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Relacionamentos afetam a saúde?

Você já sabe que uma alimentação balanceada e a prática de exercícios físicos são atividades muito importantes para que tenhamos a saúde em dia. Mas muitas outras coisas podem influenciar diretamente no nosso bem-estar, uma delas são os nossos relacionamentos, seja com seu(s) parceiro(s) ou sua(s) parceira(s), seja com amigos, família, colegas de trabalho…

Hoje se fala muito em relacionamentos tóxicos, já ouviu por aí? Pois é, se trata da relação na qual uma pessoa tem dominância sobre a outra. Nesses casos, uma das partes sempre se sente mal, pois as ações do outro a atingem de forma negativa, ainda que ela não perceba.

Esse é o tipo de relacionamento que chamamos de não saudável, e infelizmente ele está cada vez mais comum no nosso dia a dia e por mais que não percebamos, ele influencia diretamente na nossa saúde.

 

Relacionamentos afetam a saúde?

 

Mas e os relacionamentos saudáveis? Como eles são na prática?  

Não é muito difícil na teoria… A maioria dos casais que você e pensa “esses deram certo” e estão juntos até o hoje, muito provavelmente possuem uma relação saudável. E aqui eu não quero dizer que eles cuidam da alimentação e praticam exercícios, mas sim que eles sabem trabalhar as trocas.    

Numa relação saudável, um escuta o outro, há diálogo, um reconhece as habilidades e defeitos do outro e não o desvaloriza por isso. Ambos possuem liberdade de escolha, não há uma sensação de submissão, domínio e medo pelo outro.  

 

O que fazer com os relacionamentos ruins?  

Antes de irmos para a prática, você precisa saber de duas variáveis. 

A primeira. Existem pessoas e pessoas. Há aquelas que vivem vez ou outra uma relação complicada e quando identificam as ações negativas do outro, se afastam. Mas há ainda, as que têm como “padrão normal” relacionamentos não saudáveis e não sabem identificar esse comportamento ruim do outro, aí temos um problema.  

A outra. É que a falta de saúde pode atingir relacionamentos amorosos, mas ainda com irmãos, pai-filhos, chefe-funcionários… E geralmente essas relações são ainda mais delicadas, pois falamos de uma verticalidade que muitas vezes não conseguimos fugir.  

Bom, vamos a prática:  

  1. Reconhecer que a atitude do outro é ruim. Uma dica é conversar com casais de confiança, pois eles vão te apresentar uma outra realidade e te ajudar a ver que o seu tipo de relacionamento pode não ser normal.    
  2. Se afastar é a atitude mais comum. Mas, como dissemos, nem sempre isso é uma opção. Muitas vezes, gostamos dessa pessoa e gostaríamos que ela melhorasse suas atitudes, se possível nestes casos, o diálogo é a primeira opção, mas imponha limites.   
  3. Aprenda a se impor. Isso não quer dizer que você tenha que retribuir a agressão, mas sim deixar claro suas opiniões sobre determinadas situações, e expor com convocação seus pensamentos. 
  4. Dê valor a si mesmo e reconheça o valor do outro. Reconhecer as habilidades e defeitos um do outro e respeitar essas características, sabendo utilizá-las a favor, sem manipulação.  

Tudo isso nos ajuda a retomar nossa saúde, reestabelecendo o ponto de equilíbrio para enfrentar os medos, afastar pensamentos de inferioridade e retomar atividades cotidianas. 

 

Mas e as discussões?  

Elas são inevitáveis e é possível dizer que elas têm de existir na medida certa, pois são através delas que alinhamos as metas e esclarecemos acontecimentos, mas é claro que tudo sem perder o respeito

 

Mudar padrões nem sempre é fácil e muito menos rápido, por isso, se você não estiver confortável, não hesite em recorrer a um profissional. Durante um processo terapêutico, você poderá entender seus padrões comportamentais e evitar novas armadilhas. Tanto para quem agride quanto para quem é agredido.  

Uma pesquisa da Universidade de Harvard concluiu que bons relacionamentos contribuem mais para a saúde do que fama e dinheiro. A pesquisa durou 75 anos e acompanhou mais de 700 pessoas, entre mulheres e homens.  

Durante o estudo, os pesquisadores analisaram o cérebro dos entrevistados através de exames e entrevistas e o resultado da pesquisa se espalhou pela internet através da palestra do psiquiatra Robert Waldinger, o quarto diretor da pesquisa.   

Segundo ele, ao reunir tudo o que conheciam dos participantes da pesquisa, todos por volta dos 50 anos, não foram os níveis de colesterol que anunciavam como eles iriam envelhecer. Foi o grau de satisfação que sentiam nas suas relações. As pessoas que já se sentiam satisfeitas com as suas relações, aos 50 anos, foram as mais felizes aos 80 anos. 

 

Desinchá

  

Por Catarine Figueiredo 

 

Fontes: 

G1 – Bem Estar
Minha Vida   

 

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