Síndrome de Burnout: Será que você se identifica?

Para ler ao som de “Meu mundo caiu”, da icônica Maysa. É que a letra dessa música faz total sentido com o tema desse post. Na síndrome de Burnout, nossa saúde mental chega ao extremo, o estresse toma conta do dia a dia, nosso corpo rapidamente se cansa e a produtividade regride, causando desânimo e sensação de fracasso.

O ápice do esgotamento profissional se torna um distúrbio emocional (rima involuntária), que leva esse nome em inglês (BurnOut) justamente para remeter a sensação de estar fisicamente e emocionalmente queimado, incendiado.

Síndrome de Burnout: Será que você se identifica?

Todos os profissionais estão sujeitos a esse mal, mas profissionais que atuam sob pressão e grandes responsabilidades, como a saúde e o futuro de outras pessoas, estão mais sujeitos. É o caso de médicos, enfermeiros, professores, policiais, jornalistas, psicólogos, assistentes sociais etc.  

A síndrome de Burnout, mal que atinge cada vez mais pessoas, é causada por simples coisas no dia a dia, que somadas podem causar esses quadros de exaustão. Por isso, listamos aqui possíveis preocupações para você ver se elas se encaixam no seu dia a dia e estado de humor:  

É só somar um ponto para cada opção que você se identificar:  

  • Se você se considera muito perfeccionista 
  • Se você estipula metas muito difíceis de serem alcançadas 
  • Se você se acha uma pessoa muito sarcástica 
  • Se você se acha uma pessoa muito exigente 
  • Se você se sente muito cansado(a) 
  • Se você costuma achar que nada vai dar certo 
  • Se as pessoas têm falado que você está distante, disperso 
  • Se já reparou que anda mais irritado(a) e agressivo(a) 
  • Se sua autoestima não vai muito bem  
  • Se teve crises de ansiedade recentemente 
  • Se se considera uma pessoa ansiosa  
  • Se você se sente perdido 
  • Se aquele famoso “deu branco” acontece com bastante frequência 
  • Se você tem ficado doente constantemente 
  • Se você sente que não tem tirado tempo suficiente para você mesmo(a) 
  • Se você não tem dormido bem  
  • Se sua alimentação não é muito bem organizada e balanceada  
  • Se seu apetite não vai muito bem 
  • Se sua família tem sentido que você anda distante 
  • Se você costuma ser bem idealista quando fala da sua carreira  
  • Se você tem faltado bastante ao trabalho  
  • Se no dia a dia de trabalho, tem diminuído significativamente sua produção 
  • Se você tem se isolado, se distanciado da equipe 
  • Se você não se sente mais tão empolgado com os projetos 
  • Se você costuma achar que não fez o suficiente por algo 
  • Se você tem dificuldade de se desligar do trabalho 
  • Se você acha que seus colegas de trabalho são preguiçosos e não tão bons como você 

 

Resultados: 

Se você chegou até aqui, três possibilidades podem se passar pela sua cabeça: 

 

Não me identifiquei com nenhuma

Não marquei nada, já posso ser canonizado, amém! Essa, é claro, seria a melhor opção, mas como na vida nem tudo são flores, essa também é a mais improvável, justamente pelo fato da próxima possibilidade existir, você já vai entender… 

 

Me identifiquei com algumas

Esse é bem o meu caso. Li tudo e tive que me confrontar para assumir que algumas delas se encaixam na minha realidade (não sei ainda se fico triste ou feliz). Bom, acredito que esse provavelmente seja o quadro que a maioria das pessoas se enquadram. Por motivos de: a) temos tempo de menos, e b) nos exigem de mais.  

Aqui, ainda, não temos que nos preocupar MUITO, mas é importante refletir para evitar problemas maiores lá na frente, viu? P.S. Isso serve para mim também. 

 

Me identifiquei com mais da metade

Nesse pequeno game que fizemos, não temos quem ganha e quem perde, mas essa possibilidade é a que mais me preocupa.  

Se você marcou lá pela casa da metade das alternativas, tá tudo bem! Não significa que você tenha o quadro que comentamos mais acima, mas talvez signifique que seja a hora de dar uma desacelerada e conversar com alguém, de preferência um especialista (beijo para todos os psicólogos). 

 

A Síndrome de Burnout foi descoberta em 1974, aqui no Brasil, pelo médico e psicanalista Herbert Freudenberger, e só no final de 1999, o Ministério da saúde a colocou na relação de doenças relacionadas ao trabalho. Podemos ver então, que é um tema bem recente, que não costumamos ler muito por aí, e é por isso que estamos aqui.  

Poderíamos ainda te oferecer um chá para começar o dia com o pé direito, e outro para encerrar o dia naqueeela paz, mas nada que substitua a função de um profissional. Então, já sabe: na dúvida, liga no consultório…   

 

Produtos Desinchá

 

Biografia:

https://www.medscape.com/slideshow/lifestyle-2015-overview-6006535#21  

Comente aqui

avatar