Quem não ama festa junina? Tem gente (oi!) que conta os dias para junho chegar, trazendo junto aquele friozinho e as comidas deliciosas de um arraiá. Pamonha, carne louca, quentão, caldo verde, canjica, bolo de milho, pé de moleque… Affff. 

Como deixar seu arraiá mais saudável (com receitas!)

Falando nas guloseimas juninas, elas têm como seus principais ingredientes: amendoim, milho, abóbora, mandioca e coco, que são alimentos ricos em nutrientes e que fazem parte de muitas preparações saudáveis. O problema é a quantidade de açúcar e gordura que essas receitas levam. ☹ 

Para te ajudar a curtir esse mês festivo num clima mais “meu corpo é um templo”, trouxemos algumas receitas típicas em versões mais saudáveis, menos calóricas e ainda com aquele gostinho de festa junina que você conhece.  

Nessa seleção temos receitas sem lactose, sem glutén, veganas e vegetarianas, adoçadas com substitutos do açúcar como adoçantes naturais, açúcar mascavo ou de coco. Vamos lá?  

 

S/LACTOSE – S/GLÚTEN – VEGANO 

QUENTÃO DIET DESINCHÁ 

Ingredientes 

  • 4 sachês de Desinchá 
  • 1/2 copo de suco de maçã (100 ml) 
  • 2 copos de água (500 ml) 
  • 3 col. (sopa) de adoçante próprio para forno e fogão 
  • Sumo de 1 limão 
  • Casca de 1 laranja (sem a parte branca) 
  • 4 rodelas de gengibre 
  • 2 unidades de canela em pó 
  • 4 unidades de cravo-da-índia 

 

Modo de preparo 

  1. Em uma panela, junte o adoçante, o limão, a casca da laranja, o gengibre, a canela e o cravo. Leve ao fogo brando e misture até dissolver o adoçante 
  1. Prepare seu Desinchá na água quente 
  1. Adicione o suco de maçã e o Desinchá  
  1. Ferva por 10 minutos e sirva quente 

 

 

S/LACTOSE – S/GLÚTEN – VEGANO 

PAMONHA DOCE FIT 

Ingredientes 

• 10 espigas médias de milho

• 1 xícara (chá) de açúcar mascavo ou açúcar de coco

• 1 xícara (chá) de leite de coco

• 1 pitada de sal

• 1 colher (chá) de canela em pó

• 5 litros de água (para ferver a pamonha)

 

Modo de Preparo 

  1. Limpe o milho e guarde as palhas 2
  2. Rale as espigas, raspando bem os sabugos.
  3. Bata os grãos no liquidificador ou no mixer de alimentos
  4. Misture o leite de coco, o açúcar, o sal e a canela, mexendo bem
  5. Quando a mistura estiver homogênea, coloque-a dentro da palha de milho e faça uma trouxinha, amarrando com barbante
  6. Ferva os 5 litros de água e coloque a pamonha dentro da panela
  7. Deixe cozinhar por cerca de 45 minutos ou até começar a sentir aquele cheirinho de milho cozido.

 

S/LACTOSE – S/GLÚTEN – VEGANO 

PÉ DE MOLEQUE 

Ingredientes 

  • ½ xícara de açúcar de coco
  • ½ xicara de melado de cana
  • 1 xícara de água
  • 1 xícara de amendoim torrado sem sal e sem casca
  • ½ xícara de castanha-de-caju
  • ½ xícara de amêndoas
  • Óleo de coco para untar

Modo de Preparo 

  1. Em uma panela, aqueça o açúcar, o melado e a água em fogo baixo
  2. Quando formar uma calda, acrescente os demais ingredientes e mexa bem até engrossar
  3. Coloque a mistura em uma forma com papel manteiga untado com óleo de coco, espalhe bem
  4. Leve à geladeira por 1 hora
  5. Em seguida, corte o pé de moleque em pedaços e sirva.

 


S/LACTOSE – S/GLÚTEN – VEGANO
  

PIPOCA FUNCIONAL COM CÚRCUMA E ALECRIM 

Ingredientes 

  • 3 col. (sopa) de óleo de coco extravirgem 
  • 1 ramo de alecrim fresco 
  • 1 xíc. (chá) de milho para pipoca 
  • 1/3 col. (café) de cúrcuma moída 
  • Pimenta do reino a gosto 
  • Sal do Himalaia a gosto 

 

Modo de Preparo 

  1. Em uma panela, coloque o óleo e o ramo de alecrim. Deixe refogar, por aproximadamente, 40 segundos 
  2. Acrescente o milho para pipoca  
  3. Movimente a panela tampada em sentido circular para os grãos deslizarem e não queimarem. 
  4. Deixe no fogo até estourar todo o milho 
  5. Depois de pronto, tempere com a cúrcuma, a pimenta e o sal

 

ARROZ DOCE INTEGRAL 

Ingredientes 

Modo de Preparo 

  1. Deixe o arroz de molho na água quente por 1 hora. Escorra 
  2. Adicione água novamente no arroz, até cobrir, e cozinhe em fogo baixo 
  3. Acrescente o leite, o leite de coco, o coco ralado, o adoçante, a canela em pau e o cravo 
  4. Cozinhe em fogo baixo, mexendo de vez em quando, até engrossar 
  5. Tire do fogo e polvilhe a canela em pó. Sirva morno ou gelado 

 

S/LACTOSE – S/GLÚTEN – VEGANO 

BOLO DE MILHO SEM GLÚTEN 

Ingredientes 

  • 200 gramas de milho verde congelado*
  • 3 ovos inteiros (retirar a pele da gema)
  • 01 xícara (chá) de água
  • 01 xícara (chá) de farinha de aveia sem glúten
  • ½ xícara (chá) de linhaça dourada
  • 01 xícara (chá) de açúcar de coco
  • 04 colheres (sopa) de óleo de coco
  • 01 colher (sopa) de fermento em pó químico 

Modo de Preparo 

  1. Bater no liquidificador o milho verde já descongelado, com os ovos, a água e o óleo de coco até que fique um creme homogêneo, reserve
  2. Misture em um outro recipiente a farinha de aveia, a linhaça dourada e o açúcar
  3. Acrescente a massa que estava no liquidificador, até que todos os ingredientes estejam bem incorporados, acrescentando por último o fermento
  4. Despeje toda a massa em uma forma redonda com um buraco no meio untada e enfarinhada
  5. Leve ao bolo de milho ao forno pré-aquecido com temperatura de 180ºC por aproximadamente 35 minutos

*Para preparar o bolo de milho de lata, basta utilizar uma lata de milho em conserva (200 gramas) escorrida, no lugar do milho congelado. 

 

Gostou? Experimente fazer para levar na festa junina da empresa, ou para comer entre amigos e familiares. 

Por um junho mais saudável e nutritivo! 😊 

Se um único nutriente proporciona os mais diversos benefícios à saúde, imagina quando eles estão unidos, potencializando suas forças? Para que esses alimentos tenham química, eles precisam dar match, certo? Aqui vamos esclarecer quais nutrientes criam a melhor sinergia alimentar, e quais você deve arrastar pra direita e recusar esse match.

Mas antes deixa eu me apresentar. Sou a Vitória Campos, nutricionista aqui na Desinchá. Agora indo direto ao assunto… Quando juntamos vários nutrientes e alimentos na nossa refeição, suas propriedades e nutrientes absorvem suas melhores qualidades, auxiliando os processos e funções do nosso organismo.

Isso acontece devido à biodisponibilidade: existem alimentos que, juntos, aumentam a biodisponibilidade de cada um, e outros que são melhores separados.

Ok, nutri! Mas o que é biodisponibilidade? 

É o percentual de aproveitamento de uma substância pelo organismo (por exemplo: quanto conseguimos absorver dos nutrientes dos alimentos ou das propriedades dos medicamentos). Ou seja: o quanto nosso corpo está aproveitando cada uma dessas substâncias.

Fatores que afetam a biodisponibilidade incluem a concentração e a forma química do nutriente, a alimentação de uma forma mais geral, a saúde do indivíduo e as perdas por excreção. 💩  

MATCH DE ALIMENTOS: quais dão certo e quais evitar?

Tá, mas e aí… 

 

Quais nutrientes dão match? 

Ferro + Vitamina C  

Se você for como eu, deve ter pensado imediatamente naquela feijoada bem temperadinha, servida com bastante couve refogado e umas rodelas de laranja ao lado. E olha, essa combinação é puro 💚 
 
Os aminoácidos essenciais (fragmentos de moléculas que, juntas, formam a proteína), o ferro do feijão e a vitamina C presente na laranja e na couve, aumentam e potencializam a absorção de ferro pelo nosso corpo. O único efeito colateral aqui é se deliciar e exagerar na dose.

Fontes de Ferro: carnes (vermelhas e brancas), feijões, lentilha, ervilha e vegetais verde-escuros. 

Fontes de Vitamina C (ácido ascórbico): Limão, acerola, laranja, damasco, kiwi e morango. 

Dica de um match de sucesso: salada de couve temperada com limão frango ao molho de laranja 

 

Cálcio + Vitamina D + Vitamina C 

Vitamina D é um mineral super importante, mas que a gente não consegue absorver tão facilmente sem ajuda de outros ingredientes. O que pode ajudar nessa absorção é a junção dela com o Cálcio e a Vitamina C. 

O Cálcio e a Vitamina D têm o papel de garantir o metabolismo do tecido ósseo e muscular. Além disso, você sabia que a Vitamina D é a única vitamina que é produzida pelo nosso corpo? E o que contribui para isso é a nossa exposição ao sol, cerca de 15 a 20 minutinhos por dia.
 

Fontes de Cálcio: leites e derivados (iogurtes/queijos, requeijão), gergelim, espinafre e aveia. 

Fontes de vitamina D: salmão, ovo, óleos de peixes, sardinha, fígado. 

Dica de um match de sucesso: salmão + gergelim e ovo cozido + espinafre.

 

Licopeno + Gorduras Poliinsaturadas ou Monoinsaturadas 

Licopeno, pra quem não conhece, é uma substância carotenoide que dá a cor vermelha ao tomate, melancia, goiaba, entre outros alimentos. Ele é um poderoso antioxidante que combate diversos danos causados por radicais livres às nossas células.

As gorduras poli-insaturadas (azeite de oliva) e monoinsaturadas (abacate) ajudam na absorção do licopeno. Ou seja: juntar azeite de oliva e tomate em uma salada, ou preparar guacamole (receita que leva tomate e abacate), além de receitinhas deliciosas e saudáveis, ajudam a aumentar a biodisponibilidade do licopeno em nosso corpo

Fontes de licopeno: tomates, melancia, goiaba, mamão, pitanga, caqui. 

Fontes de gorduras poliinsaturadas e monoinsaturadas: azeite de oliva, óleo de milho, girassol, castanhas, nozes, amêndoas, abacate. 

Dica de mais um match de sucesso: goiaba + castanha, mamão + nozes, caqui + amêndoas. 

 

Vitamina A + Zinco 

O Zinco está presente no transporte de Vitamina A do fígado para os tecidos do corpo. Logo, esses dois agem com muito mais eficiência quando estão juntos. 

Por exemplo: uma vitamina de mamão (Vitamina A) e linhaça (Zinco) não só têm seus nutrientes mais facilmente absorvidos, como também são fontes de fibras insolúveis (que ajudam no funcionamento do intestino). Sem falar que a linhaça ajuda a diminuir o pico de glicemia causado pela frutose do mamão. 

Em outras palavras: match dos sonhos.

Fontes de Zinco: ostras, carne vermelha, peru, fígado, semente de abóbora, amêndoa, amendoim, castanha-do-pará  

Fontes de Vitamina A: origem animal (leite e derivados, ovos, aves e fígado) e origem vegetal (couve, espinafre, brócolis, rúcula, abóbora, cenoura, manga e batata doce) 

Dica de um match de sucesso: creme de abóbora e semente de abóbora, carne + couve/espinafre, iogurte + castanhas 

E tudo isso parece ótimo, né? Mas só lembrando que alguns ingredientes não combinam tanto assim… Então é sempre bom pensar no que fazer, mas também no que evitar. Vamos a eles.

 

Quais alimentos não dão match? 

Ferro + Cálcio 

Essa pode chatear muita gente, mas a combinação desses nutrientes não é bem absorvida quando juntos😥  
 
Mas por queeee, Vitória? 
 
Bom… O Cálcio(presente no leite e queijos) compete com o Ferro (presente na carne) e esses nutrientes acabam com a sua biodisponibilidade reduzida, pois nenhum é absorvido de forma eficaz.  
 
Me desculpem, amantes do cheeseburguer e do estrogonofe…

 

Vitamina C + Cálcio 

Essa combinação é um pouco controversa. Em algumas situações, ela pode diminuir a absorção do cálcio dos alimentos. Alguns vegetais ricos emfibras (que são fontes de Vitamina C)oxalatos e fitatos – como o espinafre – atrapalham a absorção do cálcio.  
Pois é… Aquele morango ao leite NÃO É sua melhor opção de vitamina. Que tal usar a banana ou o abacate no lugar? 

 

Zinco + Ferro 

Estes juntos diminuem a biodisponibilidade do Zinco por conta da competição entre os dois na hora da absorção. Vamos nos atentar as fontes de Ferro e Zinco e tentar não combinar eles na mesma refeição?  
 
Sei que é difícil para algumas pessoas evitarem a carne junto do feijão, mas em alguns momentos, por que não substituí-la por um ovinho estrelado? 
 
Assim como um match pode ser perfeito e ter muita química (literalmente), outros nem tanto. O legal disso é poder fazer diferentes combinações na nossa dieta que podem ser benéficas para o nosso organismo.  
 
Ah! é importante não deixar de comer os alimentos que gostamos juntos e literalmente banir alguns pratos, mas é sempre bom entender que as vezes é melhor andar sozinho do que mal acompanhado 😉 

 

REFERÊNCIAS: 

COZZOLINO, Silvia M. Franciscato. Biodisponibilidade de Nutrientes. São Paulo: Manole, 2015. 

Aqui neste singelo espaço levantamos algumas bandeiras relacionadas a saúde, principalmente sobre alimentação e lazer.  

Já fizemos até uma análise cultural sobre bolo de cenoura, além dos diferentes tipos de dietas que são tão discutidas hoje em dia e alguns benefícios de alimentos que não estamos acostumados a consumir. Com relação ao lazer, já demos dicas dos mais diversos tipos de programas saudáveis para se fazer. Inclusive eventos da própria Desinchá. 😉   

Mas dessa vez farei um pouco diferente, querido leitor. Hoje, alimentação e lazer estarão juntos em um texto feito única e exclusivamente para que você aproveite bem o melhor dos dois, por mais que a parte de alimentação seja só pra ver, não pra comer.  

Então vamos falar sobre isso usando como ponto principal o queridinho dos jovens e de outras idades também: Netflix.  

O serviço de streaming possui uma série de documentários sobre alimentação saudável que podem ser tanto uma porta de entrada quanto uma virada definitiva no pensamento para uma alimentação saudável. Alguns focam nas indústrias de alimentos e farmacêuticas, outros na cultura e outros nos hábitos. Mas todos concluem a mesma coisa: nós precisamos urgentemente buscar outros meios para uma alimentação melhor.

6 documentários sobre alimentação saudável na Netflix

Então vamos lá:  

WHAT THE HEALTH 

Este é um documentário que examina a conexão entre alimentação, doenças e os bilhões de dólares que circulam entre o sistema de saúde, a indústria farmacêutica e alimentar. 

WHAT THE HEALTH 

 

ESCOLHAS ALIMENTARES (FOOD CHOICES)  

Esse documentário fala sobre os problemas que surgem das nossas escolhas alimentares, tanto para a nossa saúde quanto para o meio ambiente. Ou seja: doenças e mudanças climáticas. 

Food Choices (6 documentários sobre alimentação saudável na Netflix)

 

ROTTEN 

Esta série documental fala sobre a crise na indústria alimentícia, abordando o lucro, as fraudes e como sobrevivem os pequenos fazendeiros. Seja pelo mel adulterado por empresas chinesas ou um esquema de privatização da pesca nos Estados Unidos, o documentário mostra a importância de conhecermos a origem e a composição dos alimentos que vão para nossos pratos

ROTTEN

 

FED UP  

O tema central desse documentário é a obesidade, principalmente infantil, nos Estados Unidos. E mostra como o principal culpado por esse problema é a indústria alimentícia. Com histórias de personagens, entrevistas com profissionais da saúde e dados sobre a doença, o documentário expõe os perigos de uma alimentação rica em açúcar e da vida sedentária

FED UP (6 documentários sobre alimentação saudável na Netflix)

 

COOKED  

Inspirada no livro de Michael Pollan “Cozinhar, uma história natural da transformação”, esse documentário é dividido em 4 episódios: fogo, água, ar e terra. Ele tenta chamar a atenção das pessoas para que saibam o que estão comendo. Afinal, a melhor forma de se conhecer o que come é cozinhando.  

Cooked

 

FAT, SICK AND NEARLY DEAD 

Aqui acompanhamos 60 dias do Joe Cross na busca por uma vida mais saudável. Nesse período ele muda radicalmente seus hábitos alimentares por uma dieta extremamente nutritiva. Ao longo do filme, vemos os resultados das mudanças que a boa alimentação traz e o seu poder de cura, controlando naturalmente problemas como pressão alta, colesterol, diabetes e outras doenças relacionadas ao estilo de vida adepto ao junk food e ao sedentarismo. 

FAT, SICK AND NEARLY DEAD 

Então prepare seu Desinchá (é melhor você não comer pipoca enquanto assiste esses documentários sobre alimentação saudável) e veja esses diversos estudos e experiências, junto com alguns relatos emocionantes, sobre saúde e alimentação. Tudo no conforto da sua casa! 😉  

Assinatura Desinchá

 

A maioria das pessoas que procura uma vida mais saudável acredita que, para isso, é necessário parar de comer carne. Só que muitos desistem desse Projeto Veggie antes mesmo de começar, por achar que não dá para substituir a carne. Mas vou te contar um segredinho: isso está BEM LONGE de ser verdade.

Dá pra substituir a carne na dieta?

Já falei aqui sobre minha mãe ser nutricionista, e vou revelar agora mais uma fofoca sobre minha vida familiar: ela também é vegetariana. Ou seja, faz parte daqueles 14% da população que não come bichinhos. 

E pasmem! Essas pessoas se alimentam super bem e são saudáveis. Mas você pode estar se perguntando: “Como uma pessoa que não come carne pode ser saudável sem consumir os nutrientes que encontramos nessa proteína?” Pois eu te digo, meu caro amigo, que você está equivocado. 

A carne vermelha realmente é uma excelente fonte proteica e de vitaminas, além de conter todos os aminoácidos essenciais para o corpo humano. Mas não é a única. O ser humano não necessita de carne para viver bem, contanto que substituam essa proteína por outros alimentos que tragam o mesmo valor nutricional.

(Aí é que está O MAIOR ERRO de quem decide virar vegetariano: não é só TIRAR um tipo de alimento… Você também precisa ADICIONAR outros ingredientes à sua dieta.)

Claro… Esse processo vem acompanhado de muitas dúvidas. “Mas o que é que eu vou comer?”, “O que vou colocar no lugar?”, “Como vou ter uma boa saúde sem comer carne?”

Calma! A gente te ajuda. À princípio pode parecer mega complicado. Mas vamos te mostrar que optar por uma dieta sem carnes não é um bicho de sete cabeças como muitos pensam.

A carne vermelha possui proteínas e muitas vitaminas do complexo B, como as vitaminas B1, B2, B6 e B12, além de ferro, zinco e outros minerais. Através de uma dieta vegetariana podemos sim ter uma alimentação balanceada, com todos os nutrientes necessários para a manutenção da saúde.

Por exemplo: as leguminosas como grão de bico, feijões, as sementes de abóbora, gergelim e as castanhas, são alimentos ricos em proteínas e que contêm ferro. Já a vitamina B12, as únicas fontes confiáveis para vegetarianos são os ovos, queijo e leite (ou suplementação, no caso dos veganos).

Todos esses alimentos são capazes de substituir a carne no nosso organismo sem problema algum, sem contar que trazem muitos benefícios ao nosso corpo, nosso bolso e também ao planeta (porque os gases do gado só pioram o aquecimento global… Parece piada, mas é real).

Em média, as pessoas que comem carne consomem em torno de 40kg do produto por ano. E isso é muita coisa. Além de ser um alimento relativamente caro, quando consumido em excesso podem fazer mal à saúde, principalmente por ser difícil de digerir e aumentar o risco de doenças cardiovasculares.  

Para facilitar o seu entendimento sobre quais alimentos são bons para repor os nutrientes da carne, vou deixar uma tabelinha aqui em baixo para ficar ainda melhor (cortesia da minha mãe nutricionista, que já é quase funcionária aqui na Desinchá):

Alimentos que substituem a carne

 

Então é isso: dá para se manter saudável mesmo sem o consumo de proteína animal. E caso você ainda não tenha visto, aqui no site temos uma página com algumas receitinhas de-li-ci-o-sas que não fazem o uso de carne. 

Agora ficou fácil demais substituir a carne, certo?!  

Assinatura Desinchá

O colesterol em altos níveis no organismo é um importante fator de risco para doenças cardíacas. A boa notícia é que você pode reduzir estes níveis e, com isso, os riscos, incorporando certos alimentos em sua dieta diária. A ingestão destes alimentos é o melhor caminho para uma dieta equilibrada para assim manter o seu coração saudável. 

Colesterol: Mocinhos e vilões

O colesterol é um componente essencial das células de nossos corpos, dando força e flexibilidade às membranas celulares. Todo o colesterol necessário para o funcionamento de nosso organismo é produzido pelo fígado, mas também podemos introduzir mais colesterol em nossos corpos através de alimentos de origem animal, por exemplo. Cerca de 25% do colesterol no seu corpo provém de fontes alimentícias, o resto é produzido pelo seu fígado. Quando você consome colesterol extra seu corpo compensa reduzindo a quantidade que faz naturalmente. O mesmo vale para o oposto: se a ingestão de colesterol em sua dieta é baixa, seu corpo aumenta a produção do mesmo para que haja sempre o suficiente desta substância vital em nosso organismo. Daí a importância de uma dieta balanceada. 

E a diferença entre o colesterol bom e o ruim? Como o colesterol não se mistura bem com o sangue ele é transportado por partículas chamadas lipoproteínas, dentre elas temos lipoproteínas de baixa densidade e alta densidade, de onde vem as siglas LDL e HDL (Low Density Lipoprotein e High Density Protein). O LDL é muitas vezes referido como “colesterol ruim” por estar associado com o acúmulo de placas nas artérias, já o HDL, conhecido como “bom colesterol”, ajuda a eliminar o excesso de colesterol do seu corpo. 

Embora o colesterol encontrado nos alimentos possa impactar ligeiramente os níveis da substância no organismo, este não é um problema para a maioria das pessoas. Na verdade, pesquisas indicam que dois terços da população mundial demonstraram pouco ou nenhum aumento nesses níveis depois de comer alimentos ricos em colesterol, mesmo ingerindo esses alimentos em grandes quantidades. Os níveis de colesterol estão intimamente ligados a outros fatores além da alimentação, como a prática de exercícios regularmente, tabagismo e obesidade. Mas é claro que nem todo alimento rico em colesterol é saudável e, para ajudar você, separamos alguns mocinhos e vilões. 

Comer menos alimentos processados e preparar mais refeições em casa é a primeira dica. Pessoas com esse hábito normalmente apresentam menos gordura corporal e, por consequência, reduzem os fatores de risco de doenças cardíacas, como níveis de colesterol LDL elevado. Mesmo cozinhando em casa devemos nos manter atentos ao tipo de preparo: os alimentos fritos contêm altos níveis dessa substância e devem ser evitados sempre que possível. Eles são carregados de calorias e podem conter gorduras trans, que aumentam o risco de doenças cardíacas e são prejudiciais à nossa saúde de muitas outas formas. 

Carnes processadas, como salsichas, devem ter seu consumo limitados. O consumo exagerado de carnes processadas aumenta consideravelmente os riscos de problemas no coração e até mesmo do surgimento de alguns tipos de câncer como o de cólon, por exemplo. 

Outro vilão, para a tristeza de muitos, são as sobremesas. Biscoitos, bolos, sorvete, tortas e outros doces são alimentos pouco saudáveis que tendem a ter altos níveis de colesterol, açúcares, gorduras e calorias. Tais alimentos podem afetar negativamente a saúde geral e levar ao ganho de peso e, ao longo do tempo, à obesidade, um fator que gera o aumento do colesterol em nosso organismo. Somado a isso, esses alimentos são muitas vezes desprovidos dos nutrientes que o corpo precisa para estar em equilíbrio, tais como vitaminas, minerais, proteínas e gorduras saudáveis. 

Do lado oposto ao dos vilões temos uma gama de alimentos que possuem colesterol e são saudáveis, até mesmo indispensáveis, para uma boa saúde. Frutas e vegetais são primordiais: uma dieta rica em fibras é grande aliada no controle dessa gordura. Amêndoas e outras nozes também são excelentes, ricas em L-arginina, um aminoácido que ajuda o corpo a produzir óxido nítrico, que auxilia a regular a pressão arterial. Pesquisas mostram que o consumo de uma porção diária de nozes está ligado a um risco 28% menor de incidência de doenças cardiovasculares. Os vegetais de forma geral fazem muito bem à nossa saúde, mas os verde escuros são particularmente benéficos. Vegetais de uma cor verde mais escura, como couve e espinafre, contêm luteína e outros carotenoides que estão ligados a um menor risco de doença cardíaca. 

E o ovo? É vilão ou herói? Além de ser rico em colesterol, os ovos são uma excelente fonte de proteínas e nutrientes benéficos como vitaminas do complexo B, selênio e vitamina A. Os ovos são um dos alimentos mais nutritivos que podemos consumir, mas as pessoas muitas vezes os evitam por medo de que eles causem um aumento nas taxas de colesterol. No entanto pesquisas mostram que os ovos não afetam negativamente os níveis de colesterol e que quando ingeridos na dieta diária podem levar ao aumento nos índices de colesterol bom, o HDL. As pesquisas também mostram que comer de um a três ovos por dia é perfeitamente seguro para pessoas saudáveis. 

Assinatura Desinchá

O Desinchá só existe graças ao grande trabalho dos nutricionistas que estiveram com a gente durante o desenvolvimento do produto. Eles fazem muito pela saúde e pelo bem-estar de todos e ainda conseguiram um tempinho para nos ajudarem e seguir pelo mesmo caminho.  

O mínimo que poderíamos fazer é tentar retribuir tudo o que sempre fizeram por nós de alguma maneira!  

Nutricionistas, temos novidades para vocês!

E a nossa ideia é ajudar com duas frentes: o Desinchá Nutris e o NutrIndica 

O primeiro é uma página no Instagram exclusiva para vocês, nutricionistas! Nela, queremos divulgar um conteúdo exclusivo que seja relevante e acrescente no seu atendimento. E mais alguns mimos também!  

Já o NutrIndica é um formulário para os nutricionistas se cadastrarem e receberem cupons de desconto para a compra de Desinchá no site, tanto para eles (30% de desconto + frete grátis) quanto para os clientes (R$10 de desconto + frete grátis). 

Com essas duas páginas, queremos nos aproximar de vocês e ajudar a construir e divulgar o seu conteúdo também, gerando cada vez mais visibilidade. Afinal, disseminar conhecimento nunca é demais.  

Todas as informações que divulgaremos nessas páginas serão baseadas em pesquisas feitas com profissionais da área.  

Então, querido nutri, vem com a gente! Todos os conteúdos serão feitos com carinho pensando em te ajudar para atender cada vez melhor. 🙂  

É só acessar o link e responder o questionário, bem rapidinho: https://nutri.desincha.com.br/  

Obrigado!  

Assinatura Desinchá

Ao escutarem “vitamina C” as pessoas logo pensam em laranjas e acerolas ou em prevenção de resfriado, e elas não estão erradas. As frutas cítricas são grande fonte de vitamina C e nossas mães sempre nos disseram o quanto elas nos protegem da gripe. Mas essa vitamina é bem mais versátil e importante do que imaginamos: até para aquela dorzinha pós-treino ela pode ser muito útil. 

Talvez o fato de ingerirmos a quantidade necessária naturalmente em nossas dietas diárias e poucas pessoas terem carência de vitamina C faz com que saibamos pouco dessa importância. Por exemplo, sem ela as pessoas seriam acometidas de escorbuto! Você pode lembrar dessa doença de quando aprendeu sobre grandes navegações nas aulas de história, já que dois terços da tripulação de Vasco da Gama foi dizimado por ela na jornada de descoberta da via marítima para a Índia. Hoje essa doença é muito rara em países mais desenvolvidos. 

Vitamina C: Mitos e verdades

A vitamina C, ou ácido L-ascórbico, é solúvel em água e ao contrário de vitaminas lipossolúveis (solúveis em gordura), que tendem a ficar armazenadas principalmente em seus tecidos de gordura e fígado, seu corpo pode eliminar naturalmente pela urina caso você tome-a em excesso, o que não significa que vitamina C demais é bom. Exagerar com frequência pode levar a diarreia e inchaço abdominal. Cãibras e problemas gastrointestinais também podem ocorrer. Pesquisas atuais encontraram relação entre a ingestão de vitamina C em excesso e um certo tipo de pedra nos rins em homens, de modo que a suplementação da vitamina não é recomendada para aqueles que tem propensão ao aparecimento de cálculos renais. Mas não se assuste! Especialistas dizem que o fato de que a vitamina é solúvel em água torna uma superdosagem da mesma algo muito difícil de acontecer. 

Bom, que a vitamina C previne resfriados todos sabemos, mas curiosamente a sua fama é muito maior e mais forte do que indicam as pesquisas por traz deste fato. Uma revisão de cerca de 30 estudos sobre o assunto feita em 2013 mostrou que os resultados eram inconsistentes: alguns estudos mostravam que a ingestão baseada em uma dieta diária não ajudava a prevenir a doença na população em geral, outros mostraram que a vitamina C agia de forma positiva no tratamento de resfriados comuns. Seus benefícios como antioxidante natural, no entanto, são mais eficazes.  

Antioxidantes agem contra os danos dos radicais livres, que são moléculas geradas por seu organismo e que podem danificar suas células. Seu corpo está sempre gerando radicais livres, mas atividades como fumar ou tomar sol sem proteção potencializam o surgimento dessas células. Hábitos saudáveis como exercitar-se também aumentam a produção de radicais livres, apoiando pesquisas que mostram que essa vitamina pode ser útil para a recuperação de exercício intenso, agindo como anti-inflamatório natural, bloqueando a ação dos radicais livres. Também é fundamental para nossa pele e cabelos, bem como ossos e articulações, pois auxilia no processo de formação de colágeno

Novas pesquisas estão em andamento, e muitas mostram que essa vitamina pode ajudar de muitas outras formas: desde melhorar a absorção de nutrientes, como o ferro, até a prevenção de catarata (nosso olhos contém muita vitamina C, as pesquisam indicam que pessoas com dietas ricas em vitamina C são menos propensas a desenvolverem a doença). Algumas dessas pesquisas têm ligado o consumo de vitamina C com um menor índice de massa corporal e percentual de gordura corporal. 

Tudo bem, a vitamina C é muito importante e tem muitos benefícios, mas qual a melhor maneira de garantir uma boa quantidade no organismo? 

Seu corpo foi projetado para processar a vitamina C através de alimentos que a contenham naturalmente, portanto consumir esses alimentos em sua dieta diária para obter a maior parte do suplemento necessário de vitamina C (ou todo ele) é a melhor opção. A acerola e o camu-camu, uma fruta da Amazônia, são os alimentos com mais vitamina C, mas os índices são muito bons em alimentos como goiaba, pimentão, brócolis, couve de Bruxelas, kiwi, morango, laranja, caju, abacaxi, melão e frutas cítricas em geral.  

Agora que você está por dentro dos benefícios dessa vitamina tão presente em nossas vidas que por vezes não notamos sua importância, cuide-se! Consuma alimentos saudáveis que contenham a vitamina, lembrando de diversificar sempre, pois além das vitaminas e minerais, cada alimento possui seu próprio combinado de fitonutrientes e fitoquímicos. E já sabe: exagerou no exercício? Vitamina C. 

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Você já deve ter visto em alguma loja de suplementos ou até mesmo em farmácias, dentre tantos potes grandes e coloridos. Já pode ter ouvido falar, até mesmo usado alguma vez, mas você sabe o que é e o que faz o BCAA? O que significa seu nome? Vamos falar um pouco desse grande aliado quando o assunto é ganho de massa muscular e definição. 

Afinal, o que é BCAA? E para que serve?

O nome BCAA é uma sigla para Branched-Chain Amino Acids, em português Aminoácidos de Cadeia Ramificada. Dentre os 20 aminoácidos existentes, nove são essenciais para o nosso corpo (que não produz aminoácidos essenciais, o que significa que temos de ingerir através de nossa dieta). 

Os aminoácidos de cadeia ramificada (BCAA) são um grupo de três aminoácidos essenciais: leucina, isoleucina e valina. O corpo usa esses aminoácidos para produzir proteínas, as peças de construção de cada célula, tecido e órgão do corpo. Aminoácidos e proteínas também desempenham um papel crucial no metabolismo. 

O BCAA ativa um determinado caminho no corpo que estimula a síntese de proteínas musculares, que nada mais é do que o processo de “fazer músculo”. Estudos mostraram que pessoas que consumiram 5,6 gramas de BCAA após um treino de resistência tiveram um aumento de cerca de 22% na síntese de proteínas musculares em comparação com aqueles que consumiram um placebo. É importante dizer que, apesar dos resultados, o BCAA não chega ao máximo de seu potencial sem os outros aminoácidos essenciais, tais como aqueles encontrados na proteína do leite ou outras fontes de proteína completa. 

 Outro beneficio do consumo do BCAA é no tratamento daquela dorzinha depois do exercício. Não é incomum sentir-se dolorido um dia ou dois após um treino, especialmente se a sua rotina de exercícios é alterada. Esta dor é chamada de dor muscular de início tardio, costuma aparecer de 12 a 24 horas após o exercício e pode durar até 72 horas. Como o BCAA age para amenizar os danos nos músculos, sua ingestão pode acelerar a recuperação dos mesmos, tornando o desconforto causado pelos exercícios mais breve e menos intenso. 

Conforme mais pesquisas são realizadas, mais sabemos sobre esses aminoácidos, e algumas dessas pesquisas indicam que o BCAA pode ajudar aqueles que convivem com problemas no fígado. A ingestão do suplemento pode melhorar a qualidade de vida de pessoas com cirrose. Muitos estudos mostraram que tomar suplementos de BCAA pode oferecer proteção contra o câncer de fígado em pessoas com cirrose hepática. 

Por ser muito consumido entre os adeptos do fisiculturismo e aqueles que procuram um corpo sarado logo pensamos que suplementar a ingestão de BCAA é importantíssimo, até mesmo imprescindível para “ficar maior”, ou para uma melhor performance esportiva. Será? 

A maioria dos estudos mediram mudanças a curto prazo na síntese da proteína e muito pouco efeito a longo prazo na massa muscular. Poucos desses estudos analisaram os efeitos da suplementação de BCAA combinados a uma ingestão de proteína adequada, ou comparou o BCAA isolado com uma dose equivalente de BCAA de um suplemento de proteína de leite ou mesmo de alimentos naturais. 

É verdade que tomar BCAA antes e depois do treino pode reduzir o dano muscular e a dor, bem como acelerar a recuperação da função muscular, mas há pouca evidência sólida para dizer que os suplementos de BCAA oferecem alguma vantagem significativa sobre uma ingestão adequada de proteína de alta qualidade proveniente de alimentos ou de suplementos de proteína de leite. 

Obter o BCAA de fontes de proteína completa é muito mais benéfico, já que essas fontes contêm todos os aminoácidos essenciais para nosso corpo. Mas afinal, suplementos não são a única fonte de BCAA? Não! Na verdade, você pode se surpreender ao saber quanto BCAA você obtém a partir da sua dieta diária. Se a sua ingestão de proteínas for relativamente alta, e se essa proteína for proveniente de uma gama diversificada de alimentos (como frango, carne e leite), provavelmente você já está recebendo BCAA em abundância nas suas refeições. 

Alguns alimentos contém uma boa dose de BCAA, além do famoso shake de proteína (que, de acordo com pesquisas, contempla a quantidade necessária de BCAA para atingir os efeitos desejados): os ovos são a maior fonte natural do aminoácido na natureza, mas alimentos como o frango, a carne e o peixe (o salmão e o atum principalmente) também contém bastante. Produtos lácteos e de soja, bem como sementes e leguminosas, incluindo o feijão, a ervilha e a lentilha também são grandes fontes de BCAA.  

No fim, o BCAA se mostrou muito útil para ganho de músculos, diminuir a fadiga muscular e aliviar a dor. Eles também foram usados com sucesso em ambiente hospitalar na prevenção ou retardamento da perda muscular e para melhorar os sintomas de doenças hepáticas. 

Tomar o suplemento antes e depois de um treino ou prova física extenuante pode sim ajudar a prevenir lesões e reduzir o efeito pós exercício, mas tenha em mente que, provavelmente, a sua dieta diária (se balanceada e rica em proteínas) já lhe abastece com o suficiente desses aminoácidos essenciais, importantes de diversas formas para nossos corpos permanecerem saudáveis. 

Assinatura Desinchá

O sonho de qualquer pessoa que procura uma vida mais saudável é ter um nutricionista à sua disposição 24h por dia para poder se consultar sempre que der na telha (E de graça, né? Convenhamos…) Eu, particularmente, cresci ouvindo isso. 

Mas vou contar um segredinho para você: talvez ter um nutricionista assim tãããão próximo não seja o sonho que todo mundo pinta. Se você não acredita em mim, continue lendo esse texto que vou explicar tudo direitinho. 

Minha nutricionista, no caso, é a minha mãe. Ela se formou aos 40 anos, e a essa altura da vida, já tinha três filhas criadas + um marido (vulgo papai) que viviam falando sobre como queriam emagrecer / ter uma vida mais saudável / blablabla… O que falávamos não passavam de palavras jogadas ao ar. Nunca fazíamos nada para realmente mudar nossos hábitos.  

Trocadilhos à parte, isso era um PRATO CHEIO para uma nutricionista recém-formada que precisava colocar em prática o que havia estudado por tanto tempo. Dito e feito. Viramos os ratinhos de laboratório da nossa nutri particular. 

À princípio ficamos eufóricos e contentes de começar a nos alimentarmos de forma diferente, mas o que não imaginávamos era que começariam aí os Dias de Restrição (escrito assim com maiúsculas para você entender a grandiosidade da coisa – ou pelo menos eu aposto que a minha mãe via as coisas assim).
Como seria passar 24 horas com a sua nutricionista?

A tal história das porções 

Se você já foi em um nutricionista, sabe que quando ele te passa uma dieta, ele coloca os horários que você deve se alimentar e a quantidade de porções. 

Café da manhã:  

– 1 porção de frutas;
– 1 porção de proteínas;
– 1 porção de leite ou derivados;
– etc. 

Na minha casa era i-gual-zi-nho. Nós, que estávamos acostumados a comer a quantidade que bem entendêssemos, agora precisávamos contar quantas colheres de arroz colocávamos no prato e, como se não bastasse, se nele tivesse o arroz como carboidrato, não poderia colocar a batata por ser da mesma classe que o arroz. 

Aliás… Esse é um dos grandes mistérios dessa história: por que minha linda mãezinha fazia arroz E batata, se eu não poderia comer os dois? Seria um experimento psicológico? Ela estava nos testando??? 

Bom, voltando aqui. Para uma pessoa que tinha zero hábitos saudáveis, uma mudança tão radical era quase tão boa quanto enfiar agulhas embaixo das unhas (#sqn). Então eu, estava muito mais feliz comendo tudo que eu queria e na quantidade que eu queria, demiti a minha mãe. 

Você pode até achar que cometi um grande erro, mas vou te explicar por que foi uma das melhores decisões! 

O que eu realmente queria era perder peso e ter uma vida mais saudável, mas sem fazer concessões. Chega a ser óbvio falar isso, mas parece que ALGUÉM PRECISA DIZER: se você não mudar nada na sua rotina, nada vai mudar. É isso. Você vai continuar a ser a mesma pessoa de sempre, com a mesma saúde de sempre. 

Eu não queria emagrecer. Queria “ser emagrecida”. O que estava acontecendo comigo era que eu me autossabotava. Enquanto no almoço eu comia porções exatas de carboidratos, depois dele eu comia um chocolate, depois uma bolacha (ou duas), um pedaço de bolo… HAHAHAHA. Minha mãe podia se iludir achando que a família estava se esforçando para mudar nossa alimentação (eu mesma acreditava nisso!), mas a verdade é que estávamos enfiando o pé na jaca. 

Minha mãe percebeu isso antes de mim, e por isso nunca me obrigou nem me forçou a comer nada. Ela orientava, mas não obrigava. E com o passar do tempo eu fui levando minha vida assim, comendo de forma errada, os alimentos errados, nas horas erradas. Só que chega um dia que você começa a ficar desconfortável com a maneira que você vive, minhas roupas não serviam mais, não conseguia subir um lance de escadas sem parecer que eu havia corrido uma maratona, eu não estava me sentindo bem comigo mesma. E foi nesse momento que eu cheguei onde deveria chegar, minha mente não só precisava mudar, ela QUERIA mudar. 

 

Mente e corpo: Best friends forever 

A maior dificuldade para alguém que quer mudar sua maneira de viver é dar o “start”. Sempre falamos “na segunda-feira eu começo!”. “Mas qual segunda?” “A próxima!” (Sempre a próxima)

Por isso, minha ex-nutricionista recém recontratada teve uma ideia que faria a família inteira mudar. É muito mais fácil fazer as coisas quando se tem incentivo, e foi isso que ela fez. Ela propôs uma competição para nós cinco: aquele que, dentro do período de três meses, perdesse o maior percentual de peso, seria o ganhador. Bem “biggest loser BR” (para quem não conhece, esse é um reality show onde os participantes são desafiados a queimar gordura).

Chamamos essa nossa brincadeira de “Quem perde, ganha” (sim, nosso programa familiar tinha até um título!). Basicamente, quem perdesse peso ganhava a competição, e mesmo quem perdesse a competição ganhava, como prêmio de consolação, um estilo de vida mais saudável. Era perfeito! 

Durante esses três meses aprendemos a disciplinar nossa mente, reeducar nossa alimentação, comer em intervalos menores e quantidades menores e se alimentar de coisas mais saudáveis. E isso se tornou uma rotina.  

No começo é claro que foi mega difícil, mas foi menos complicado do que a primeira vez que eu tentei mudar sem abrir mão de nada.  

Hoje, posso falar que você passar 24 horas com sua nutricionista é algo que muda sua mente. Minha mãe colocou uma cenoura na minha frente para me manter caminhando. Aí um hábito saudável puxou outro, e o resultado você já viu.

Aprendi muito sobre mim mesma. Comecei a investigar por que eu me sabotava e que tipo de relacionamento estava construindo com a comida.

Porque você pode tentar dez dietas diferentes. Se a sua mente não estiver alinhada com o seu corpo, você vai voltar para a estaca zero. Vai falar que DEVERIIIIIA fazer xyz, mas não vai fazer nada para alcançar esse resultado.

Na minha família, juntos, perdemos 47 quilos (quase o peso de uma criança)! Hoje temos hábitos muito mais saudáveis dentro e fora de casa, praticamos exercícios físicos com constância, coisas que pensávamos ser incapazes de parar de comer hoje já não nos fazem tanta falta. 

Acho que é o momento de você parar e pensar se sua mente está de acordo com as mudanças que você quer fazer, se você está disposto a fazer concessões alimentares para ter uma vida mais saudável. E nem é uma questão de peso, mas sim de saúde. 

Agora te pergunto: como você pode transformar sua mente e seu corpo em BFFs? Que “cenoura” (ou “incentivo”) você pode usar?  

Assinatura Desinchá

Quem malha diariamente e tem no armário suplementos para ajudar no desempenho dos treinos com certeza já ouviu falar da CREATINA. Ela é facilmente encontrada em lojas de suplementos e, muitas vezes, consumida indiscriminadamente. Acontece que como tudo na vida, ela tem efeitos positivos e negativos. E para não se enganar em relação a ela, vamos falar sobre suas as principais propriedades. 

Os benefícios da Creatina

A creatina é um aminoácido resultado da sintetização dos aminoácidos glicina, metionina e arginina que ocorre no fígado. Está presente principalmente nos músculos esqueléticos, tanto de forma livre quanto na forma de creatina-fosfato, que tem a função de regenerar o ATP (trifosfato de adenosina) no citoplasma celular. Ela também pode ser encontrada em alimentos de origem animal.  

Cada quilo de massa muscular chega a conter de 3,5 a 4 gramas de creatina, embora possa estocar até 5 gramas do nutriente de uma única vez. Por esse motivo, fazer suplementação com creatina pode ser bastante eficiente, já que o limite de saturação da musculatura não é alcançado através da alimentação. 

O ATP, por sua vez, é a principal fonte de energia do organismo e, por isso, sua presença é essencial para o desempenho físico. 

Ter reserva de creatina significa que a pessoa terá mais energia e resistência durante exercícios físicos, retardando a fadiga muscular. Ela também retém líquidos, o que é bom para aumentar a hidratação das fibras musculares, o que melhora a síntese de proteínas e resulta em regeneração e hipertrofia muscular. Porém esta retenção pode ser confundida com ganho de massa muscular. Imagina tristeza descobrir que aquele bíceps enorme não passa de água! 

A creatina também auxilia na melhora do sono, combate os radicais livres, aumenta os níveis de testosterona (cuidado, mulherada!), aumenta o metabolismo, melhoras as funções cerebrais, entre vários outros benefícios. E é justamente olhando para isso, que ela também tem sido estudada e indicada para prevenir e melhorar sintomas e doenças como Parkinson, Alzheimer, doença de Huntington e insuficiência cardíaca. 

Com tantos benefícios, a creatina ganhou diversas variantes que melhoram sua absorção pelo organismo e reduzem alguns efeitos indesejados atribuídos a ela: 

  

Creatina Monohidratada: a mais comum e considerada a mais eficiente, normalmente usada em estudos científicos e suplementos. Possui baixa solubilidade e pode causar desconforto gástrico (sensação de estufamento e diarreia) em algumas pessoas. 

Creatina Micronizada: as partículas são menores, a taxa de absorção é maior e reduz os desconfortos durante a digestão. Ela é mais eficiente, mas também mais cara. 

Creatina Etil Éster: Como o nome sugere, essa é a creatina que passou por um processo de esterificação e agora está acrescida de um éster. Isso garante altas taxas de absorção (cerca de 99%, de acordo com fabricantes do suplemento) e elimina os desconfortos intestinais. Apesar da vantagem de não necessitar de saturação como os outros tipos, essa é a forma mais cara de creatina à venda no mercado. 

Mas independente de qual tipo você toma, é imprescindível que sua alimentação seja equilibrada com todos os nutrientes. Para objetivos de hipertrofia (ganho de massa muscular), é necessário que o consumo de proteína seja adequado, já que são necessários todos os aminoácidos essenciais para recuperação da massa muscular. Outra coisa importante é beber bastante água para evitar problemas nos rins. 

Então você que cuida do seu corpo e saúde, fique atento a todas essas dicas. O mais importante é que a suplementação deve ser feita sempre por indicação de um profissional habilitado, como um nutricionista, pois ele vai te indicar a dosagem e tipo correto para o seu objetivo! 

Assinatura Desinchá

Eu não sei exatamente quando, mas de repente todas as pessoas que eu conhecia que frequentavam academia estavam tomando algum tipo de suplementação. Acho que na época (era um adolescente rebelde) eu nem entendia direito o que fazer na academia e qual o conceito de cada coisa. Inclusive eu pensava que suplementos e aquelas “bombas” nada saudáveis que os caras tomavam para ficarem gigantes eram tudo a mesma coisa.  

Bom, algum tempo e preconceitos bestas perdidos depois, resolvi fazer musculação. Mas fui daquele jeito: sem muita informação, achando que comendo bife no almoço e puxando ferro eu ia ficar em forma.  

Como a realidade é cruel com quem é mal informado ou no mínimo tem preguiça de se aprofundar nas coisas, obviamente essa minha aventura foi um grande fracasso. Ia todos os dias, treinava direitinho, mas não via nenhum resultado mesmo após meses e meses. Mas até que fiz bons amigos.  

Alguns (muitos) anos mais tarde, principalmente após a chegada do nosso querido Instagram (ou será que foi o Pânico?), percebi que corpos definidos estavam mais em alta do que nunca. E eu, já um jovem adulto, ao frequentar as casas dos colegas de faculdade percebia, sempre em cima da geladeira, vários potes dos mais variados nomes que não me eram comuns. Mas todos, sem exceção, tinham um pote gigante com o nome Whey Protein 

Ok, claro que isso já existia faz tempo, mas o meu timing foi esse. E eu, uma pessoa madura e responsável que já se interessava por coisas além de MSN e Orkut, pesquisei a respeito na época. 

O Whey Protein virou uma grande febre e já falei a respeito dele recentemente aqui no blog. Mas acho que falta agora nos aprofundarmos melhor na questão: o que, afinal, é proteína? Como ela funciona no nosso corpo? Existem quantos tipos? Quanto eu preciso ingerir por dia?  

Proteinas: tudo o que você precisa saber

Então vamos lá: as proteínas são componentes básicos do nosso organismo e estão presentes em TODAS as nossas células e tecidos. São enzimas, hormônios, agentes protetores, têm ação anti-infecciosa e ainda são responsáveis pela regulação das reações químicas do organismo, pelo crescimento e pela reparação de tecidos. 

Deu pra sentir que não é pouca coisa? Então estamos indo bem. Mas aí você me pergunta: “bicho, então ingerir proteínas é a coisa mais importante pro corpo? Quanto mais melhor?”  

Na na ni na não, malandro. O consumo de proteínas é essencial, principalmente pra quem pratica exercícios físicos. Mas se você ingerir em excesso, pode ser ruim para a saúde, causando problemas renais e até doenças cardiovasculares (hipercolesterolemia e ateroesclerose).  

Mas então como funciona isso?  

Bom, para praticantes de exercícios, ingerir pouca proteína atrapalha na recuperação total do corpo no pós-treino. Ou seja: a proteína é muito importante, entre outras coisas, para reparar tecidos e para reposição das reservas de glicogênio nos músculos e no fígado, que são bastante utilizadas durante a atividade física.  

Então o ideal é que pessoas sedentárias consigam ingerir 0,8g a 1g de proteína por kg de peso (por exemplo, uma mulher de 50kg deve consumir de 40g a 50g de proteínas por dia). Corredores de 10 a 21 km (amadores) devem ingerir 1g por kg de peso. Já os atletas profissionais devem consumir de 1,3g a 1,8g de proteínas por kg.  

Ora ora, parece que já aprendemos alguma coisa aqui.  

Agora, outro ponto muito importante: as proteínas são divididas em animal e vegetal, compostas por 20 aminoácidos, sendo que nove deles não são produzidos pelo organismo (aminoácidos essenciais). É aí que entra a alimentação!  

  • proteína animal é a melhor maneira de obter os aminoácidos essenciais: está presente em carnes, aves, peixes, ovos e laticínios!  
  • proteína vegetal está presente em leguminosos como feijão, lentilha, ervilha e grão de bico; nos cereais, como arroz, milho e aveia; e também na soja e nas oleaginosas, como nozes, castanhas e amêndoas. Ela possui aminoácidos que faltam nos outros alimentos.  

 

Percentual de proteína nos alimentos

 

Mas lembre-se, caro colega ansioso por músculos & saúde: o excesso de proteínas não vai resultar numa performance melhor, nem em aumento de massa muscular e nem ganho de força. Só vai te trazer problemas! Por isso, consulte um médico/nutricionista antes de qualquer coisa, sempre.  

 

Assinatura Desinchá 

Você já deve ter ouvido por aí (e se não, nós publicamos um texto falando exatamente isso!) que tudo o que a gente come influencia diretamente as bactérias vivendo no nosso sistema digestivo. E enquanto alguns alimentos entraram na moda para manter uma flora intestinal saudável (olá, kombucha, kefir, iogurte grego e kimchi!), os micróbios que vêm daí não se alojam de forma permanente no nosso intestino. Para uma microbiota saudável (e aqui estamos falando sobre aquelas bactérias que moram meeeesmo dentro da gente), o mais importante que você pode consumir é… alimentos ricos em fibras!

Alimentos ricos em fibras para incluir na dieta

O consumo de quantidades adequadas de alimentos ricos em fibras é essencial para melhorar a saúde do sistema digestivo, e ajudar a tratar e prevenir a constipação. Isso porque as fibras agem promovendo o aumento no volume das fezes, e ajudam o trato digestivo a funcionar de forma rápida e eficiente.

Não é só isso. Elas ainda podem ajudar a manter um peso saudável e contribuem para a estabilização dos níveis de glicose e colesterol, reduzindo o risco de diabetes, doenças cardíacas, pedra nos rins, síndrome do intestino irritável e câncer colorretal.

Pensando nisso trouxemos uma listinha com 5 tipos de alimentos ricos em fibras para você incluir na sua dieta e nunca mais sofrer na hora de ir ao banheiro.

Nozes e sementes:

Alimentos como a linhaça, amêndoas, pistache, chia, castanha do pará, castanha de caju, semente de girassol, gergelim, macadâmia, amendoim e avelã possuem uma grande quantidade de fibras. A linhaça é a semente mais abundante em fibras: em cada 100g do alimento, 33,5g são compostas por fibras.

Alimentos ricos em fibras - nozes e sementes

Leguminosas:

O feijão, a ervilha, a lentilha, o grão de bico, a fava, o amendoim e a soja também são excelentes fontes de fibras. A soja possui 20,2g de fibras em cada porção de 100 gramas.

Alimentos ricos em fibras - leguminosas

Cereais integrais:

Os cereais também são ótimas fontes de fibras, principalmente nas versões integrais. O farelo de trigo integral, por exemplo, possui 30g de fibras a cada porção de 100g. Outras ótimas opções são a farinha de centeio, aveia, cevada, arroz integral, muesli e granola.

Alimentos ricos em fibras - cereais integrais

Frutas :

E claro, elas não poderiam faltar na nossa lista. Temos uma variedade enorme de frutas abundantes em fibras na sua composição. O caqui e a framboesa são algumas das mais ricas, possuem 6,5 gramas em cada porção de 100 gramas, seguida pelo abacate (conhecido por soltar o intestino), que em cada porção de 100g possui 6,3g só de fibras. Também é possível encontrar grandes quantidades desse composto no mamão, figo, morango, maçã, caqui, framboesa, goiaba, laranja, banana, pêra, pêssego, uva, abacaxi, ameixa, coco, cereja, manga, maracujá, amora, caju, groselha, tangerina, kiwi, damasco, melancia e nectarina.

Quantidade de fibras nas frutas

Vegetais:

Outro grupo cheio de opções de alimentos ricos em fibras, é o dos vegetais. A couve manteiga, por exemplo, possui 5,7g de fibras a cada 100 gramas da hortaliça refogada. Outras opções são a mandioca, brócolis, cenoura, batata-doce, pimentão, agrião, couve, milho, nabo, repolho, salsa, abóbora, abobrinha, quiabo, rabanete, cebola, cebolinha, beterraba, acelga, alcachofra, chicória, tomate, vagem, pepino, couve-flor, erva-doce, espinafre, alface, aspargos, aipo, rúcula e escarola.

Quantidade de fibras nos vegetais

É importante comer esses alimentos com casca sempre que possível, pois a casca das frutas e dos vegetais é abundante em fibras. Mas consuma com bom senso, ok? Não vá dizer por aí que eu te aconselhei a comer uma banana com casca. 😅 E sempre que for ingerir a casca de um alimento, lembre-se de higieniza-la bem, e optar com versões orgânicas, livres de agrotóxicos.

Que tal um chá feito de de casca de abacaxi com Desinchá? A beta do Canal Rodrigo e Beta preparou essa deliciosa receita para a gente. Dê play e confira:

O consumo ideal de fibras para pessoas adultas é de 21-25g para mulheres e 30-38g para homens. É importante estar atento a essa quantidade, pois o consumo excessivo de fibras também não é benéfico para a saúde. Dietas com mais de 40g de fibras por dia podem levar a problemas como a diminuição da absorção de ferro, zinco e cálcio, causando deficiência desses nutrientes.

Ressaltamos que também é muito importante beber muita água ao longo do dia para manter um bom funcionamento do intestino. Mesmo se você comer uma grande quantidade de fibras, elas não terão o efeito desejado de o seu corpo não estiver suficientemente hidratado.

Então é isso: coma suas fibras e tome bastante água. Assim vai ficar fácil manter sua microbiota saudável, né? 😉

Assinatura Desinchá

Olá amigos saudáveis, como está o detox de vocês?

Detox de verdade

Bom, para ser direto: você pode já ter feito um, estar fazendo ou pensar em fazer num futuro próximo (distante), mas muito provavelmente fez/faria isso errado.

Faria, pois nós, da Desinchá, estamos aqui para tirar a sua vida desse obscurantismo do mundo de pouca informação (ou informação errada mesmo), meu querido desinchamigo. Nessa época em que a expressão “fake news” provavelmente é mais dita que a palavra “Google”, vamos desmistificar uma mentirinha que te contaram em algum lugar por aí: tudo (ou quase tudo) que você já ouviu falar sobre detox está errado.

Mas calma, não se afobe ainda. Apesar desse detox que você conhecia não ser exatamente um detox, ele não deixa de fazer bem pra saúde. Fazer refeições leves, cortar carne vermelha, refrigerantes e álcool fazem um bem danado pro nosso corpo e já falamos disso em outro post, nessa plataforma maravilhosa chamada carinhosamente de blog.

Gatinho tentando pegar a salada

Mas esse “bem danado” é apenas a ingestão de nutrientes melhores, trazendo um bom funcionamento do organismo e uma digestão melhor. Você continua tão tóxico quanto aquele parente chato que está em qualquer encontro de família.

Aí você pode estar se perguntando: “mas Silvio, se nem comendo bonitinho eu consigo me desintoxicar, pra onde eu devo correr?”. Bom, vamos começar falando sobre o que é tóxico que está dentro do nosso corpo.

Desintoxicar, na verdade, significa facilitar a eliminação de qualquer substância tóxica ou não essencial que esteja presente em nosso organismo. Essas substâncias são medicamentos, conservantes, pesticidas, metais pesados, hormônios, corantes e plásticos. E quem faz esse trabalho sujo de eliminá-los do nosso corpo é o fígado, intestino e nossos rins.

O mais chocante, caro leitor, é saber que o brasileiro consome, em média, 5 quilos desses produtos por ano! Bicho, imagina só isso tudo materializado na sua frente. Bem desagradável, certo? Mas tá tudo bem. Continue calmo, amigo. O detox existe, sim. E é tão simples quanto o falso que os rostinhos bonitos do Instagram adoram compartilhar. (Isso não vale para vocês, instagramers queridos que fazem o certo e compartilham nosso amado Desinchá).

Os alimentos campeões em intoxicação do nosso organismo são os processados e ultraprocessados. Se você costuma acompanhar este que vos escreve, já deve saber disso. Eles são o combo da alimentação ruim: contém substâncias tóxicas e não apresentam nenhum nutriente essencial. E é aí que entra um ponto importante e simples na sua mudança de hábitos para conseguir se desintoxicar: ler os rótulos das embalagens. Carboidratos refinados como farinha de trigo, arroz, açúcar e pão branco devem ser evitados, pois são muito agressivos para o organismo, elevam o nível de insulina, estimulam o ganho de peso e o aumento de triglicérides.

Mas se fossem só esses alimentos todo mundo já sabe, ficaria muito fácil. Existem produtos que parecem bem ok, mas para um detox, não servem. Um exemplo são os alimentos produzidos com adição de sal ou minimamente processados, como legumes em conserva, frutas em calda, queijos e pães. E os ultraprocessados eu nem preciso falar, ok? Todos os produtos dessa categoria passam por técnicas de processamento que envolvem vários ingredientes de uso exclusivamente industrial. Ou seja: você não deveria apenas parar de comer isso, mas essas coisas deveriam ser proibidas pra todo mundo.

Acho que não precisaria dar exemplos, mas só pra deixar claro:

  • Refrigerantes

  • Biscoitos recheados

  • Salgadinhos de pacote

  • Macarrão instantâneo

  • Enlatados

  • Embutidos

  • Frituras

Ao ler a embalagem, fuja também de produtos que contêm a escrita “BPA free”.

Gatinho batendo no morango

Dito isso, muito provavelmente agora você deve estar se perguntando: “mas que inferno! Vou viver de cenoura então?”

Bom, não. Mas também.

Para um detox sincero e verdadeiro com o seu corpo, alimentos integrais são ótimos, como arroz, quinoa e amaranto, pois são fontes importantes de proteínas, fitoquímicos e fibras solúveis, fazendo com que seu corpo absorva menos substâncias tóxicas. E também são ricos em manganês, magnésio, vitaminas B3 e B6, importantes para o “detox” natural do corpo.

Mas vamos facilitar mais uma vez pra você, caro entusiasta do chá. Segue uma listinha do que consumir (de preferência orgânicos):

  • Brócolis

  • Gengibre

  • Açafrão

  • Couve-flor

  • Soja

  • Grão de bico

  • Feijão branco

  • Ervilha seca

  • Linhaça

  • Abóbora

  • Girassol

  • Gergelim

  • Chia

Brocolis

É uma lista que pode não parecer muito apetitosa em um primeiro momento, mas em nossas receitas você encontra várias foram de deixar esses ingredientes virarem um banquete maravilhoso. Já viu? Então clica aqui, RÁPIDO

Todos esses alimentos contêm minerais, aminoácidos, vitaminas e flavonoides necessários para ajudar o corpo a eliminar toxinas, ok?

Então vamos resumir aqui: detox tem mais relação com o que você elimina do seu corpo; para um verdadeiro detox, não adianta só tomar as coisas que dizem ser detox; pare imediatamente de comer alimentos processados e ultraprocessados; tenha uma dieta rica, principalmente em legumes e verduras para facilitar a eliminação das toxinas.

E direi novamente o que provavelmente eu digo na maior parte dos meus posts: BEBA-MUITA-ÁGUA, estamos combinados?

Detox não é só um dia. Detox é algo que acontece aos poucos enquanto você vai adquirindo hábitos mais saudáveis. Se quiser uma forcinha para ter esses hábitos, um primeiro passo pode ser o Desinchá!

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Com uns bons anos de atraso depois dele ter virado bestseller mundial, estou lendo Sapiens – Uma Breve História da Humanidade, livro do historiador israelense Yuval Noah Harari. Para uma nerd como eu, esse livro gera vários momentos que me dão vontade de cutucar a pessoa mais próxima e gritar “miga, você não vai acreditaaaar!” Um desses momentos é quando ele fala sobre a Revolução Agrícola e brinca que o trigo domesticou o ser humano. Hmmm, então nossas #fortesemoções desencadeadas pelo glúten hoje são tipo, a nossa vingança? 🤔

Tá, vamos por partes. Nossa vida como caçadores-coletores era bem mais deboísta no sentido de que trabalhávamos menos e ficávamos menos vulneráveis se acontecessem secas, enchentes ou quaisquer questões climáticas. Nesse caso, era só juntar nossos pouquíssimos pertences e ir para outro canto.

Então várias sociedades ao redor do globo começaram a manipular o solo. Esse processo não mudou de um ano para o outro, claro. Como tudo na história, cada geração avançou um tantinho nessa direção até que num certo momento fazer a transição para a agricultura foi mais um passo do que um salto. Com isso, construímos nossas casas próximas ao campo de cultivo, criamos armazéns para guardar a produção e, com o excedente de comida, pudemos nos organizar em grupos maiores que os de caçadores e coletores.

A vingança do glúten: como o trigo domesticou o humano

Até aí tudo bem. Só que nossa qualidade de vida piorou. Tivemos que trabalhar bem mais para arar o solo, aguar as plantas, arrancar ervas daninhas roubando recursos da nossa ó-tão-preciosa plantação. Secas e enchentes que destruíssem esse trabalho traziam consigo fome e morte.

Nossa alimentação também piorou. Nossa biologia se desenvolveu enquanto caçávamos e coletávamos e, por isso, tínhamos uma alimentação bastante variada. Com o cultivo, passamos a comer muito mais trigo, feijão, batatas… Sempre a mesma coisa, com pouca variedade. E isso trazia um impacto à nossa saúde, nos deixando à mercê de doenças.

Só que ainda conseguíamos alimentar mais pessoas, mesmo que mal. Do ponto de vista da evolução, isso é o que importa. O sucesso de uma espécie é determinado pela reprodução. As vacas que usamos na indústria, por exemplo, são, evolutivamente, uma das espécies mais prósperas do planeta – mas com um estilo de vida miserável. Melhor seria ter a vida de um rinoceronte – um dos últimos de sua espécie – correndo pelas savanas africanas.

Ou não?

Mas uma espécie se deu muito bem nisso tudo: o trigo. Antes uma gramínea quase insignificante, ele prosperou e ocupou o mundo. Os seres humanos começaram a TRABALHAR pelo seu bem-estar!

– Ahhh, o trigo precisa de água.
– OH NÃO! Essas gramas estão roubando os recursos da terra que deveriam ir para o trigo…
– O trigo precisa de adubo!

E assim íamos nutrindo todas as necessidades do trigo.

Até hoje, para a maioria de nós, seguimos as mesmas tendências da alimentação dos antigos agricultores enquanto nossa biologia AINDA é a de caçadores-coletores.

Mas isso tem mudado. O glúten (a proteína do trigo) começou a ser demonizado, e parece que de uma hora para a outra todo mundo virou celíaco e/ou intolerante à lactose.

Dietas como a paleolítica e outras estratégias low carb têm ganhado cada vez mais espaço – principalmente por quem quer perder gordura corporal ou quem sofre com algumas condições médicas (como diabetes e doenças autoimunes). Essas dietas seguem uma tendência: bye bye, glúten, ultraprocessados e açúcar.

Cresce por aí uma tendência de se alimentar com uma vasta gama de CORES para o prato. Isso traz mais diversidade nutricional e, hey! Nossa biologia agradece.

E você, é do tipo que não suporta ver uma farinha branca ou não dispensa um pãozinho? A gente segue o papo nos comentários.

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Desde que os energéticos chegaram ao mercado brasileiro prometendo dar asas a quem os consumisse, esse tipo de bebida foi rapidamente aceito pelo público, especialmente os jovens. Há quem ande com essas latinhas pra cima e para baixo no carro, no metro, no trabalho e também nas festas e baladas, onde geralmente são misturados com bebida alcoólica.

Alimentos que são energéticos naturais

Claro que eu também já tive meus tempos de consumidora voraz. No meu último semestre da faculdade de jornalismo eu trabalhava durante o dia e ia direto pra faculdade à noite. Saía de casa às 7:00 e só chegava meia-noite. Quando chegava o final de semana eu estava morta com farofa, mas como era o último semestre, tinha que entregar o TCC. Foi aí que eu e meu amigo Bira descobrimos que dá pra combinar esse ouro líquido com refrigerante, cerveja, suco, além de ser gostoso puro. A gente virava as noites de sexta e sábado, com todo o cansaço da semana puxada de ambos, pra editar nosso documentário. Quando chegava a manhã de domingo e ele ia embora, eu finalmente deitava na cama, exausta, e… não conseguia dormir. Mesmo cansada e com sono, minha cabeça não parava e, às vezes, era difícil até de ficar de olhos fechados. Se você for adepto dos energéticos, aposto que também já passou por isso e se arrependeu de ter tomado litros dessa bebidinha a base de cafeína, taurina e inositol.

Peraí! Cafeína todo mundo conhece, mas esses tais de taurina e inositol? Bom, vamos aos componentes básicos e suas funções:

Hyper dog

  • Cafeína: é um composto químico do grupo das xantinas, famoso por ser estimulante e diurético
  • Taurina: é um ácido orgânico encontrado na bílis (fluído produzido pelo fígado)
  • Inositol: é uma molécula de poliálcool cílico, produzida pelo nosso organismo a partir da glicose. É também conhecido popularmente como vitamina B.

OK, mas como a combinação dessas coisas é capaz de deixar a gente acordado? Seguinte, a cafeína estimula a mente, a taurina (que não vem do sêmen do touro), nesse caso, atua como vasodilatador, ajudando a levar nutrientes para dentro e fora do coração, e o inositol está envolvido na transmissão de mensagens entre as células neurais, o que afeta a regulação do humor e sono. Isso tudo é uma forma bem simplificada de explicar. Se você é bom de química e quiser entender mais, vai no Pai Google e Mãe Wikipedia que eles te ajudam.

Esses três componentes combinados se transformam numa bomba de energia que age no sistema nervoso e acelera o metabolismo. Então muito cuidado com o excesso de energéticos. Ele não é indicado para pessoas em diversas situações. Quem sofre de algum problema no coração, por exemplo, pode ter uma parada cardíaca.

EXCITED CHRIS FARLEY

Mas, obviamente, tudo isso vem de algum lugar da natureza, e diversos energéticos naturais oferecem o mesmo benefício dos industrializados sem tanto perigo e com custos bem mais em conta. E já que falamos da cafeína, vamos começar pelo café e chá mate.

 

Café e Chá Mate: 

Ambos são ótimos energéticos naturais por serem compostos pela cafeína, que conforme já foi dito acima, é diurético estimulante. Na prática, a cafeína aumenta o ritmo cardíaco, respiração e pressão arterial.

Maçã:

A fruta que derrubou a Branca de Neve é excelente para fornecer energia ao nosso organismo – quando não está envenenada, claro. Maçãs quase não tem gordura e são equilibradas em frutose (a glicose das frutas). O fruto é mais eficiente do que o café quando se trata de ficar acordado, pois as calorias contidas nela (100g tem cerca de 65kcal) são liberadas aos poucos no organismo, portanto recebemos energia por mais tempo. Outras frutas como banana e laranjas também tem as mesmas características.

Guaraná:

Enquanto extrato natural em pó (esquece o xarope e o refrigerante), tem efeito estimulante por conter cafeína, assim como o café.

Ovos: 

São ótimos para serem consumidos no pós-treino. A claro do ovo é rica em vitamina B (lembra lá do inositol?) e, em sua forma natural, além de fornecer calorias – menos que as gemas – são responsáveis por converter os alimentos em vitamina D, que fortalece os ossos.

Água, melancias e melões: 

Melancias e melões também são ótimos energéticos naturais. Eles têm 90% de água, que por sua vez é fundamental para manter o organismo limpo, conduzir nutrientes para todos os órgãos. A desidratação leve pode diminuir a energia disponível no corpo e afetar o humor. Então não esqueça de ter sempre uma garrafa de água por perto.

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Calma, querido leitor não-fisiculturista, não pegue ranço ainda. Não vim aqui para falar apenas com o público ultra específico que faz musculação todo dia. Até pelo fato da maioria deles já saberem mais desse assunto do que eu.  O fato é que, depois de muita pesquisa, resolvi abordar o POLÊMICO tema Whey Protein em nosso simpático espaço de textos online conhecido como blog. Polêmico pois toda semana sai um estudo ou alguém fala em uma entrevista que esse produto pode fazer mal, ou que não funciona, ou que é o melhor que você pode fazer pela sua saúde.

Bem, o desafio aqui é tentar trazer uma visão de quem está fora do circuito da musculação frenética, mas tem muito interesse pelo assunto. Ou seja: fora da treta.

Whey Protein: manual de instruções

Comecemos pelo simples, caro entusiasta da vida saudável: o whey protein não serve apenas para aquela galera super musculosa que deve conseguir derrubar uma parede como se estivesse fazendo leg press. Ao contrário do que muitos pensam, esse produto não possui hormônios ou ingredientes sintéticos. Alguns até devem ter, mas é bom pesquisar direitinho na hora de escolher para não acabar com um produto de má qualidade.

O whey protein é, basicamente, a proteína do soro do leite, proveniente das indústrias de laticínios. Mas veja só que curioso: antigamente esse produto era descartado pelas grandes fábricas. Aí fica mais curioso ainda: cientistas observaram que bactérias e fungos se multiplicavam ao entrar em contato com ele.

Aí, pronto: todo seu potencial nutritivo foi descoberto. Várias proteínas de alto valor biológico estão presentes nesse composto antes renegado ao lixo da história pelas fábricas que o produziam.

Resumindo: esse soro contém todos os aminoácidos que o nosso organismo precisa, mas não consegue produzir. Inclusive, no whey, eles representam de 30% até 90% da sua composição!

Entre muitos benefícios desse suplemento tão popular, está a recuperação acelerada da musculatura. Isso se dá a diversos tipos de aminoácidos presentes na substância, como a arginina, que aumenta o fluxo sanguíneo do corpo, trazendo mais nutrientes e oxigênio para os músculos. Até por isso, muitos nutricionistas recomendam que se tome Whey Protein logo após os treinos.

When you get home from the gym.gif

Mas aí já tem gente que acha que Whey é achocolatado em pó, né. Exagerar no consumo dessa proteína (e de várias outras) pode sobrecarregar os seus rins e o seu fígado. Mas nós, da Desinchá, estamos aqui para facilitar a sua tentativa de uma vida mais saudável, amigo. O que dizem alguns nutricionistas é que você nunca coma mais de 2g de proteínas (não a penas Whey) por quilo de peso corporal.

Isso dá, para um homem de 75 quilos, mais ou menos 150g de proteína por dia. Mas essa conta só vale para quem faz exercícios, ok? Caso você ainda não tenha sido convencido a praticar exercícios através deste humilde blog, então você deve consumir apenas 1g por quilo de peso (e ler mais posts daqui, por favor). Mas para saber a conta EXATA, o ideal é sempre consultar um especialista. Eu, por aqui, só repasso informação.

Outra informação que pode ser útil: existem diferentes tipos de Whey Protein que possuem maior ou menor concentração de proteínas:

  • Concentrado: esse vai de 35% até 80% de proteínas. E quanto maior essa porcentagem, menor é o ar da graça de outras substâncias como lactose, gorduras e minerais.
  • Isolado: Esse é só a pureza! 90% de proteínas e uma porcentagem mínima do resto que pouco interessa para o seu corpo.
  • Hidrolisado: Esse tem por volta de 80% de proteínas, mas com uma vantagem: elas estão em pequenos pedaços, chamados peptídeos. Isso facilita muito a digestão e a absorção dos nutrientes.

Também é importante lembrar, meu caro e minha cara: ganhar peso, perder peso ou definir o corpo, é tudo matemático. Sim, matemática é um saco, mas é mais útil do que pensamos quando estamos na escola. Ou seja, se você fizer tudo errado, além dos problemas de saúde que citei antes, o Whey também pode te engordar. Pois é. Se você ingerir uma quantidade de energia maior do que a soma de calorias consumida pelo seu metabolismo e pelos exercícios físicos, você vai ganhar peso. Então vou repetir: whey não é achocolatado em pó (que te engordaria bastante também, mas enfim).

Homem dançando na academia

Caso você gaste mais energia do que consome, aí esse suplemento será ótimo pra você. Principalmente se você gosta de correr, fazer musculação e até pilates. E essa é a boa notícia: o Whey não serve só para quem quer ficar com músculos enormes, mas também para quem quer deixar o corpo mais definido e saudável. Mas só-se-você-faz-exercícios! Caso contrário, seu único ganho será de peso.

Agora vem o maior desafio, companheirxs: se você achou que tinha relação com performance ou métodos de consumo, errou DEMAIS. A grande missão de um simples ser humano que prospecta um lugar ao sol através de suplementos é escolher uma marca.

Sério, jovem. Já reparou nas embalagens de Whey Protein ou de qualquer outro suplemento que tem por aí? Parece que eles tentam te incentivar a não tomar nada. Romero Britto não faria pior.

Homem com raiva

Bem, o que fazer, dentro dessa catástrofe do design contemporâneo, para escolher o melhor produto? Você vai analisar, primeiramente, a quantidade de proteínas na composição do produto. Depois, ver se ele está aprovado pela ANVISA. Marcas muito baratas podem ter matéria-prima duvidosa ou até mesmo colocar coisas como farinha e açúcar na composição, o que diminui muito o benefício do produto. FIQUE DE OLHO!

Finalmente, falarei aqui sobre como nutricionistas recomendam que você consuma o produto. Por exemplo:

  • Para quem quer ganhar massa muscular: o melhor é tomar com água ou batido com frutas. De preferência nos intervalos entre refeições ou depois dos treinos.
  • Para os que também querem emagrecer: a dica é adicionar o Whey também nas massas de pães, bolos e outras. Claro, sempre tomando cuidado com o recheio. Isso vai garantir que você se sinta mais satisfeito com menos comida.

E viu, caso você sofra de pedras nos rins, o whey pode piorar muito essa condição; consumir essa proteína em excesso por muito tempo também pode favorecer o desenvolvimento de osteoporose, por desequilibrar os minerais do organismo, gastando a densidade óssea. Algumas pessoas podem até ter uma reação alérgica ao produto, além de náuseas e vômito quando ingerida numa quantidade maior que a necessária. Lembre-se: seu corpo vai rejeitar a proteína que exceder a quantidade diária máxima necessária, o que sobrecarrega os rins.

Ou seja: pelo amor de Deus, faça as coisas certinhas. Tenha um acompanhamento médico para que você possa tirar o melhor que o Whey Protein pode oferecer. E depois venha aqui me contar.

Confie em mim, eu sei o que eu estou fazendo

E caso você seja designer, por favor: salve as embalagens de Whey. Urgente.

P.S.: Se sua ideia com o whey é ter uma vida saudável, o Desinchá pode te ajudar demais!  Veja aqui:

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A pauta de hoje pode parecer um pouco estranha para você, caro leitor. E é mesmo.
Nosso blog tem produzido muito conteúdo interessante sobre saúde e bem-estar, mas tem sempre um momento em que você cansa um pouco de ler tantas dicas, faça isso, faça aquilo, cozinhe assim, não coma isso, não escove os dentes com cúrcuma e etc.
Momentos para desligar o cérebro, sentar e ler coisas que não tenham nenhum compromisso que vá além do divertimento também fazem parte de uma vida saudável.
Então vamos falar de um tema que é quase unanimidade entre nós: o BOLO DE CENOURA.

Reparem bem: estamos no Desinblog e não no Desinchef. Logo, esse não vai ser um espaço para divulgar uma receita gostosa/fit dessa iguaria. Inclusive, já divulgamos umas 3 receitas diferentes da mesma.

O intuito aqui é ser um lugar para discutirmos tudo que envolve essa preciosidade com seriedade e compromisso.

Mas vamos logo começar com uma crítica: aqui no Brasil temos tantos alimentos exclusivos e incríveis e nenhuma data para valorizá-los (estou dizendo isso sem uma pesquisa profunda. Imagino que possa existir o dia nacional do pastel de feira e eu não sabia).

Já os norte-americanos, com suas extravagâncias que às vezes têm alguma lógica, possuem data pra tudo, inclusive para o bolo de cenoura, o National Carrot Cake Day (Dia Nacional do Bolo de Cenoura), comemorado – COM JUSTIÇA – no dia 03 de fevereiro.

É importante lembrar que eles deram uma data para um bolo que nem é lá grande coisa.

Mas calma. Estou me referindo ao bolo DELES. O nosso é tão gostoso que parece que foi confeitado por mãos de anjos (ou de vós).

Acontece que o american carrot cake é aquela coisa pesada como boa parte da comida de lá: a receita de lá tem uma massa bem mais densa (ao contrário da fofinha que amamos) e que pode levar, além de cenoura, FRUTAS (!!!) como abacaxi, coco e nozes. Isso sem falar que a cobertura também é diferente, substituindo aquela pornografia que é a calda de chocolate por um cream cheese sem vergonha. Eu acho uma afronta.

Bolo de cenoura: o guia definitivo!

Vamos voltar na história para entender melhor a cronologia do nosso sagrado bolo de cenoura: ele descende de bolos feitos na Europa durante a Idade Média.

Era um luxo, naquela época, ter açúcar de cana para cozinhar, então a cenoura era usada para adoçar os bolos e outras receitas. Com o passar do tempo a receita foi evoluindo, o açúcar virou produto popular e percebemos que colocar calda de chocolate em qualquer coisa torna tudo mais interessante.

Mas sejamos justos: o americano não é o único que erra ao tentar reinventar o bolo de cenoura. Por aqui, com frequência, vemos as pessoas cometendo diversas atrocidades com o produto mais fofinho da gastronomia popular. Por exemplo:

 

1) Colocar muita cenoura

Fazer um bolo de cenoura não é empilhar um grande número de exemplares picados desse legume maravilhoso e servir. Acredite, a cenoura é apenas um ingrediente. O certo é usar mais ou menos 270g de cenoura para cada xícara de chá de farinha.

2) Não triturar a cenoura corretamente

Caso você cometa esse crime, seu bolo vai ficar pedaçudo. E ninguém quer um bolo de cenoura pedaçudo, certo? Queremos aquela textura fofa como a espreguiçadeira dos anjos. Além disso, o risco de solar aumenta. Para evitar essa tragédia, deixe a cenoura batendo no liquidificador com o óleo e os ovos sem pressa. Também vale cozinhar o legume, o que inclusive vai deixar seu bolo mais laranja.

 3) Não preaquecer o forno

Regra básica: não adianta querer fazer qualquer tipo de bolo e não preaquecer o forno, caro desinchamigo. Provavelmente você já sabia disso, mas não custa deixar bem claro. As vezes pode ser preguiça ou ansiedade, vai saber. Mas a verdade é que o fermento presente nesse bolo alaranjado precisa de muito calor, principalmente no início, para fazê-lo crescer. E por favor: NÃO-ABRA-O-FORNO.

4) Não peneirar a farinha

Aí vai um truque que nem todos devem saber (ou conhecem e eu que sou meio iniciante nesse universo). Dando essa peneirada, seu bolo vai ficar mais leve e não vai murchar. Essa dica é boa inclusive para quem gosta de colocar amido de milho na massa. Quanto mais ingredientes secos (açúcar, fermento, farinha) você peneirar, mais fofinho vai ficar o seu bolo.

5) Misturar tudo no liquidificador

Deixe o liquidificador focado apenas em triturar a cenoura com o óleo e os ovos. Depois disso, use apenas uma tigela com um fouet (ou o que estiver a sua disposição para mexer) para misturar a massa com os ingredientes secos.

Seguindo essas dicas de sabedoria, é praticamente impossível o seu bolo de cenoura não ficar a coisa mais fofa do mundo.

E veja que curioso, caro entusiasta do bolo de cenoura: mesmo essas receitas doces feitas com nosso querido legume laranja tendo registros desde a Idade Média, passando pela Grã-Bretanha em livros de culinária dos séculos XVIII e XIX, criamos a nossa versão tropical exclusiva faz pouquíssimo tempo. Mais ou menos uns 30 anos, literalmente.

Ok, mas o que isso significa? Ora, é simples: significa que a tradição nem sempre garante o máximo de qualidade que o objeto em questão pode oferecer. Na verdade, muitas vezes, ela só é um atraso para o desenvolvimento máximo de todo o potencial que algo (no caso, o bolo de cenoura) pode oferecer.

O brasileiro, sempre com a sua desenvoltura mágica para criar coisas incríveis, precisou de nem uma geração completa para aperfeiçoar uma receita acorrentada no marasmo da tradição europeia de comidas medievais. Coitados.

Pedaço de bolo

Veja, meu amigo: o bolo de cenoura é uma experiência antropológica. Nada como uma cultura rica e diversa como a nossa para transformar uma simples sobremesa em algo que comemos qualquer hora do dia, em qualquer lugar, de infinitas maneiras. O nosso bolo deveria ser referência para o mundo. É pra deixar Ariano Suassuna com sentimentos confusos.

Para provar o meu ponto, exemplifico: o inglês tem a versão “carrot pudding”, ou seja, “pudim de cenoura”, em português. Daquelas receitas que passaram por diversas gerações e bla bla bla. Mas nem no Pinterest você vai achar uma foto apetitosa. Mesmo o de culturas mais recentes, como do norte-americano, já dito no início desse texto, parece mais um pavê com coisas que não deveriam estar em um pavê. Na Ásia tem lugar que o bolo de cenoura NEM CENOURA VAI. Isso pelo fato de que eles chamam o rabanete branco de “cenoura branca” por lá. Vai entender.

Enfim: acho que meu ufanismo exagerado deve ter conseguido com que eu transmitisse a palavra do bolo de cenoura para você. Só resta concordar e apreciar.

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E como aqui na Desinchá tratamos esse assunto com a seriedade que ele merece, vou passar 3 links de receitas de bolo de cenoura saudáveis e deliciosos (garanto) para você fazer em casa sem nenhuma dificuldade:

 

Bolo de Cenoura Low Carb

Bolo de cenoura low carb

 

Bolo de cenoura com cobertura de limão
Bolo de cenoura low carb

Bolo de cenoura low carb com cobertura de chocolate

Bolo de cenoura low carb com cobertura de chocolate

 

Pronto, espero ter ajudado e que agora, ao buscar “bolo de cenoura” no Google, tenha alguma coisa além de receitas de programas da tarde da TV aberta.

Lembrando que: as opiniões desse texto são pessoais e não refletem o pensamento da empresa (mas deveriam).

Beijos!

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Entenda a causa do organismo intoxicado e como isso é simples resolver.

Hoje em dia muitos sucos, produtos e dietas focam na desintoxicação do corpo. E não é preciso ir em lojas de produtos naturais para encontra-los: aposto que numa padaria ou lanchonete perto de você tem um cardápio de sucos detox com as combinações mais inusitadas e nada apetitosas. Mas será que tudo o que faz bem é ruim ou é caro?

Antes de tudo, é necessário entender como as toxinas entram no nosso corpo e para onde elas vão. Sim, nosso organismo é complexo e cada parte dele tem uma função vital e específica para equilibrar o bom funcionamento de toda essa engrenagem.

Um dos principais órgãos que atua diretamente nesse processo é o fígado. Apesar de ser um órgão, ele se comporta como uma glândula, a maior que temos, e faz uma espécie de “controle de qualidade”, separando, metabolizando e armazenando os nutrientes antes de serem absorvidos ou não. Outra função extremamente importante do fígado é a de filtrar o sangue e enviar as toxinas para serem eliminadas.

Organismo intoxicado: o que eu fiz para merecer isso?

Aí você pode estar se perguntando: “se meu corpo já tem o fígado pra eliminar toxinas, por que eu estou com o organismo intoxicado e preciso de alimentos detox?”. A resposta é simples: a grande maioria de nós não tem hábitos e dieta saudáveis. Fica difícil resistir àquela coxinha da padaria, o happy hour com cerveja gelada ou aquele pacote de batatas fritas industrializadas enquanto assiste um filminho. E tudo o que não é natural (não só os industrializados, mas frutas, verduras e legumes com agrotóxicos, carnes cheias de hormônios, etc) acabam comprometendo o funcionamento adequado que possuímos para eliminar aquilo que nos faz mal ou não é necessário. Mas mesmo quem tem uma alimentação saudável pode estar com o organismo intoxicado. Atualmente existem exames detalhados (e caros) que são capazes de identificar tudo o que está em excesso no seu corpo, fazendo que com que você fique inchado ou ganhe peso sem explicação.

Mas fique calmo, é possível resolver tudo isso e se desintoxicar. Primeira coisa: vá ao médico! Mesmo alimentos saudáveis podem fazer ou não o efeito esperado. Isso porque cada organismo reage de uma forma diferente. Faça seus exames e converse com um nutricionista. Agora, se você é do tipo que só se alimenta de fast-food, massas, carnes gordurosas e dispensa uma salada, não é preciso ser vidente para saber o que está errado. Comece tomando bastante água. Esse mineral é capaz de limpar o organismo e o sangue, além de auxiliar na condução de oxigênio e nutrientes para todo o corpo.

Dieta detox

E se você está pensando em ter uma alimentação mais funcional, veja abaixo os alimentos mais recomendados para dietas detox. No geral, eles são ricos em antioxidantes, tem ação anti-inflamatória e baixo (ou nenhum) teor de gordura:

– Salmão: rico em ômega 3, tem ação anti-inflamatória e, por ter pouca gordura, é de fácil digestão.

– Limão: ajuda o fígado a se livrar das toxinas por ser rico em terpeno. Contém vitamina C e auxilia na quebra das moléculas de gordura.

– Chá verde: Tem ação antioxidante, que elimina os radicais livres, e ajuda a metabolizar as toxinas.

– Alho: é outro que tem efeito anti-inflamatório. Ele também melhora as enzimas do fígado, ajudando-o no processo de limpeza.

– Gengibre: Um dos mais recomendados em dietas detox, essa raiz tem ação adstringente que age diretamente no fígado. Outro benefício é sua versatilidade: pode ser consumido como bebida (em chás e sucos) ou como tempero de carnes, saladas e sopas.

– Frutas e legumes: todos são ricos em vitaminas e minerais que neutralizam a formação de radicais livres. Os mais comuns nas dietas são couve, repolho, beterraba, brócolis, berinjela, pepino, maçã, laranja, abacaxi, melancia e abacate.

Portanto, meus amigos, não é preciso fazer dietas radicais para manter seu organismo saudável. Lembrem-se: muito é muito, pouco é pouco. O equilíbrio é o melhor remédio para se manter saudável.

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Os carboidratos realmente merecem essa fama de lobo mau?

Imagine só: uma família italiana que almoça junta todo santo Domingo.
Pai, mãe, tios, primos, todos sentados à mesa, falando alto, gesticulando e se deliciando com grossas fatias de filão italiano com sardela. E você só observado… Até que a Nona sai da cozinha com uma travessa ENORME de fusilli ou lasagne que daria pra alimentar um batalhão. O perfume da massa e do autêntico molho de tomate caseiros fazem sua boca salivar e o estomago roncar. Aí na hora de se servir você acha num canto da mesa, uma salada de agrião com mozarela de búfala ignorada por todos. Você enche seu prato e em 10 minutos cruza os talheres falando estar satisfeita(o). A nona, indignada, pergunta se você não vai comer o macarrão que ela passou a manhã toda fazendo e você, sem graça, diz: “Desculpa, Nona, mas estou fazendo dieta e não posso comer carboidratos”. Todos param de comer e te olham. Pronto. Você acabou com toda a alegria do almoço de domingo da família. E assim vivem muitas pessoas que colocam nos carboidratos a culpa pelos quilos a mais sem ao menos entender como eles são importantes e se comportam em nosso organismo.

Muito dessa “demonização” dos carboidratos começou com dietas que propunham corta-los da alimentação, e foram seguidas por beldades famosas que garantiram obter resultados quase mágicos. Mas a verdade é que os pobres carboidratos são tão importantes quanto as proteínas, fibras, minerais e todos os nutrientes. Então, pra desmistificar um pouco esse macronutriente, vamos aos fatos:

O que ele faz? Carboidratos são formados por carbono, hidrogênio e oxigênio. Após metabolizado no organismo se transformam em glicose e são nossa principal fonte de energia.

Então se eu parar de comer pão e macarrão vou me livrar deles? Não. Eles estão presentes em diversos tipos de alimentos. Na verdade, existem vários tipos de carboidratos que podem ser encontrados em frutas, verduras, vegetais, grãos, sementes, tubérculos, hortaliças, etc. Ou seja, muito dificilmente você conseguirá se livrar completamente deles.

E quais os tipos de carboidratos?

– Monossacarídeos: São os mais simples e compostos por apenas uma molécula de açúcar. Fazem parte deles a glicose (existente no mel, farinhas e batata, por exemplo), frutose (o açúcar das frutas) e galactose (um dos componentes da lactose, encontrada no leite e produtos lácteos)

Quem tem medo de carboidratos?

– Dissacarídeos: São formados por duas moléculas de monossacarídeos. São encontrados na natureza e também podem surgir por manipulação. Os mais comuns são a sacarose (união da glicose com a frutose), lactose (glicose + galactose) e maltose (formada por duas moléculas de glicose – sim, cerveja engorda :/ )

Cerveja engorda

– Polissacarídeos: são compostos por amido. Estão presentes em cereais e grãos como o arroz, trigo, nozes, sementes, legumes e hortaliças

Macarrão

Agora complicou… todos os tipos de carboidratos se transformam em glicose e gordura? Sim, todos os carboidratos se transformam em glicose, mas essa glicose só vai se transformar em gordura se não for consumida pelo corpo. Ou seja, se você come muito carbo, vai ter um excesso de glicose. Aí sim a glicose que não foi aproveitada, vira gordura.

Ah, então carboidrato só engorda se for consumido em excesso? Isso mesmo! Não só carboidrato, mas tudo em excesso faz mal. Por isso é necessário ter uma dieta balanceada. Acontece que boa parte daquilo que é mais gostoso e mais prático de consumir tem carboidrato, por isso muitas vezes acabamos ingerindo mais do que deveríamos.

Mas qual tipo de carboidrato que eu devo evitar pra emagrecer?

Os carboidratos simples (mono e dissacarídeos) são rapidamente absorvidos pelo organismo e elevam o nível de glicose no sangue, causando picos de insulina (que é o hormônio que regula o açúcar sanguíneo). Quando o efeito da insulina passa, a tendência é que o organismo volte a sentir fome por causa da queda de glicose. Isso não significa que você deva ficar sem comer frutas, mas sim aquelas besteiras tão apetitosas como refrigerante, doces, etc. Também deve-se evitar ou controlar o arroz, macarrão, pães de farinha branca, leite e derivados.

Ok. Mas e esses polissacarídeos?

Como eles têm uma composição mais complexa, são digeridos de forma mais lenta e vão liberando os nutrientes aos poucos. Dessa forma eles deixam o organismo saciado por mais tempo sem causar em tsunami de glicose.

Então, resumindo, tudo deve ser consumido com bom senso. E se você está pensando em começar uma dieta ou reeducação alimentar, procure um médico e nutricionista. Só eles vão poder dizer qual é o melhor caminho para perder peso sem prejudicar sua saúde.

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Que tal começar o carnaval com comidas levinhas, mas sem perder o sabor? Compilamos 5 receitas saudáveis super saborosas para você se preparar para o Carnaval de forma leve e saudável.

Macarrão de abobrinha ao molho pesto

Abobrinha ao molho Pesto - 5 receitas saudáveis para o seu carnaval

Macarrão sem carboidrato e zero complicado de fazer? Temos. Vai ligando o fogo e prepare-se para se surpreender com uma refeição mega saborosa.

Ingredientes

Molho pesto:

  • ½ xícara (chá) de castanhas torradas e picadas grosseiramente;
  • 2 xícaras (chá) de manjericão fresco;
  • ½ xícara (chá) de azeite extra virgem;
  • 2 cubos de gelo;
  • 1 colher (sopa) de suco de limão siciliano;ㅤ

Macarrão:

  • 1 abobrinha pequena cortada em tiras fininhas;
  • 1 colher (chá) de óleo de coco;
  • Sal marinho e pimenta do reino moída, a gosto;

Modo de Preparo

Molho pesto:

  • Bata todos os ingredientes no liquidificador, coloque a pasta em um recipiente, cubra com filme plástico em contato e guarde na geladeira;

Macarrão:

  • Fatie a abobrinha no sentido do comprimento no formato de macarrão (espaguete). Também é possível fazer com um fatiador de legumes ou fatiadores especiais;
  • Em uma frigideira, aqueça o óleo de coco e coloque as tiras de abobrinha;
  • Refogue por alguns minutos até começar a amolecer (aproximadamente 5 minutos).
  • Tempere com sal e pimenta do reino.

Finalização:

  • Desligue o fogo, acrescente o molho pesto;
  • Mexa rapidamente e sirva decorado com folhas frescas de manjericão e claro, eu!🤗

 

Moscow Mule Low Carb

Receita saudável de Moscow Mule Low Carb.jpg

Esse tá liberado e é sem álcool. Essa receita refrescante é ideal para as noites mais quentes 😉

Ingredientes

Para o xarope de gengibre:

  • 1/2 xícara de fatias finas de gengibre descascado;
  • 2 xícaras de água;
  • 1/3 xícara de substituto de açúcar granulado;ㅤ

Para o drink:

  • 1 sachê de desinchá passado;
  • Suco de 1 limão fresco;
  • Xarope de gengibre (receita acima);
  • 1 lata de tônica sem açúcar;
  • Folhas de hortelã fresca para enfeitar;

Modo de Preparo

Para o xarope de gengibre:

  • Combine o gengibre, água e adoçante em uma panela pequena e deixe ferver em fogo alto;
  • Abaixe o fogo para médio e deixe ferver por 10 minutos;
  • Deixe esfriar por 1 hora, coe e guarde em uma jarra limpa na geladeira por até 2 semanas.

Para o drink:

  • Combine o Desinchá, suco de limão, xarope de gengibre e a tônica em um pequeno jarro.
  • Mexa bem.
  • Despeje sobre o gelo e decore com hortelã fresca.
  • Para um sabor de menta mais forte, esmague as folhas de hortelã em torno do fundo da caneca antes de beber.

 

Smoothie de Morango com Desinchá

Receita saudável de Smoothie de morango com desinchá.jpeg

Tá com preguiça de fazer um café da manhã completo? Faça um smoothie e comece o seu dia de carnaval com foco total!

Ingredientes:

  • 10 morangos congelados;
  • ½ xícara de Leite vegetal;
  • Gelo;
  • 1 xícara de desinchá geladinho;

Modo de Preparo:

  • Bater todos os ingredientes no liquidificador e se deliciar 😋

 

 

 

 

 

 

Smoothie Bowl

Smoothie bowl

Tem gostinho de sorvete e é ideal para consumir como um lanchinho da tarde. Além de ser uma delícia… ele não é lindo demais?

Ingredientes:

  • 3 bananas congeladas em rodelas;
  • 1 abacate maduro;
  • 1 kiwi;
  • Raspas de Coco;
  • Pedaços de Morango;
  • Adoçante natural;

Modo de Preparo:

  • Bata a banana congelada com o abacate, adicione adoçante a gosto e depois transfira a mistura para uma tigela.
  • Decore com suas frutas preferidas!
  • Fácil e rápido! Não esqueça de saborear com uma xícara bem gostosa de Desinchá.🍵

 

 

Beijinho Low Carb

Beijinho low carb

Tá a fim de comer um doce, mas não quer sair da dieta? Experimente o nosso beijinho low carb que é sucesso 💚

Ingredientes:

  • 200ml de Leite de coco;
  • 200ml de Creme de leite;
  • 200g de coco ralado;
  • ½ xícara de xilitol;

Modo de Preparo:

  • Misture todos os ingredientes em um bowl e faça bolinhas de 3cm a 4cm;
  • Passe no coco ralado para decorar e leve ao freezer por 2 horas!
  • Façå um Desinchá e pronto, é só aproveitar 😉 🍵

 

Assinatura Desinchá