de peso, se for seu objetivo. 

Vale uma observação aqui: é uma medida para acelerar o metabolismo. Há algumas dietas, como o jejum intermitente, que são feitas com outro objetivo (e acompanhamento médico). 

Mexer o corpo também ajuda a acelerar o metabolismo

Mauro Cardaci, da Fórmula Academia, em São Paulo, é professor de educação física e especialista em fisiologia. Ele aponta que a prática de atividades físicas é essencial para acelerar o metabolismo, pois 1 kg de massa muscular a mais já ajuda a dar uma agitada no seu corpo. 

É muito importante que você escolha uma ou várias atividades que te coloquem em movimento diariamente. O gasto calórico acontece durante a atividade e após ela. Seu metabolismo continuará aumentando por cerca de 4 horas. 

A musculação, por exemplo, é uma das atividades eficientes para turbinar seu corpo. Por meio deste exercício, você consegue ganhar mais massa muscular. Como apontamos acima, os músculos aumentam a velocidade de gasto calórico.  

Já reparou que, com o passar dos anos, nossa necessidade calórica diminui? A endocrinologista membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), de São Paulo, Maria Fernanda Barca, explica que perdemos massa magra com o tempo, o que ocasiona menos gasto energético. Para ela, “ao fazer atividade física e adotar uma alimentação adequada para preservar massa muscular é possível acelerar o metabolismo”. 

 

Durma bem 

Em muitas oportunidades, falamos sobre a importância do sono em nossas vidas. Pois saiba que dormir bem é peça-chave na hora de acelerar seu metabolismo. “Então quer dizer que para turbinar meu organismo eu preciso descansar?” Sim.  

O sono regula a produção hormonal, estimula o ganho de massa muscular e melhora sua disposição. O hormônio do crescimento (GH), que estimula a hipertrofia, é produzido majoritariamente durante o sono. O bom descanso também dá ao músculo a possibilidade de recuperar do treino. O resultado é seu crescimento e, novamente, quanto mais músculos, maior a queima calórica pelo metabolismo. 

Além disso, vale destacar que você terá mau humor, cansaço e indisposição se dormir pouco. E, provavelmente, terá mais vontade de comer doce. Tudo que joga contra seu metabolismo. 

 

Essas são algumas formas de acelerar o metabolismo, mantendo seu corpo ativo, com disposição e saúde. Sabe o que também ajuda? Tomar um Desinchá, que possui, dentre outros ingredientes, chá verde, guaraná e gengibre.  

 
Desinchá

A dieta slow carb é aquela em que se consome carboidratos com baixo índice glicêmico. Como vimos no nosso post que a diferencia da dieta low carb, são esses carboidratos que evitam picos glicêmicos, fazendo com que nós fiquemos com a energia estável ao longo do dia. Cenoura, lentilha, feijões e ervilha são só alguns exemplos. Mas nossa proposta aqui é falar das regras e dos benefícios da slow carb! 

slow carb


Regras da dieta slow carb
 

O norte-americano Tim Ferriss, que escreveu o livro 4 horas para o corpo, criou a dieta slow carb em 2010. Em sua visão, a perda de gordura corporal pode ocorrer otimizando exercícios, dieta (caso em que se encaixa a slow carb) ou regime de suplemento.

O escritor aponta 5 regras básicas da dieta slow carb: 

  1. Evite carboidratos “brancos”: alimentos processados de farinha refinada não são incluídos na dieta. Nada de macarrão, pão e cereais se você quer perder peso. Mas, caso pense em aumentar força, o consumo deve ocorrer 30 minutos após o término do treino de resistência. 
  1. Caia na rotina alimentar: mesmo com muitos alimentos disponíveis, poucos são os que não causam ganho de peso. Por isso, combine alimentos permitidos e cada grupo para criar suas refeições e coma as mesmas várias vezes. 
  1. Não gaste calorias com bebidas: na dieta slow carb, recomenda-se ingerir muita água, chá e café sem açúcar, ou outra bebida sem calorias. Gaste calorias com alimentos nutritivos!
  1. Evite as frutas: ainda que sejam parte de uma alimentação balanceada, a maioria das frutas não são úteis para a perda de peso. Afinal, o açúcar das frutas (frutose) aumenta os níveis de gordura no sangue e diminui a capacidade de queima de gordura. Algumas frutas estão liberadas: abacate, limão e frutas vermelhas, por exemplo, que têm baixo índice glicêmico. 
  1. Tire uma folga por semana: coma o que quiser sem seguir qualquer regra em um dia da semana, evitando que o estresse de fazer uma dieta tome conta. 

“Pronto! Não sobrou nada para comer” 

Não é bem assim! Laticínios (exceto queijo cottage) e frituras nem pensar, é verdade. Mas pode comer abacate (até 150g). Você pode comer proteínas (o que inclui proteína vegetal, para os veganos), leguminosas (feijões, lentilha…), vegetais (especialmente os verdes, como espinafre, brócolis, couve, aspargos e vagem), gorduras (manteiga, azeite de oliva, nozes, óleo de semente de uva) e temperos (sal, alho e ervas). 

 

Benefícios 

A dieta slow carb pode trazer benefícios a seus adeptos, como perda de peso, menor risco de desenvolver diabetes e pode manter o bom humor. Vamos falar sobre eles agora!

#1 Perda de peso 

A slow carb promove a perda de peso por aumentar a taxa metabólica do indivíduo e sua capacidade de queima de gordura. Com um café da manhã rico em proteínas, por exemplo, aumenta a sensação de saciedade e impede o armazenamento de gordura. 

#2 Menor risco de desenvolver diabetes 

Os carboidratos são nossa fonte de energia primária. Eles são diferentes entre si: alguns possuem índice glicêmico alto (a glicose dos carboidratos vai rapidamente da corrente sanguínea ao interior das células), enquanto outros têm baixo índice glicêmico (a glicose demora mais para chegar às células).  

No primeiro caso, os alimentos provocam picos de insulina. Se a insulina não dá conta de metabolizar a glicose, o açúcar fica no sangue e aumenta as chances de desenvolver diabetes. Como a slow carb é baseada em carboidratos de baixo índice glicêmico, a insulina consegue metabolizar a glicose sem dificuldades. 

#3 Bom humor 

Os carboidratos da dieta slow carb possuem baixo índice glicêmico, como apontamos antes. E eles se associam à produção de serotonina, um dos 4 hormônios das felicidades. Seu bom humor agradece.  

Isso é, inclusive, um dos motivos pelos quais algumas pessoas escolhem a slow carb ao invés da low carb. Uma dieta low carb restrita pode causa uma baixa no humor por desregulação na produção desse hormônio.  

E o que dizer daquela sensação maravilhosa (que, na verdade, é péssima logo em seguida) que nos toma quando consumimos muito açúcar?  O pico glicêmico provoca uma sensação de energia e bem estar, né? Mas por pouco tempo. Os índices caem bruscamente e causam desânimo, fadiga, cansaço. 

A melhor opção é, sem dúvidas, ter um humor mais equilibrado.

 

Pra fechar aqui…

Adotar uma dieta slow carb pode trazer muitos benefícios. O importante, porém, é ter em mente que a reeducação alimentar é a chave da perda de peso saudável. Aliada a bons hábitos, como o consumo de chás deliciosos, como o Desinchá, é mais fácil perder as gordurinhas indesejadas. 

Desinchá sabores

Pasta de amendoim é aquela comidinha versátil, que vai super bem com frutas, em shakes, em panquecas, sanduíches, pura e em diversas receitas. Ela é vegana, sem glúten, sem lactose. Ou seja: sem defeitos. Só que muita gente ainda tem dúvida sobre como escolher a melhor opção. É o seu caso? 

Se sim, esse texto foi escrito PRA VOCÊ. 

pasta de amendoim


PASTA DE AMENDOIM: COMO ESCOLHER 

Pra começo de conversa, no mundo ideal, a pasta de amendoim é integral e tem UM ingrediente (adivinha qual??) Acontece que nem todo mundo gooosta da pasta de amendoim sem mais nada além do amendoim. Por isso, dê preferência a opções que tenham até 2 ingredientes: amendoim e sal ou algum adoçante natural como xilitol. 

Existem outras opções ainda que adicionam outras coisas em busca de mais sabor. Desde que esses sejam ingredientes naturais de alta qualidade (como canela, cacau, açaí, gengibre…), tudo bem. Por isso é sempre importante olhar bem a lista de ingredientes e também a tabela nutricional. 

Vale até comparar as opções disponíveis no mercado ou empório onde você for. 

Se encontrar algum ingrediente impronunciável ou que você não reconhece de cara, desconfie!  

Sobre a lista de ingredientes você já sabe… 

Agora sobre a ficha nutricional: ela não deve ser muito diferente das informações abaixo (para 15g). 

Carboidratos: 2,5g 

Proteínas: 3g 

Gorduras totais: 8g 

Gorduras saturadas: 1,2g 

Fibra alimentar: 1,2g 

 

QUER PREPARAR SUA PRÓPRIA PASTA DE AMENDOIM? 

Essa também é uma opção, viu? Por levar pouquíssimos ingredientes, é super simples (e ainda mais saudável) preparar uma pasta de amendoim caseira deliciosa.  

Além de sair mais em conta, e você pode fazer uma pasta com uma qualidade superior à maiora das opções no mercado.

Você só vai precisar: 

  • Um processador de alimentos 
  • Amendoim (de preferência cru e já descascado) 

Assim você pula o processo de descascar, que pode ser mais trabalhoso. Só não vale pegar aqueles amendoins cheios de óleo vegetal, ok? 

Como preparar: 

  1. Torre o amendoim de leve 
  1. Bata no processador até chegar na consistência de pasta 
  1. Você também pode adicionar cacau, canela, algum adoçante natural ou outro ingrediente saudável pra dar um gostinho a mais (Uma dica é misturar os temperinhos depois de bater o amendoim. Assim você pode variar e criar vários sabores, hmm) 

E depois disso é só se deliciar! Por aqui, a gente AMA banana com amendoim (um clássico!), colocar um pouquinho na vitamina ou no pão com geleia. 

Quer algumas dicas de receitinhas pra harmonizar? 

 E aí, agora que você já sabe como escolher (ou fazer) a opção perfeita de pasta de amendoim, como vai comer essa delícia?

A boa notícia é qualquer uma dessas receitinhas fica uma delícia acompanhada adivinha de quem…

Desinchá sabores

Você já ouviu falar sobre a dieta dukan?

Em busca de saúde e bem estar, sempre gostamos de mostrar para você aqui no blog maneiras e dicas de como atingir nossos objetivos sem que nossa saúde seja afetada, sem neuras nem restrições. Por isso quando pediram pra falarmos sobre a dukan, fomos atrás das informações.

Mas antes, deixa eu te contar uma coisa…

A busca pelo corpo perfeito já é um assunto que recorre muitas rodas de conversas há muito tempo (mesmo). Com essa necessidade de mudança e reeducação alimentar, surgem muitas ditas dietas da moda, que são mirabolantes e prometem um emagrecimento rápido, que muitas vezes pode ser ineficaz. 

Bom, a dieta dukan é muito famosa. Inclusive ela chegou a ser uma febre nos anos de 2010. Basicamente, ela consiste somente na ingestão de proteínas. Vamos mais a fundo sobre o que essa dieta pode nos proporcionar de bom e por que devemos ficar em alerta em relação a ela. 

Vem comigo! 

dieta dukan 

O QUE É A DIETA DUKAN? 

Também conhecida como a “dieta da proteína”, ela foi criada pelo médico francês Dr. Pierre Dukan com o livro ‘Não consigo emagrecer’ publicado em 2000 na França, se tornando best seller alguns anos depois.  

E como funciona? Bom, a dieta dukan é dividida em 4 fases. Ela promete uma perda de 5kg na primeira fase, onde a alimentação é somente composta por proteínas à vontade. Ou seja: vale todo tipo de carne, ovos, proteínas de origem vegetal como cogumelos, mas nada de verduras ou laticínios. 

Na segunda fase da dieta é possível introduzir alguns legumes e verduras, porém ainda com uma ingestão controladíssima de carboidratos.  

Na terceira fase já são permitidas 2 porções de frutas ao dia, 2 fatias de pão integral e 40g de qualquer tipo de queijo.  

Já na última e quarta fase, o médico indica que se deve fazer 1 vez por semana a dieta restrita em somente proteínas, e nos outros dias, ingerir 3 colheres de farelo de aveia por dia.  

Um pouco restritiva demais, não acha? 

 

QUAIS SÃO AS VANTAGENS? 

De fato, ocorre a perda de peso, principalmente quando pensando a curto prazo. Isso acontece devido à dieta dukan ser muito restrita no consumo de calorias. Isso causa um emagrecimento rápido nas fases iniciais, mas não necessariamente saudável. 

Em média, o consumo calórico diário nas 3 primeiras fases da dieta fica ao redor de 1000 calorias por dia. É o suficiente para uma perda de 0,5 a 1 kg por semana na maioria das pessoas.  

Mas é claro… ingerindo 1000 calorias por dia, provenientes de qualquer alimento, quem não vai emagrecer? A dieta não possui estudos científicos apontando benefícios a longo prazo. O que muitas vezes acontece nestes casos é realmente o emagrecimento em curto prazo, e logo depois de uma recaída, o reganho do peso, o que chamamos de efeito sanfona. 

 

ENTÃO QUAIS AS DESVANTAGENS? 

Analisando a dieta do Dr. Dukan em relação aos nutrientes (carboidrato, proteína, lipídio, fibra, vitamina A, D e colesterol total), temos os carboidratos com a menor quantidade na dieta, totalizando 25,76g por dia. Sendo considerada uma dieta restrita, sem orientação e acompanhamento profissional, ela pode ocasionar diversos problemas de saúde.  

É possível afirmar também, que quando acontece a volta da ingestão de carboidratos, nosso corpo fará com que o peso seja recuperado rapidamente (como expliquei acima). Novamente uma dieta com reganho de peso… não seria melhor pensarmos em estratégias nutricionais que nos favoreçam a longo prazo? Como uma reeducação alimentar saudável e com acompanhamento?  

Toda e qualquer dieta que se restringe em uma pequena variação de alimentos, vitaminas e minerais, terá um resultado temporário. O que temos que levar em consideração são nossa saúde e as limitações do nosso corpo. E não quero dizer somente em limitações físicas, mas sim que o seu organismo muitas vezes não se adapta com mudanças muito drásticas na alimentação. 

Seu corpo é seu maior santuário. Cuide dele com sabedoria e carinho

Desinchá

Ao invés de seguir uma dieta saudável, o que mais a gente escuta por aí é gente recorrendo a junk food nesse período de quarentena.

“Vou voltar desta quarentena uma bola!” Com certeza você já deve ter escutado ou até dito essa frase neste tempo atípico que estamos vivendo. Este isolamento social (necessário evitarmos e nos prevenir contra contágio do coronavírus, preservando nosso sistema de saúde) afeta nosso psicológico e o físico também.  

Essa mudança repentina na rotina de muitas pessoas no mundo, fez com que várias áreas da vida sofressem alterações, inclusive e principalmente a diferença na balança…  

E é para isso que vim ajudar você a não cair nas tentações desse momento, onde ficar beliscando comidinhas é muito tentador. 

dieta saudável 

ANSIEDADE E ESTRESSE DENTRO DE CASA 

A convivência excessiva entre as pessoas da sua casa, brigas familiares, o estresse de trabalhar de forma remota (quando muita gente ainda não construiu esse hábito), a oscilação da internet e o fato de não poder sair de casa para nada, podem causar ansiedade e estresse, sim.

O que talvez você não sabia, é que certos alimentos podem piorar a ansiedade e outros podem amenizá-la.  

Importante ressaltar que primeiramente deve-se manter os níveis de açúcares estáveis no sangue, com a distribuição de pequenas refeições ao longo do dia. Exatamente, a quarentena não é momento para dietas restritivas ou esquecer de comer.

Uma dieta contra ansiedade deve incluir alimentos ricos em: magnésio, ômega-3, fibras e triptofano. Esses alimentos ajudam a regular a flora intestinal e aumentar a produção de serotonina, o hormônio do bem estar.

Para amenizar esta sensação, priorize o consumo destes alimentos abaixo:

– Ômega-3: atum, salmão, sardinha, linhaça, chia, castanhas e abacate;
– Magnésio: chia, castanhas, banana, alcachofra, espinafre, beterraba, iogurte natural e cereais integrais, como o arroz integral e aveia;
– Triptofano: carnes, frango, peixe, ovos, banana, queijo, cacau, chocolate amargo e amendoim;
– Vitaminas do complexo B: arroz integral, aveia, e em outros alimentos como banana, espinafre e outros vegetais verdes;
– Vitamina C e flavonoides: frutas cítricas, como laranja, abacaxi e tangerina, chocolate e vegetais frescos; 


Alimentos que podem piorar a ansiedade e devem ser evitados:
– Bebidas açucaradas, como sucos industrializados, refrigerantes e energéticos;
– Farinha branca, bolos, biscoitos, salgados e pães brancos;
– Cafeína em excesso, presente no café, chá mate e chá preto;
– Bebidas alcoólicas;
– Cereais refinados, como arroz branco e macarrão branco;
– Gorduras ruins, como as encontradas em salsichas, linguiças, presunto, mortadela, biscoitos recheados e fast food; 

 

FOME EMOCIONAL 

Muitas vezes, quando o tédio nos consome e não temos muito como nos ocupar, recorremos à uma boa e velha amiga: a comida. Ou melhor… o doce. O que na verdade é chamado de fome emocional, é aquela fome seletiva, normalmente que pede um docinho. Uma boa forma de identificar isso é que na fome fisiológica, a barriga ronca, e você comeria qualquer coisa! 

E como podemos evitar que essa fome emocional nos consuma e não cairmos na tentação dos vários lanchinhos processados? 

  • Coma salada antes das refeições principais. Assim seu estômago já entende que precisa trabalhar. Desse jeito você também “engana” seu cérebro. Parece que você come mais dividindo a refeição em vários pratinhos do que se salada estivesse junto da comida. 
  • Mastigue bem para melhorar a digestão dos alimentos.
  • Escolha alimentos volumosos ricos em fibras e água, como as frutas, vegetais e legumes.
  • Evite o açúcar. Ele pode enganar essa fome, mas o açúcar refinado de alimentos como biscoitos recheados é rapidamente absorvido e digerido no organismo, fazendo com que sua fome volte mais rápido.
  • Beba água.
  • Durma bem, pelo menos 8 horas de sono.

 

UMA DIETA SAUDÁVEL AJUDA A FORTALECER SUA IMUNIDADE 

Com um vírus desse espalhado pelo mundo, precisamos ficar atentos com a nossa imunidade para que possamos nos prevenir cada vez mais (além de lavar muito bem as mãos, evitar aglomerações e contato físico). 

Aqui vão algumas orientações para mantermos nossa imunidade em dia: 


– Tomar muita muita muita água! Não esqueça de se hidratar, tomando pelo menos 2 litros de água por dia
– Aumentar o consumo de alimentos ricos em vitamina C (ex: limão, laranja, goiaba, kiwi, morango, brócolis, pimentão…)
– Consumir esses alimentos citados acima, junto com as grandes refeições principalmente almoço e jantar
– Não cortar os alimentos energéticos: carboidratos de boa qualidade e gorduras de boas fontes
– MUITA moderação no consumo de alcóolicos e nos açúcares. Em excesso eles debilitam a imunidade
– Incluir alimentos antiinflamatorios como própolis, cúrcuma, gengibre no dia a dia
– Evitar períodos muito longos em jejum
– Lavar bem as mãos sempre que chegar em casa e antes de consumir os alimentos
– Evitar na medida do possível noites mal dormidas, não dormir pouco, no mínimo de 7-8 horas por noite, para descansar e não estressar o corpo baixando a imunidade 

 

EXERCÍCIOS EM CASA 

Sim… Eu sei que o foco desse post é uma dieta saudável, mas ainda assim é super importante falar dos exercícios. Seu corpo precisa de movimento. Mesmo com as academias fechadas, não é motivo de desculpa para não se exercitar!  

Qualquer atividade é melhor do que nenhuma: aposte nos aplicativos de treino e dê uma chance aos circuitos feitos só com o peso do corpo ou com acessórios como elásticos.  

Ah! Falando em exercícios em casa, você já ouviu falar do Desafio Desinchá 60 dias? Lá temos um personal trainer que passa ótimos treinos para queimar gordura dentro de casa.

 

VOLTANDO À DIETA SAUDÁVEL… HORA DE IR AO MERCADO!

Neste momento devemos pensar em alimentos leves, que tenham  maior durabilidade, que não sejam processados com baixo valor nutricional. 

Para mantermos nosso estoque de proteínas, o ideal é comprar carnes magras, como frango ou peixe e comparar o necessário para pelo menos 7 dias. O ideal para fazer com que elas durem mais na sua casa, é você congelar já as porções certinhas. É importante lembrar que uma vez descongelado, não se pode congelar novamente, por isso é importante fazer as porções para uma refeição. 

Alimentos não perecíveis como arroz integral, feijão, grão de bico, lentilha, entre outros, são essenciais também. Pelo fato de durarem mais na dispensa e não serem necessários comprar muitas vezes por semana – como os vegetais – eles são ótimos aliados à sua alimentação. 

Falando em vegetais… Você sabe armazenar bem suas folhas? O ideal para que a sua alface ou salsinha não apodreçam é armazená-las com um papel toalha semi-úmido por cima para que mantenham a crocância da folha e não perca seu frescor.

Ah! Algumas folhas – como a couve – podem ser refogadas e congeladas também, sem problemas.

Importante aviso para hora do mercado: não estoque comida. Compre apenas o necessário para que não falte para as outras pessoas. Em tempos como estes, é importante unir forças. 

Acho que depois de tanta dica, ficou fácil de manter sua dieta saudável dentro de casa, né? 

 

POR NUTRICIONISTA VITÓRIA CAMPOS 

 

Desinchá